Archive for the ‘ Cinema ’ Category

Follow the Yellow Brick Road

Scarecrow: That’s the trouble. I can’t make up my mind. I haven’t got a brain. Only straw.
Dorothy: How can you talk if you haven’t got a brain?
Scarecrow: I don’t know. Some people without brains do an awful lot of talking, don’t they?
Dorothy: Yes, I guess you’re right.

Dorothy: If you were king, you wouldn’t be afraid of anything?
Lion: Not nobody, not no how.
Tin Woodsman: Not even a rhinoceros.
Lion: Imp-oceros.
Dorothy: How about a hippopotamus?
Lion: Why I’d thrash him from top to bottom-us.
Dorothy: Supposin’ you met an elephant.
Lion: I’d knot him up in cellophant.
Scarecrow: What if it were a brontosaurus?
Lion: I’d show him who’s King of the Forest.
Group: How?
Lion: How? Courage! What makes a King out of a slave? Courage! What makes the flag on the mast to wave? Courage! What makes the elephant charge his tusk in the misty mist, or the dusky dusk? What makes the muskrat guard his musk? Courage! What makes the Sphinx the Seventh Wonder? Courage! What makes the dawn come up like thunder? Courage! What makes the Hottentot so hot? What puts the ape in ape-ricot? What have they got that I ain’t got?
Group: Courage.
Lion: You can say that again. Huh?

You’re off to see the Wizard, the Wonderful Wizard of Oz
You’ll find he is a Whiz of a Wiz if ever a Wiz there was
If ever, oh ever, a Wiz there was,
The Wizard of Oz is one because
Because, because, because, because, because
Because of the wonderful things he does
You’re off the see the wizard, the Wonderful Wizard of Oz

Metropolis hoje na Cinemateca

Dos filmes mais célebres de sempre, METROPOLIS é uma parábola sobre as relações sociais numa cidade do futuro. Os privilegiados vivem nas alturas, enquanto a massa de trabalhadores oprimidos vive nos subterrâneos, trazendo o desenlace uma reconciliação artificial entre as classes. O que faz de METROPOLIS uma obra-prima é a realização de Fritz Lang, os impressionantes e excepcionais cenários futuristas, o domínio absoluto das massas de figurantes, a oposição entre homens e máquinas. É uma obra de múltiplos restauros, conhecida pela mutilação a que foi submetida logo depois da sua estreia em Berlim em Janeiro de 1927. A apresentar na versão do último restauro, de 2010, com mais 25 minutos de duração (a partir da descoberta, na cinemateca da Argentina, de uma cópia 16mm conforme à versão original de Lang), e pode permitir uma nova visão da obra, segundo o historiador e arquivista Martin Koerber, responsável pelos restauros de 2001 e de 2010: “Deixou de ser um filme de ficção científica. O equilíbrio da história foi reposto. Trata-se agora de um filme que abarca muitos géneros; um épico sobre conflitos antigos. A máscara da ficção científica é agora muito, muito ténue.”
Com acompanhamento ao piano por Mário Laginha. Via.
Metrópolis, de Fritz Lang | Alemanha, 1927 – 145 min / mudo, com intertítulos, 1927 – 145 min. Legendado em português (electronicamente)
Através de Eurico de Barros.

Monstra 2010

___________________________________

O CAFÉ | 2009 | 7 MINUTOS| JOÃO FAZENDA

Em co-autoria com Alexandre Gozblau, fala dos cafés dos bairros antigos de Lisboa, onde o tempo não passa ao mesmo ritmo que lá fora. O cenário mantém-se, mas as personagens vão mudando, tal como as roupas dos que permanecem.

___________________________________

HISTÓRIA TRÁGICA COM FINAL FELIZ | 2005 | 7 MINUTOS | REGINA PESSOA

Um filme que joga muito nas ambiências, claro-escuro, dentro e fora. Uma menina que é diferente e uma comunidade que tarda em aceitá-la. A sua diferença torna-se inelutável e acaba por ter de abandonar a comunidade que a viu crescer. O espaço urbano e o quarto da menina é um desdobramento das vivências internas e externas das personagens

___________________________________

Não me interessava espaços reais, mas nalguns elementos, o rio, o eléctrico, sem que fosse óbvio, a inspiração iria mais para o do trabalho de carlos Botelho, no que se refere aos traços da cidade. Daniel Lima, sobre “Um degrau pode ser um mundo”, de 2009.

___________________________________

PÁSSAROS | 2009 ! 7 MINUTOS | FILIPE ABRANCHES

Tudo gira em volta de aves. Uma velha, torta e com um nariz em forma de bico, alimenta os seus pássaros no terraço. Na cozinha olha enternecida para a fotografia do filho. Em seguida prepara uma galinha que esquarteja para uma sopa. Senta-se e adormece com a panela ao lume. Lá em baixo no pátio interior, surge o filho. É esguio e sem pescoço como um pinguim. O seu nariz rivaliza com o da mãe. Sobe as escadas e toca à campainha. A velhota recebe-o numa festa. Leva-o para a cozinha onde lhe serve uma canja repleta de miudezas de galinha. Mostra-lhe os pássaros lá fora. São numerosas as gaiolas de todos os feitios e tamanhos. Ele observa atentamente as aves…

Entre as galerias de ferro e a Art Deco: O Odéon

Fachada do Cinema Odeon

O Odéon situa-se na Rua dos Condes, em frente ao lisboeta Olympia e ao lado do antigo Condes, agora Hard-Rock Cafe. Inaugurado em 1027, deve ter sido modernizado com as galerias metálicas, em 1931. Estas, salientes da fachada, muito decorativas com os seus rendilhados de vidros coloridos, quase apagam o desenho em clássico do edifício.
O interior é notável pela sua grande cobertura em madeira escura, pelo palco de frontão Art Deco, pelos bojudos volumes dos camarotes, pelo lustre central, irradiando néons.
Recordo um impressivo filme sul-americano sobre os célebres sobreviventes da queda de um avião andino. Depois de milhões de fitas de Sarita Montiel, e de deslizar para o inevitável porno, detém um recorde notável: ainda hoje funciona como cinema! José Manuel Fernandes, in Cinemas de Portugal, 1995

Dedicado ao meu amigo Paulo Ferrero!

