Arquivo de Agosto, 2008

Colecção de Outono

Desenhos de Escritores

Desenhos de Escritores

Dos auto-retratos de Baudelaire e Artaud, de um desenho exótico de Jouve a uma fotografia de Fleischer, do mau gosto de Max Jacobs a uma visita campestre de George Sand, a Exposição Desenhos de Escritores revela um lado desconhecido de alguns dos mais notáveis autores da história literária.

Inaugura dia 1 de Setembro. Mas há mais!

Leitura recomendada de L’un pour l’autre. Les écrivains dessinent. AAVV (Buchet-Chastel/IMEC)

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Sorteio da Liga dos Campeões

Fase de grupos da UEFA Champions League de 2008/09
Grupo A Grupo B
Chelsea FC (ENG) FC Internazionale Milano (ITA)
AS Roma (ITA) Werder Bremen (GER)
FC Girondins de Bordeaux (FRA) Panathinaikos FC (GRE)
CFR 1907 Cluj (ROU) Anorthosis Famagusta FC (CYP)
Grupo C Grupo D
FC Barcelona (ESP) Liverpool FC (ENG)
Sporting (POR) PSV Eindhoven (NED)
FC Basel 1893 (SUI) Olympique de Marseille (FRA)
FC Shakhtar Donetsk (UKR) Club Atlético de Madrid (ESP)
Grupo E Grupo F
Manchester United FC (ENG) Olympique Lyonnais (FRA)
Villarreal CF (ESP) FC Bayern München (GER)
Celtic FC (SCO) FC Steaua Bucuresti (ROU)
Aalborg BK (DEN) ACF Fiorentina (ITA)
Grupo G Grupo H
Arsenal FC (ENG) Real Madrid CF (ESP)
FC Porto (POR) Juventus (ITA)
Fenerbahçe SK (TUR) FC Zenit St. Petersburg (RUS)
FC Dynamo Kyiv (UKR) FC BATE Borisov (BLR)

La Biennale di Venezia

A abrir a edição 65 do Festival de Cinema de Veneza, é projectado esta noite Burn After Reading dos irmãos Coen, com um elenco espantástico! Da lista de filmes fora de competição, destaque ainda para Shirin do iraniano Abbas Kiarostami. Dos filmes a concurso, destacaria The Burning Plain do mexicano Guillermo Arriaga, Akires to kame de Takeshi Kitano, Nuit de chien de Werner Schroeter (rodado em Portugal ) e Gake no ue no Ponyo de Hayao Miyazaki.

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jogo do galo

Sofia Areal - série “jogo do galo” sem titulo

Sofia Areal - série “jogo do galo” sem título

Links para conhecer o percurso de Sofia Areal

The Special One

Obama escolheu o Senador Joe Biden para Vice-Presidente. Quando Biden, amigo de John McCain há 35 anos, afirma: “Não se pode mudar a América, quando se sabe que os próximos quatro anos com o “amigo” serão iguais aos últimos oito com George Bush”, mais não faz do que chamar a si o trabalho sujo e deixar espaço a Obama para os assuntos verdadeiramente importantes.

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Museu do Côa

Vídeo com imagens das obras do Museu, Julho de 2008

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O Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa será o segundo maior museu (em área) de Portugal, a seguir ao de arte antiga de Lisboa. O Projecto ganhador do concurso internacional é de autoria dos arquitectos Pedro Tiago Lacerda Pimentel e Camilo Bastos Rebelo, PORTO

Do Relatório do Júri:
Além do valor cultural e patrimonial presente em todos os trabalhos hierarquizados, o trabalho apresentado pelos Arquitectos Pedro Lacerda Pimentel e Camilo Bastos Rebelo propõe criar uma peça de cariz escultório e emblemático, assumidamente contemporâneo, e acrescentando mais-valias à paisagem.
Apresenta uma organização muito compacta, uma figura forte, capaz de responder com clareza e intensidade aos valores da paisagem e do território.
O júri considerou a solução arquitectónica extraordinária e carismática. Uma inventiva e adequada resposta à integração na envolvente. O acesso revela-se bem pensado, introduzindo um compasso de espera entre a chegada, com uma noção clara da paisagem e da envolvente, e a descida ao espaço do museu.
Os conceitos utilizados na memória descritiva são notáveis e reveladores da consistência da proposta. Os espaços expositivos estão bem organizados e o acesso aos serviços bem resolvido.
A estrutura funcional apresenta-se adequada às exigências expressas no programa de intervenção, tendo contudo alguns aspectos que requerem maior reflexão. A solução demonstra flexibilidade evolutiva. Boa exequibilidade da solução, à luz dos actuais modos de construção.

