Archive for the ‘ Perscrutando o Infinito… ’ Category

O primeiro homem a pisar a Lua faz hoje 79 anos

O ex-astronauta americano Neil Armstrong nasceu a 5 de Agosto de 1930. Tinha 38 quando se tornou mundialmente famoso: o módulo lunar Eagle levou os primeiros homens à superfície da Lua em 1969 e Armstrong transmitiu para a Terra a frase que marcou o mais famoso pequeno passo de sempre. Antes de trabalhar para a Nasa, Armstrong esteve na Marinha americana e participou na Guerra da Coreia. Terminado o serviço na Marinha, concluiu os estudos, licenciou-se em Engenharia Aeronáutica e encontrou trabalho como piloto de testes numa base aérea. Nessa altura, pilotou um avião experimental que abriu caminho à exploração espacial: o aparelho ultrapassava os 60 quilómetros de altitude (um avião comercial voa a cerca de 11) e serviu como rampa de lançamento para a construção de foguetões. Em 1962, Armstrong tornou-se astronauta e quatro anos depois participou pela primeira vez numa missão espacial. Em 1969, juntamente com Buzz Aldrin e Michael Collins (que não pisou solo lunar), o astronauta (…) protagonizou a ida à Lua. Logo no ano seguinte, saiu da Nasa, fez um mestrado e foi professor na Universidade de Cincinnati, nos EUA, durante oito anos. Tal como a maioria dos restantes astronautas que viveram a euforia da corrida espacial, Armstrong é um forte defensor da ida do Homem a Marte. Nos anos recentes, reduziu ao mínimo as suas aparições públicas. Via.

The Shape of Space to Come

Esta é uma imagem espectacular da cratera situada no cimo do Monte Olimpus em Marte, o vulcão mais alto do Sistema Solar. O Monte Olimpus tem uma altura de 27 km e uma extensão de quase 600 km.

A sua cratera possui uma profundidade de cerca de 3 km. Esta imagem, obtida pela sonda Mars Express da ESA, foi tirada a partir de uma altitude de 273 km no dia 21 de Janeiro de 2004 e cobre cerca de 102 km de extensão. Via.

ESA - Monte Olimpus visto pela Mars Express - 21 de janeiro de 2004

“Na Lua”

Durante 40 anos estive convencido que as imagens da alunagem da Apollo 11 foram transmitidas em diferido, pela razão de as ter visto só no dia seguinte; Até que, esta semana no Twitter, Vasco Matos Trigo teve a gentileza de me esclarecer que A RTP transmitiu em directo, com imagens cedidas através na cadeia japonesa. Foi durante a madrugada, numa emissão conduzida pelo José Mensurado.
Uma coisa é certa: Não me conseguem convencer – depois de ter visto aquelas imagens e de seguida ter ido a correr para a janela – que os tipos que vi aos pulinhos no Mar da Tranquilidade não eram Buzz Aldrin e Neil Armstrong!
Ao longo dos últimos dias, tem sido uma aventura acompanhar a viagem. Vale a pena espreitar!

“Buzz” a caminho da Lua

Do dia 16 de Julho de 1969 não tenho memória; Só do dia 21, salvo erro, quando a RTP transmitiu as imagens. Mas John Noble Wilford tem-na bem fresca! 🙂

Relativismo Moral

O jovem pai de Aveiro foi acusado de negligência grosseira ao esquecer-se do seu bébé dentro do carro, onde morreu por hipertermia. Antes disso, tinha-se esquecido de deixar o seu bébé no infantário.
Amá-lo-ia menos que ao outro filho? Menos do que eu amo a minha filha?
No entanto, a superioridade moral vigente, alheia às responsabilidades próprias na formação dos novos escravos com que alimenta o mercado de trabalho, não hesita em julgar, a começar na praça pública – com que legitimidade?-, a tragédia familiar e a culpa eterna de um homem que nunca se perdoará por este esquecimento fatal. Sem compaixão.

cornelius-van-haarlem-massacre-of-the-innocents-1591

O Pathos de John Martin

Pintor inglês e gravador de mezzotint, célebre pelas suas cenas melodramáticas e eventos cataclísmicos povoados de figuras minúsculas colocadas em enormes cenários arquitectónicos, John Martin (1789-1854) teve tanto de popular pelas suas gravuras como de polémico pelo sensacionalismo vulgar das suas pinturas.
Martin trabalhou os meios tons não só na reprodução das suas obras, mas também em composições originais. Particularmente notáveis são as suas ilustrações para a Bíblia e para o Paraíso Perdido do Milton.

