O clarão que ilumina o seu próprio caminho…

Entender o texto espiritual alquímico Rosarium Philosophorum pelo misticismo, constitui exercício idêntico àquele de entender a poesia através de fábulas e parábolas.

Foto de JTM

Foto de JTM

 

Parece-me esta a introdução ideal para assinalar a presença do radiestesista  Tom Graves em Portugal. O autor de Agulhas de Pedra (Zéfiro), propõe – em confronto com a arqueologia convencional – um conjunto de princípios e finalidades para os círculos de pedras (cromeleques), que justificam a existência uma cultura megalítica de antas e menires com mais de 50 mil anos , período muito anterior ao proposto pelos arqueólogos que, segundo Tom Graves, não introduzem a sacralidade na equação.

Hoje, a convite da Comissão das Celebrações do Equinócio e do Solstício, de que o amigo Jorge Trabulo Marques é membro, Tom Graves irá ao local sagrado de Tambores-Chãs para, no Santuário Rupestre próximo de Vila Nova de Foz Côa, estudar as pedras do sol e, quem sabe, confirmar a sua teoria de que «Em toda a parte existe uma interacção entre as pessoas e o lugar – e o lugar também tem as suas escolhas.»  

 

É precisamente aqui que se centra a minha curiosidade:

Na tentativa de compreensão do “espírito do lugar” (genius loci) e conhecimento dos Mistérios da Terra.

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