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A Arte da Big Band

Durante os meses de Julho e Agosto, a Antena 2 emite oito programas de uma nova série intitulada A Arte da Big Band, da autoria de Jorge Costa Pinto.

Big Band, é termo que denomina grande orquestra, na linguagem jazzística, que nos chega pela evolução natural do jazz.
No início, em finais do século XIX, em New Orleans, no Louisiana-Estados Unidos da América, pequenos grupos de músicos afro-americanos, criam a música que vai entusiasmar os dançarinos em todo o mundo: o Dixieland. É um estilo musical que usa o ragtime, ritmo sincopado com grande apelo à dança, já nos anos 20, em Chicago, Kansas City e na West Coast, grupos com mais músicos, dez, doze, vão sendo constituídos.
Mas é nos anos 30 que a popularidade da big band se destaca, com o aparecimento das orquestras de músicos solistas de grande qualidade: Fletcher Hendersen, Benny Goodman, Duque Ellington, Count Basie, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Woody Herman, Stan Kenton, e outros.
A Arte da Big Band apresenta nomes igualmente representativos de excelentes big bands, dando a conhecer um pouco da história deste organismo musical – a big band – que continua a entusiasmar jovens músicos a recriaram a música aliciante daquelas históricas orquestras de jazz.
Jorge Costa Pinto

«Jazz a Dois» – Swing do bom

O João Moreira Santos sugere para o «Jazz a Dois» de hoje uma [imperdível, digo eu] viagem de regresso aos anos 50 para ouvir concertos das orquestras de Lionel Hampton – Apollo Hall Concert 1954 e Benny Goodman  – Benny in Brussels Vol.1 (1958).

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    Como diz o Professor Terence Fletcher em Whiplash, perguntam-se as pessoas porque está o jazz a morrer…

    Parker’s a young kid, pretty good on the sax. Gets up to play at a cutting session, and he fucks it up. And Jones nearly decapitates him for it. And he’s laughed off-stage. Cries himself to sleep that night, but the next morning, what does he do? He practices. And he practices and he practices with one goal in mind, never to be laughed at again. And a year later, he goes back to the Reno and he steps up on that stage, and plays the best motherfucking solo the world has ever heard. So imagine if Jones had just said: “Well, that’s okay, Charlie. That was all right. Good job. “And then Charlie thinks to himself, “Well, shit, I did do a pretty good job.” End of story. No Bird. That, to me, is an absolute tragedy. But that’s just what the world wants now. People wonder why jazz is dying.

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