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‘Le jockey perdu’, de René Magritte

René Magritte [21 Novembro 1898 – 15 Agosto 1967] frequentou a Academia de Belas-Artes de Bruxelas entre 1916 e 1918. Nos anos que se seguiram, as suas representações não apresentavam grande novidade, resultando essencialmente da influência dos movimentos de vanguarda, como o cubismo, a abstracção e o futurismo.
A partir de 1926, o artista belga entra definitivamente no surrealismo, com a obra O Jóquei Perdido. Baseando-se num desenho e numa colagem realizados em 1925, Magritte elaborou uma pintura em que sonho e realidade se ligam de forma indelével. Em primeiro plano, o cavaleiro surge rodeado de estranhas árvores, numa espécie de encenação teatral, delimitada pelas cortinas.

Amor Eterno

Dois amantes felizes não têm fim nem morte, nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,

são eternos como é a natureza.

poema de Pablo Neruda, gravura de René Magritte

Eros – Thanatos

Sempre que mato alguém, fico um bocado chateado…

Disse, há uns vinte anos, um condenado por inúmeros crimes violentos, entrevistado na Penitenciária.

Nos anos vinte, o crime passional fez escola na arte franco-alemã. Esta obra de René Magritte (1898-1967) é um dos expoentes desse período.
A sala. Numa chaise-longue, o corpo de uma mulher degolada, enquanto o cavalheiro, distinto, ouve música, para descontrair e os gendarmes cercam o espaço.
Em suspenso, característico no surrealismo.

René Magritte - L`assassin menacé, 1927

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