Na ressaca dos Óscares e rendido à evidência do fenómeno Slumdog que, entre outros, recebeu merecidamente o de melhor banda sonora, aqui ficam duas referências da boa música de influência indiana: Nitin Sawhney e Talvin Singh.
Em 1659, a monarquia foi restaurada e Carlos II assumiu o trono. A Inglaterra conheceu então tempos de maior liberdade social e cultural. Foi neste enquadramento que, não se sabe ao certo em que dia, nasceu Henry Purcell, cuja efeméride dos 350 anos do seu nascimento se comemora este ano.
Tenho andado entretido a introduzir algumas páginas sobre temas actuais que me interessam e que irão sendo actualizadas.
A saber:
Uma sobre os Óscares, com mais uma noitada em perspectiva, a 22 deste mês; Outra sobre fotografia em cinema, de Annie Leibovitz – Film Noir.
Duas sobre grandes compositores de quem se comemoram bicentenários, respectivamente, da morte de Joseph Haydn e do nascimento de Felix Mendelssohn.
Ainda à volta dos sons, uma página desenvolvida a partir do programa Musica Aeterna, produzido por João Chambers para a Antena 2. Um belíssimo programa, emitido no dia 31 de Janeiro, dedicado a assinalar dos 500 anos da publicação, em Veneza, do tratado De Divina Proportione de Luca Pacioli, o qual trata, essencialmente, o número de ouro e a sua aplicação na arquitectura e na pintura.
Outra sobre Rembrandt está na forja…
Especialmente actual, num tempo incerto para a nossa espécie, a página dedicada a Charles Darwin, cujo bicentenário do nascimento se comemora este ano, a par os 150 anos de “A Origem das Espécies”. A não perder, a Exposição que inaugura depois de amanhã na Gulbenkian.
Recordo, no trigésimo aniversário da morte de meu pai, Tabacaria, por João Villaret:
Vamos então às comemorações do duocentésimo aniversário sobre o nascimento de Felix Mendelssohn (1809-1847), de quem tive oportunidade de ouvir no passado domingo uma obra de que gosto muito, a Sinfonia n.º 4 – Italiana!
Entre grandes violinistas como Anne-Sophie Mutter, David Oistrakh, Yehudi Menuhin, Itzhak Perlman, Pinchas Zukerman ou Augustin Dumay, destaco hoje a encantadora Sarah Chang, de quem aqui havia falado, com esta interpretação alegre e muito apaixonada do Violin Concerto in E minor, Op.64, num concerto da Filarmónica de Nova Iorque, dirigida pelo honorável maestro alemão Kurt Mazur.
Que dizer de um trompetista que tocava como poucos, entre os quais o senhor da posta anterior?
No final dos Anos 50, Freddie Hubbard participou em vários trabalhos com os irmãos Wes e Monk Montgomery.
Freddie Hubbard & Art Blakey – Moanin’
Seguiu-se o período de ouro, The Blue Note Years 1960-1965: Tocou no grupo de Art Blakey and the Jazz Messengers (com Wayne Shorter, Curtis Fuller, Cedar Walton e Reggie Workman), nomeadamente em Caravan e Free For All; Gravou Maiden Voyage e Empyrean Isles com Herbie Hancock; Free Jazz com Ornette Coleman; Out to Lunch com Eric Dolphy, Ascension com John Coltrane, Africa Brass com John Coltrane e Eric Dolphy e Ready for Freddie com Wayne Shorter. Tocou ainda com Bobby Hutcherson em Dialogue. Chega? 🙂
Freddie Hubbard e Joe Henderson em Maiden Voyage, de Herbie Hancock
Já sei que vou ser acusado de herege, que para falar dos Yes só se for sobre o Relayer e Going for the One… mas tenho andado com esta música na cabeça… e nervoso miudinho, também, enquanto não tenho o disco de volta! DEMORA MUITO?! 🙂
Ludwig van Beethoven nasceu neste dia, em 1770; Ainda esta semana, a 20, passam 26 anos sobre a morte de Artur Rubinstein, um dos grandes pianistas do século passado.
Não sendo Rubinstein um dos maiores executantes de Beethoven, servem as datas de pretexto para ver e ouvir o primeiro movimento do Concerto para piano No. 3 e homenagear ambos.
David Hockney 25 Fondation Louis Vuitton Du 09/04/25 au 31/08/25
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Jos d’Almeida
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.