“Provérbios Holandeses” de Pieter Bruegel
Na passagem do 440º aniversário da morte de Pieter Bruegel [1525 – 9 Setembro 1569], a representação dos “Provérbios Holandeses”, de 1559.
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Na passagem do 440º aniversário da morte de Pieter Bruegel [1525 – 9 Setembro 1569], a representação dos “Provérbios Holandeses”, de 1559.
O Museu do Douro apresenta a Exposição “O Universo de Rafael Bordallo Pinheiro – Caricatura e Cerâmica”, em parceria com a Colecção Berardo, o Museu Bordallo Pinheiro, a Fábrica de Faianças Artísticas Bordallo Pinheiro e o Museu Casa dos Patudos. De 31 de Julho a 31 de Janeiro de 2010.
A dinâmica forma, um peixe que se enrola em equilíbrio sobre uma base, isola esta peça no contexto da faiança portuguesa da 1ª metade do século XVII. Como o nome sugere, aquamanil era um recipiente destinado a levar ‘água às mãos’ e a sua utilização estava reservada à mesa em ocasiões de cerimónia.
A originalidade formal, o brilhante colorido a amarelo e azul, o desenho que destaca as escamas e aumenta caricaturalmente o olho vivo e os dentes aguçados deste peixe definem uma escrita apropriada à decoração da peça. Na cabeça e no buxo, as folhas de acanto recordam um dos motivos característicos da gramática decorativa portuguesa. Via.
El visitante del Museo del Prado podrá admirar en sus salas esta singular obra de El Greco, Vista y plano de Toledo, en la que el pintor –a diferencia de los fragmentos representados en otras obras- muestra una imagen múltiple de la ciudad: además de la vista en perspectiva de la misma, la pintura incluye un plano detallado del entramado urbano, ofrecido al espectador por un joven pintado con la factura deshecha característica de la época final de El Greco. La complejidad de la visión incluyó además una alegoría del río Tajo –la escultura dorada que vierte el agua y la prosperidad- y la imagen religiosa más significativa del lugar: la Virgen imponiendo la casulla a San Ildefonso. Por otra parte, destaca la situación del Hospital de Tavera, apareciendo sobre una nube, en referencia explícita al administrador del edificio, Pedro Salazar de Mendoza, amigo del pintor y probablemente autor del encargo de la obra.
Con el fin de ilustrar la presencia de Toledo en muchas de las obras más emblemáticas de El Greco, la Vista y Planos exhibirá en la sala 8A, que se suma provisionalmente a las dos salas permanentes dedicadas al artista en el Prado, acompañada por otras tres pinturas del pintor: San Sebastián, San Andrés y San Francisco y San Bernardino; ésta última propiedad del Museo del Prado pero depositada en el Museo del Greco (Toledo) desde la apertura del mismo y recuperada temporalmente con motivo de la restauración arquitectónica del edificio, al que regresará cuando se reabra. Durante su instalación especial en esta sala, las tres obras cuentan con sendas cartelas adicionales en las que se indica qué edificios emblemáticos de la ciudad aparecen representados en cada una, como el castillo de San Servando, el puente de Alcántara, el Alcázar, el monasterio de San Bartolomé o la capilla de Montero, hitos urbanos que el público podrá buscar e identificar también en la Vista y plano de Toledo.
Gerido com uma constante vontade de «saltar para fora» das suas paredes, o Museu da Cidade de Lisboa comemora quarta-feira 100 anos na expectativa de «contaminar» a capital e deixar de ser um desconhecido entre o grande público.
Criado a 15 de Julho de 1909, data da aprovação da proposta do vereador republicano Tomás Cabreira, o Museu da Cidade teve um percurso atribulado, ao longo do qual foi enriquecendo o seu espólio: arrancou nos Paços do Concelho, passou pelo Carmo e pelos palácios Galveias e Mitra e, em 1979, foi finalmente instalado no Palácio Pimenta, no Campo Grande.
Ao longo da sua história, manteve como missão retratar Lisboa no passado e no presente, um objectivo a que se soma a intenção de «projectar o futuro» e ter uma crescente capacidade interventiva num território urbano, recusando ser apenas um edifício.
«O Museu é feito de muitas coisas, que são uma cidade: história, passado, presente, pessoas, arquitectura, identidade, diversidade cultural», disse à Lusa a directora, Ana Cristina Leite, lamentando que, apesar de os idosos e as crianças participarem em várias actividades, a casa não seja tão visitada quanto o desejado.