Interior do Cinema Odeon

Happy Birthday, Lauren!

Enquanto não arranjo coragem para construir uma página de Divas Black & White Vintage, aproveito para homenagenar a musa do film noir, que hoje completa a bonita idade de 85 anos.
Lauren Bacall será finalmente agraciada com um Óscar Especial 😉

Ciclo ‘In Memoriam Vasco Granja’

FELIX THE CAT WOOS WHOOPEE
De Otto Messmer – Estados Unidos, 1930 – 7 min. – Não Legendado
Na Cinemateca –  hoje às 19:00h.

A CHAIRY TALE
De Norman McLaren e Claude Jutra – Canadá, 1957 – 10 min. – Não Legendado
Na Cinemateca – hoje às 19:00h.

Palma de Ouro para “Arena”, curta-metragem de João Salaviza

O cineasta João Salaviza, de 25 anos, hoje distinguido com a Palma de Ouro para Melhor Curta-Metragem do 62.º Festival de Cannes por “Arena”, agradeceu ao festival a oportunidade para mostrar o seu amor pelo cinema.
“Obrigado ao Festival por nos permitir mostrar a nossa paixão e amor pelo cinema, obrigado ao júri por seleccionar este filme e obrigado à minha produtora, que não pôde estar aqui esta noite mas está muito feliz”, disse João Salaviza ao receber hoje o prémio, na cerimónia de encerramento do certame.
“Penso que o cinema está vivo e este prémio também pertence à nova geração e partilho-o convosco”, acrescentou.
João Salaviza, que considera “Arena” o seu primeiro filme profissional (depois de ter feito “Duas Pessoas”, no âmbito do curso da Escola Superior de Teatro e Cinema), esteve pela primeira vez em Cannes com esta curta-metragem seleccionada para a competição oficial e premiada no Festival IndieLisboa.
Para o jovem cineasta, a exibição do filme em Cannes já era uma vitória, porque “mais do que o lado competitivo, Cannes é uma oportunidade para mostrar o filme a imensa gente”, como disse à Lusa antes da projecção, que decorreu sábado, no penúltimo dia do festival.
“Estar lá já é importante, o que vier a mais é bem-vindo”, observou, então.
“Arena” conta a história de Mauro, um rapaz que está a cumprir uma pena em prisão domiciliária e que enfrenta o dilema de transgredir a lei para acertar contas com um grupo de miúdos marginais.
João Salaviza explicou que “Arena” é um filme sobre violência urbana e juvenil, sobre bairros problemáticos que são verdadeiras “bombas-relógio”.
Leonor Silveira, actriz e sub-directora do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), integrou o júri da secção “Cinéfondation” e da competição das curtas-metragens (juntamente com o presidente, John Boorman, e Kerry Washington) que distinguiu “Arena”, de Salaviza. Via.
João Salaviza conquistou a maior distinção do cinema português, em curtas metragens, no festival de Cannes

PARABÉNS a João Salaviza, que conquistou a maior distinção de sempre do cinema português em curtas metragens, em Cannes

Michael Haneke – Das Weisse Band

«Das Weisse Band» foi eleito o melhor filme em competição. «Anticristo» recebeu o anti-prémio
Os críticos de cinema do festival de Cannes já lhe tinham atribuído o favoritismo, mas agora é mesmo oficial. A Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI), distinguiu o filme «Das Weisse Band», do austríaco Michael Haneke, como o melhor filme em competição. A cerimónia de entrega dos prémios realizou-se este sábado.
A organização de críticos atribui prémios paralelos aos da organização do festival de Cannes. Na secção «Un Certain Regard» os críticos distinguiram o filme romeno «Politist, Adjectiv», de Corneliu Porumboiu.
Nas secções «A Semana da Crítica» e «Quinzena de Realizadores», o prémio do melhor filme foi para «Amreeka», uma co-produção dos Estados Unidos, Canadá e Kuwait dirigida por Cherien Dabis.
Os prémios do Júri Ecuménico, que distinguem os filmes que exaltem os valores do humanismo, criaram pela primeira vez em 35 anos um anti-prémio para esta categoria. Em causa esteve a vontade de manifestar o repúdio sentido por «Anticristo», o filme polémico que Lars von Trier levou a Cannes.
«Looking for Eric», do britânico Ken Loach, foi o filme vencedor, já «Das Weisse Band» mereceu uma menção honrosa nesta categoria. Via.

John Gielgud`s ambition

Swing Time

Passam hoje 110 anos sobre o nascimento de Fred Astaire. Com Ginger Rogers, formou um dos pares mais charmosos da história do cinema.

Gostou? Experimente ver no YooouuuTuuube! 🙂

Na década de 90, Frank Ghery prestou-lhes homenagem com o edifício Dancing House, em Praga.