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Posters de ‘Metropolis’

O poster mais conhecido da obra-prima Metropolis de Fritz Lang [1890-1976] foi concebido pelo artista gráfico e ilustrador Heinz Schulz-Neudamm [1899-1969] para a Produtora e Distribuidora alemã UFA, que estreou o filme em Berlim a 10 de Janeiro de 1927.

Poster para Metropolis (92,7 x 205 cm),  por Heinz Schulz-Neudamm.  Berlim, 1926

Para o lançamento do filme em França, que viria a ocorrer em Outubro desse mesmo ano, a ACE – L’Alliance Cinématographique Européenne, encomendou o material promocional ao designer russo Boris Bilinsky [1900-1948]. São dele os posters que se seguem:

Poster para Metropolis (240 x 320 cm),  por Boris Bilinsky.  Paris, 1927

Poster para Metropolis (160x 240cm),  por Boris Bilinsky.  Paris, 1927

Poster para Metropolis (240x 320cm),  por Boris Bilinsky.  Paris, 1927
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Metropolis hoje na Cinemateca

Dos filmes mais célebres de sempre, METROPOLIS é uma parábola sobre as relações sociais numa cidade do futuro. Os privilegiados vivem nas alturas, enquanto a massa de trabalhadores oprimidos vive nos subterrâneos, trazendo o desenlace uma reconciliação artificial entre as classes. O que faz de METROPOLIS uma obra-prima é a realização de Fritz Lang, os impressionantes e excepcionais cenários futuristas, o domínio absoluto das massas de figurantes, a oposição entre homens e máquinas. É uma obra de múltiplos restauros, conhecida pela mutilação a que foi submetida logo depois da sua estreia em Berlim em Janeiro de 1927. A apresentar na versão do último restauro, de 2010, com mais 25 minutos de duração (a partir da descoberta, na cinemateca da Argentina, de uma cópia 16mm conforme à versão original de Lang), e pode permitir uma nova visão da obra, segundo o historiador e arquivista Martin Koerber, responsável pelos restauros de 2001 e de 2010: “Deixou de ser um filme de ficção científica. O equilíbrio da história foi reposto. Trata-se agora de um filme que abarca muitos géneros; um épico sobre conflitos antigos. A máscara da ficção científica é agora muito, muito ténue.”
Com acompanhamento ao piano por Mário Laginha. Via.
Metrópolis, de Fritz Lang | Alemanha, 1927 – 145 min / mudo, com intertítulos, 1927 – 145 min. Legendado em português (electronicamente)
Através de Eurico de Barros.

Metropolis – Director`s Cut

O jornal alemão Die Zeit noticia a descoberta de aproximadamente 30 minutos de cenas fundamentais para que (final e ansiosamente, esperam os cinéfilos) se faça luz sobre algumas profundezas da narrativa em Metropolis de Fritz Lang, obra-prima gótico-futurista do cinema-mudo.

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