Arquivo de Dezembro, 2007

Os meus filmes em 2007



Apocalypto, de Mel Gibson ***
Flags of Our Fathers – As Bandeiras dos Nossos Pais, de Clint Eastwood ****
The Grudge – A Maldição 2, de Takashi Shimizu ***
Scoop , de Woody Allen ****
Blood Diamond – Diamante de Sangue, de Edward Zwick ****
Little Children – Pecados Íntimos, de Todd Field ***
Into Great Silence – O Grande Silêncio, de Philip Gröning ***
Letters from Iwo Jima – Cartas de Iwo Jima, de Clint Eastwood *****
The Good Shepherd – O Bom Pastor, de Robert De Niro ****
Les Anges Exterminateurs – Os Anjos Exterminadores, de Jean-Claude Brisseau **
The Painted Veil – O Véu Pintado, de John Curran *****
Music and Lyrics – Música e Letra, de Marc Lawrence ***
300, de Zack Snyder ***
Zodiac, de David Fincher *****
Breach – Quebra de Confiança, de Billy Ray *****
Shortbus, de John Cameron Mitchell *****
Lady Chatterley, de Pascale Ferran ****

Ocean’s 13, de Steven Soderbergh ***
Grindhouse: Death Proof – À Prova de Morte, de Quentin Tarantino *****
DisturbiaParanóia, de D.J. Caruso ***
The HostA Criatura, de Joon-ho Bong ***
NextSem Alternativa , de Lee Tamahori ***
The Bourne UltimatumUltimato, de Paul Greengrass ****
The Brave OneA Estranha em Mim, de Neil Jordan *****
Grindhouse: Planet Terror – Planeta Terror, de Robert Rodriguez *****
DominoDominó, de Tony Scott **
Control – Control, de Anton Corbijn ****
Eastern PromisesPromessas Perigosas, de David Cronenberg *****
Lions for LambsPeões em Jogo, de Robert Redford ****
American GangsterGangster Americano, de Ridley Scott ****
RedactedCensurado, de Brian de Palma ***

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Weill lá.. Weill..

As composições deste September Songs de Kurt Weill são interpretadas por:

1. Die Moritat von Mackie Messer (The Ballad of Mack the Knife), song for voice & piano (from “Die Dreigroschenoper”), Nick Cave

2. Und was bekam des Soldaten Weib? (The Ballad of the Soldier’s Wife), song for voice & piano, P.J. Harvey

3. Alabama Song, for voice & orchestra (from “Aufstieg und Fall der Stadt Mahagonny”)

4. Youkali, tango habañera for voice & piano, Richard Woitach, Joseph Macerollo, Teresa Stratas

5. Lost in the Stars, song for voice & piano (from “Lost in the Stars”), Elvis Costello

6. Die Seeräuber-Jenny (Pirate Jenny), song for voice & piano (from “Die Dreigroschenoper”), Lotte Lenya

7. Speak Low, song for voice & piano (from “One Touch of Venus”), Charlie Haden, Fred Hersch, Kurt Weill

8. Aufstieg und Fall der Stadt Mahagonny (Rise and Fall of the City of Mahagonny), opera Oh, heavenly salvation, Persuasions

9. Lonely House, song for voice & piano (from “Street Scene”), Betty Carter

10. Surabaya-Johnny, song for voice & piano (from “Happy End”), Y Chamber Symphony of New York com Teresa Stratas

11. Fürchte dich nicht, song for voice & piano (from “Happy End”), Mary Margaret O’Hara

12. September Song, song for voice & piano (from “Knickerbocker Holiday”), Lou Reed

13. Die Moritat von Mackie Messer (The Ballad of Mack the Knife), song for voice & piano (from “Die Dreigroschenoper”)

14. Die Dreigroschenoper (The Threepenny Opera), opera What keeps mankind alive?, William S. Burroughs

Eros – Thanatos

Sempre que mato alguém, fico um bocado chateado…

Disse, há uns vinte anos, um condenado por inúmeros crimes violentos, entrevistado na Penitenciária.

Nos anos vinte, o crime passional fez escola na arte franco-alemã. Esta obra de René Magritte (1898-1967) é um dos expoentes desse período.
A sala. Numa chaise-longue, o corpo de uma mulher degolada, enquanto o cavalheiro, distinto, ouve música, para descontrair e os gendarmes cercam o espaço.
Em suspenso, característico no surrealismo.

René Magritte - L`assassin menacé, 1927

demonstração do resultado do exercício

Salmo XXVI – in “Heráclito Cristiano y Segunda Arpa a Imitación de David”, de Francisco de Quevedo y Villegas (1580-1645), seguido de tradução de José Bento in “Antologia da Poesia Espanhola das Origens ao Século XIX” | Gravura de José de Ribera: São Jerónimo e o Anjo, 1626

Después de tantos ratos mal gastados,
tantas obscuras noches mal dormidas;
después de tantas quejas repetidas,
tantos suspiros tristes derramados;

Después de tantos gustos mal logrados
y tantas Justas penas merecidas;
después de tantas lágrimas perdidas
y tantos pasos sin concierto dados,

Sólo se queda entre las manos mías
de un engaño tan vil conocimiento,
acompañado de esperanzas frías.

Y vengo a conocer que en el contento
del mundo, compra el Alma en tales días,
con gran trabajo, su arrepentimiento.

Depois de tantos dias esbanjados,
tantas escuras noites mal dormidas;
depois de tantas queixas repetidas,
tantos suspiros tristes derramados;

depois de tantos gozos malogrados
e tantas justas penas merecidas;
depois de tantas lágrimas perdidas,
de tantos passos sem acerto dados,

resta apenas em minhas mãos esguias
de um engano tão vil conhecimento,
acompanhado de esperanças frias.

E sei enfim que, no contentamento
do mundo, a alma compra nesses dias,
com grande esforço, seu arrependimento.

Jardim do MNAA

Este é um espaço privilegiado do Museu Nacional de Arte Antiga. As esculturas clássicas, a fonte do século XVI e as árvores centenárias fazem com que este seja um local de excelência para disfrutar da vista sobre o rio Tejo.

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Senhoras, desTAPem-se que o verão vai ser caliente!

Umas trabalhadoras decidiram participar numa campanha de promoção dos serviços da empresa onde trabalham. Acho lindamente!

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Tiveram ainda a sorte de uns senhores que são amigos do sexualmente correcto lhes promoverem a ideia.

Este episódio suscita-me a seguinte observação: Estes senhores, que dizem defender os direitos dos consumidores, pretendem unicamente regular o mercado de acordo com a moral e bons costumes em lugar de se preocuparem com os interesses e satisfação do cliente. Deviam antes assegurar que o previsível aumento de temperatura dentro dos aviões não vai exceder os limites aceitáveis para o bem estar dos passageiros.
Constato com pena que, nem sempre boas ideias como a do Ronaldo deitado num colchão a dizer que se estiver parado não rende, são seguidas de boas práticas.

Felizmente há Luar…

Da minha cegueira branca
Vejo uma imagem no negrume da noite.
Esforço-me, desinteressadamente,
por lhe dar um nome.
Todos os nomes são iguais
às imagens que vejo à noite.
Tudo é igual a nada.
Amanhece, agora. Quase me esqueço!
Como te chamas,
Imagem que não conheço?
Não me peças para lembrar,
Adormeço.

Moritz von Schwind [21 Jan 1804 – 8 Feb 1871] – ‘Adeus ao Amanhecer’, 1859

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