John Martin – Dilúvio, 1828

O trabalho de John Martin era dedicado à ideia de declínio e queda. Eram por isso frequentes nos seus trabalhos as alusões aos movimentos femininos que denunciavam a corrupção social e sexual, que teriam estado na origem da queda da antiga Babilónia.Ideias que, embora afastadas do centro de influência das suas gravuras como fonte para os trabalhos de reconstituição da antiga Mesopotâmia nas recentes escavações arqueológicas no Iraque, demonstram o processo metaléptico de Eric Voegelin, pelo qual a moderna visão cultural é influenciada pelo desejo de saber, pela necessidade de questionar o fundamento da participação divina na natureza humana.

‘The broad walls of Babylon shall be utterly broken, and her high gates shall be burned with fire; and the people shall labour in vain…’, Jeremiah (51:58)

John Martin (1789-1854) – The Fall of Babylon, 1835 – © Trustees of the British Museum

Saudade

Querida Maria,
Contigo descobri Corto Maltese, com quem fizemos viagens imaginárias, fruto da paixão comum  pelos mares do sul. Também ele não resistiria aos teus olhos bonitos!
Na viagem da vida, embora separados por trajectos diferentes, mantivemos o afecto e o mesmo profundo amor pelos nossos filhotes. Quis o acaso que soubesse, precisamente no dia do teu aniversário, do teu desaparecimento.  
Sem comparação com a saudade do teu filho Pedro,  quero que saibas que a tua ausência far-me-á sempre companhia.

maria-cortesao_1982

5 anos de blogger

Em 2004, iniciei-me na bloga com o Luminescências. Em 2005, criei o Iconographos, em 2006  o Sétima Colina e Aqui Jazz o Fado. No início do ano passado agreguei os quatro neste blog e por aqui vou ficar. Cinco anos depois de viver em casas alugadas,  a primeira medida anti-crise será ter casa própria, em http://abrancoalmeida.com

Crisis? What Crisis? 🙂

O clarão que ilumina o seu próprio caminho…

Entender o texto espiritual alquímico Rosarium Philosophorum pelo misticismo, constitui exercício idêntico àquele de entender a poesia através de fábulas e parábolas.

Foto de JTM

Foto de JTM

 

Parece-me esta a introdução ideal para assinalar a presença do radiestesista  Tom Graves em Portugal. O autor de Agulhas de Pedra (Zéfiro), propõe – em confronto com a arqueologia convencional – um conjunto de princípios e finalidades para os círculos de pedras (cromeleques), que justificam a existência uma cultura megalítica de antas e menires com mais de 50 mil anos , período muito anterior ao proposto pelos arqueólogos que, segundo Tom Graves, não introduzem a sacralidade na equação.

Hoje, a convite da Comissão das Celebrações do Equinócio e do Solstício, de que o amigo Jorge Trabulo Marques é membro, Tom Graves irá ao local sagrado de Tambores-Chãs para, no Santuário Rupestre próximo de Vila Nova de Foz Côa, estudar as pedras do sol e, quem sabe, confirmar a sua teoria de que «Em toda a parte existe uma interacção entre as pessoas e o lugar – e o lugar também tem as suas escolhas.»  

 

É precisamente aqui que se centra a minha curiosidade:

Na tentativa de compreensão do “espírito do lugar” (genius loci) e conhecimento dos Mistérios da Terra.

O céu como limite

Nikolaus Kopernikus

Nikolaus Kopernikus

 

A Europa mostra esta semana ao mundo que está um passo à frente no serviço de tratamento de informação, através do Projecto GMES de monitorização dos dados de satélites.

Agora rebaptizado de Kopernikus, em homenagem ao astrónomo polaco Copérnico, o Projecto tem como missão coordenar a utilização das imagens de satélite, que fornecerá serviços de gestão de emergências, de monitorização do solo e do meio marinho a quem deles necessitar, em nome do bem comum.

 

 

Ligações úteis: