Sejamos todos Felizes, e dêmos as boas entradas ao Verão
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O mesmo poema de Rudyard Kipling em português
Eu tenho fairplay, a sério que tenho. Estou triste por a Selecção ser eliminada, mas no final os alemães foram humildes e souberam sofrer. Verificar isto numa selecção candidata a ganhar o torneio engrandece a nossa equipa. Saimos por isso de cabeça levantada, ao contrário do campeão europeu em título e do finalista vencido do último Mundial, que saíram pela porta pequena.
Nós praticamos bom futebol, temos jogadores que são admirados por milhões, estamos entre os melhores. Mas nem sempre os melhores ganham. Desta vez, foi pena que o juiz da partida tivesse fechado os olhos ao golo ilegal da Alemanha, por ser decisivo.
Apesar de Cristiano Ronaldo se arriscar a ser considerado o jogador mais pequeno do Euro, não são os nossos jogadores que são pequenos, é o país.
Ballack sempre na jogada. Será o famosíssimo 13 alemão o inimigo número 1 de Portugal? Lembrar-se-á Scolari de que em 2002, quando derrotou a Alemanha e garantiu a conquista do Mundial para o Brasil, os alemães não tinham Ballack? Não será Ballack o motor germânico e merecedor de atenção especial?
Tanta questão junta motivou por parte de Scolari, ontem, um súbito remexer do bolso direito das calças do fato de treino. De lá o seleccionador retirou uma folha e pareceu preparar-se para um discurso. O que haveria de especial naquela súbita cábula?
O seguinte: «Vamos ao que interessa: o n.º 17 da Alemanha [Mertesacker] tem 1,98 metros; o n.º 13, que é Ballack, 1,88; o Klose tem 1,82; Mario Gomez 1,89; o 21 [Metzelder] 1,94. Temos é de nos preocupar com isso e mais um pouco até, pois os meus jogadores têm 1,15 metros ou 1,20 metros. Acham que devia preocupar-me só com Ballack? É verdade que ele está provavelmente na melhor forma dos últimos anos, que é grande jogador e tem enorme influência na Alemanha, mas o que me preocupa é ter de armar situações de jogo para superar as diferenças de estatura nas bolas paradas. Aliás, falam de Ballack mas a Alemanha também tem Lahm, um dos melhores laterais do Euro.»

A história começa em 1913, pela mão de Thomas Mann, que escreveu o livro. Luchino Visconti assinou em 1971 esta obra-prima, que deu a Dirk Bogarde a melhor interpretação da sua vida. Finalmente, o Maestro Zubin Mehta conduziu a Filarmónica de Israel na interpretação deste Adagietto da 5ª Sinfonia de Mahler, uma das músicas da minha vida.
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O HARPS pode não ter pedigree, mas tem faro, que é o que interessa
Um grupo de astrofísicos do Observatório da Universidade de Genebra revelou ontem a descoberta de cinco planetas de massa idêntica à de Neptuno e Urano, que normalmente são apelidados de super-Terras, por terem uma dimensão inferior a 30 vezes a do planeta azul.
Três dos planetas gravitam em torno da estrela HD 40307, um corpo celeste algo menor que o Sol, que se situa a 42 anos–luz da Terra, ao Sul da constelação de Dorados e perto da de Pictor, que fazem parte da galáxia Grande Nuvem de Magalhães, que é satélite da Via Láctea. Em termos celestes, pode dizer-se que estes novos planetas são quase vizinhos do sistema solar.
Os planetas da estrela HD 40307 têm todos órbitas muito rápidas, entre 4,3 e 20,4 dias, e as suas massas variam entre 4,2 e 9,4 vezes a da Terra.
Segundo a revista Science Daily, os planetas com órbitas breves são mais fáceis de captar pelos telescópios do que os que têm órbitas mais longas.
No entanto, a equipa chefiada por Michel Mayor acredita que dentro de dois ou três anos conseguirá encontrar planetas desse género.
via DN
Para celebrar a Roda do Sol e saudar a entrada do Verão, nos próximos dias 20 e 21 decorre o Festival Solsticial, no lugar dos Tambores – A Rota dos Templos do Sol – arredores de Chãs, Concelho de Vila Nova de Foz Côa.
O ponto alto dos festejos, dia 21, a partir do meio da tarde, com a participação da Associação Cultural Pagã e os Grupos de Gaiteiras (Las Trailarailas) e Pauliteiros de Duas Igrejas, Miranda do Douro, após o que haverá um arraial popular com sardinhada e febras, animado por concertinas, no adro da igreja.
Informação completa na página Solstício de Verão
Post editado para reparar o lapso de não ter referido o nome do meu amigo Jorge Trabulo Marques, a quem agradeço a informação, sem a qual não teria conseguido criar a página acima referida.
Ao longo da sua vida, Vincent Van Gogh (1853–1890) experimentou a paradoxal tarefa de representar a noite através da luz. Para isso, seguiu a tendência dos Impressionistas de “traduzir” os efeitos visuais da luz através de múltiplas combinações de cor. Simultaneamente, esta preocupação de Van Gogh traduziu-se no desejo em mesclar o visual e o metafórico, no sentido de produzir obras de arte frescas e profundamente originais. Estas diferentes preocupações artísticas encontram-se nas suas pinturas sobre crepúsculos e paisagens nocturnas.

A obra Starry Night – 1889, pertencente ao MOMA, será integrada na Exposição Van Gogh and the Colors of the Night que terá lugar no Van Gogh Museum no início do próximo ano e que pretende apresentar uma nova perspectiva das representações de Van Gogh e dos efeitos de luz nesses ambientes nocturnos.
Na Antiguidade Clássica, entendia-se por belo o que agradava, o que era atractivo ao olhar, ou o que era belo espiritualmente, não coincidente com a beleza do corpo?
Para Platão, a única realidade era a do mundo das ideias, de que o nosso mundo material é uma sombra e imitação; O feio era assim o não-ser, uma imperfeição do mundo ideal.
Aristóteles, na Poética, dizia sobre a origem da Poesia, que o imitar é congénito no homem, pois os primeiros ensinamentos lhe são proporcionados pela imitação, tão mais agradável quanto mais perfeita.

A tradição satírica, difundida na Europa pelos humanistas, é bem patente na obra Esopo, de Diego Velazquez
Este Esopo, de nariz achatado, não era provavelmente o homem simples, de traços marcados pelo trabalho , que representava o ideal cínico da modéstia e da sabedoria das pessoas vulgares da sua época; Velázquez deu a Esopo as características típicas do homem cabeça-de-boi, das Fábulas. Os olhos assumem igualmente relevo, pelo tom de desprezo e de ironia, característicos nos anões e nos tolos de Velázquez.

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