Da Memória Descritiva do Concorrente:
“os temas abordados são diversos, resultando de uma dinâmica de trabalho que procura cruzar factores exteriores, como topografia e acessibilidades, e factores de conteúdo programático.
O desafio de fundir estes factores torna-se explicito no conceito da intervenção conceber um museu enquanto instalação na paisagem.

Conceito:
A Arte Rupestre que qualifica de forma única as margens do Rio Côa é provavelmente a primeira forma de “Land Art” da História da Humanidade. Esta condição revelou-se desde logo o motor de construção da ideia do projecto. A “Land Art” caracteriza-se genericamente de duas formas distintas.
Na primeira a condição de intervenção na paisagem é executada com elementos naturais promovendo continuidade, onde a geometria de carácter abstracto se impõe destacando a intervenção. Na segunda a estratégia é a de trabalhar um corpo, desenhado especificamente para um lugar promovendo um diálogo intimo entre artificial/natural e aumentando deste modo a complexidade temática da composição do mesmo.
O território sugere neste caso uma dupla leitura, pois é o suporte natural da paisagem, com que se pretende intervir e dialogar, mas é também a consequência da intervenção do homem numa natureza modelada, enfatizando a condição artificial.
No caso do Museu parece ser importante o sentido afirmativo do corpo, quer na sua leitura de intervenção na paisagem, quer quanto à sua natureza tipológica que deve ser formalizada enquanto massa física, não deixando quaisquer ambiguidades e equívocos quanto à sua localização e conteúdo.”

“Corpo: A forma / volume do corpo é triangular e resulta de três condições topográficas. O corpo triangular é lapidado pela geometrização abstracta da topografia, que no ponto mais alto do terreno (implantação) está entalado entre dois vales (Vale José Esteves e o Vale do Forno) e abre uma terceira frente ao encontro dos rios Douro e Côa.”

“Matéria: Para a plasticidade da matéria do corpo interessa considerar três temas: a massa, textura e a sua cor. Das possibilidades analisadas prevalecem duas: o xisto como sendo o material local e existindo em abundância, mas também pelo factor de ser o suporte escolhido no Paleolítico para o registo das gravuras. O betão interessa pelas suas características plásticas e tectónicas, mas também como material que aparece recentemente na paisagem do Douro em construções de médio e grande porte. No entanto, este, usado na sua cor natural, cinzento, promoveria alguma ruptura com o terreno onde predomina o castanho amarelado do xisto. Deste modo a proposta é que a matéria do corpo seja betão com inertes e pigmento de xisto resultando numa massa híbrida. Esta composição é sugerida nas eiras de secagem da amêndoa que pontuam alguns terrenos da envolvente, embora com a predominante xisto.

No seguimento deste texto de Rui Resende, via Arquitectura.pt, ver também a apreciação Sobre o Museu do Côa, e esta coisa portuguesa de chamar ao terreno a responsabilidade sobre o projecto

E porque hoje é quinta…

Os suspeitos do costume brindam-nos hoje com o projecto Kaleidoscópio de Miguel Martins (guitarra), Com Carlos Barretto (contrabaixo) e Markku Ounaskari (bateria).

Post editado
A sessão de ontem à noite, na Cafetaria Quadrante do CCB, correu muito bem. Os rapazes estavam muito bem dispostos, o Miguel fez uns riffs com referências a Metheny e Scofield, o Barreto teve um solo muito bom e o anunciado bateria foi substituido pelo Zé Salgueiro, velho conhecido

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