«O público em geral, que não está dentro destas duas ‘categorias’, é talvez o que falha mais e falha porque, como nos apercebemos, as pessoas não conhecem o Museu da Cidade. Há quem passe aqui à porta e, de repente, diga ‘ah, isto é um museu’», contou.
Segundo a responsável, a falta de interesse dos média e os limites financeiros (trata-se de um equipamento municipal) podem estar na origem do desconhecimento, mas não impedem que a equipa se empenhe em chamar a atenção dos cidadãos e pedir-lhes que «dêem algo de si».
Em finais de Agosto, será lançada nas ruas a campanha «Lisboa tem histórias», que «contaminará» a capital com percursos de pessoas anónimas que fizeram a cidade, e será realizada em breve uma consulta online para o público dizer o que gostaria de ver na instituição.
Além disso, o equipamento vai continuar a «saltar para fora das paredes do seu edifício», como já fez quando reuniu novos núcleos como o Museu do Teatro Romano ou se tornou, na década de 1960, pioneiro a nível de arqueologia urbana.
Actualmente, está em curso um projecto de valorização da Cerca Velha e está a ser pensada a remodelação do Museu.
Hoje, o primeiro século do equipamento será assinalado com um passeio às hortas do Campo Grande, jogos tradicionais, reconstituições históricas, um piquenique e outras animações entre as 10:00 e as 18:00 numa iniciativa com entrada gratuita. Diário Digital / Lusa
María Jesús Ávila escreveu em 2005, no âmbito da Exposição “DE 1850 AOS PRIMEIROS MODERNISMOS”, o texto que a seguir se reproduz, como que antecipando a Exposição “De Amadeo a Paula Rego, 50 Anos de Arte Portuguesa (1910-1960)”, inaugurada anteontem no MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA – MUSEU DO CHIADO.
Maria João Caetano publicou ontem no DN um Especial dedicado à Exposição, que inclui uma entrevista ao Director do MNAC, Pedro Lapa; Esta página foi elaborada a partir do Programa da Exposição.
Em busca de cristãos e especiarias, os portugueses, pioneiros da globalização nos séculos XVI e XVII, trouxeram o mundo à Europa. De 15 de Julho a 11 de Outubro de 2009, o Museu Nacional de Arte Antiga traz a Lisboa objectos raros, que mostram o diálogo entre culturas de povos distantes.
A Exposição Encompassing The Globe – Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII será, seguramente, a par das exposições A Evolução de Darwin e Estrelas de Papel: Livros de Astronomia dos Séculos XIV a XVIII (até 31 de Julho, na Biblioteca Nacional), uma das grandes Exposições do ano, em Portugal.
Coloquei toda a informação disponível no site do MNAA nesta página, com imagens absolutamente extraordinárias!
Através do programa “A Obra Convidada”, o Museu do Prado inaugura um novo modelo de exposição que pretende trazer aos visitantes obras notáveis de outros museus, com o duplo objectivo de enriquecer a visita e estabelecer um termo de comparação que permita reflectir sobre as obras residentes do Prado.
A obra eleita para inaugurar o programa (até 21 de Junho), La Madeleine á la Veilleuse de Georges de La Tour (1593-1652), representa La Madeleine, símbolo da redenção através do arrependimento, num cenário nocturno, iluminado por uma vela que cria violentos contrastes nos seus instrumentos de meditação – os livros sagrados, a cruz e a caveira, símbolo da morte -, objectos que constituem uma das mais belas naturezas mortas do autor. La Tour representa La Madeleine com um aspecto delicado, longe dos seus camponeses rústicos, soldados ou músicos de rua, todos de aspecto plebeu e alheios à simplicidade espiritual desta pintura.
Ainda que tendo em comum as preocupações com a luz, La Tour explorava o chiaroscuro da luz artificial, enquanto Vermeer procurava trazer a luz natural para dentro das suas obras (aqui, aqui e aqui).
Feita para não passar despercebida, a revista/catálogo do novo Museu do Design e da Moda é visualmente atraente (a começar pela capa), mas é no interior que nos rendemos ao conceito, um excelente tónico para contrariar o cinzentismo destes dias. Vale a pena dar uma espreitadela em algumas páginas, aqui.
