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a páginas tantas…

Tenho andado entretido a  introduzir algumas páginas sobre temas actuais que me interessam e que irão sendo actualizadas.

A saber:

Uma sobre os Óscares, com mais uma noitada em perspectiva, a 22 deste mês; Outra sobre fotografia em cinema, de Annie Leibovitz – Film Noir.

Duas sobre grandes compositores de quem se comemoram bicentenários, respectivamente, da morte de Joseph Haydn e do nascimento de Felix Mendelssohn.

Ainda à volta dos sons, uma página desenvolvida a partir do programa Musica Aeterna, produzido por João Chambers para a Antena 2. Um belíssimo programa, emitido no dia 31 de Janeiro, dedicado a assinalar dos 500 anos da publicação, em Veneza, do tratado De Divina Proportione de Luca Pacioli, o qual trata, essencialmente, o número de ouro e a sua aplicação na arquitectura e na pintura.
Outra sobre Rembrandt está na forja…

Por falar em pintura! Se a Exposição de Francis Bacon no Museu do Prado merece destaque, a monumental Babilónia no British Museum… só visto!

Especialmente actual, num tempo incerto para a nossa espécie, a página dedicada a Charles Darwin, cujo bicentenário do nascimento se comemora este ano, a par os 150 anos de “A Origem das Espécies”. A não perder, a Exposição que inaugura depois de amanhã na Gulbenkian.

Recordo, no trigésimo aniversário da morte de meu pai, Tabacaria, por João Villaret:

Felix Mendelssohn – 200 anos

Celebremos hoje o nascimento de Felix Mendelssohn , ouvindo a sua música.

Coloquei no imeem as Sinfonias nºs 3 -Escocesa e nº 4  – Italiana. Requer registo.

Começando com  Song without words in D, por Jacqueline du Pré

Ainda, teimosamente, um excerto do Violin Concerto in E minor, Op.64, também dirigido por Kurt Mazur, mas agora com Anne-Sophie Mutter

Finalmente, Lang Lang no Piano Trio in d-Moll, op. 49, segundo movimento – Andante con moto tranquillo

Mendelssohn

Vamos então às comemorações do duocentésimo aniversário sobre o nascimento de Felix Mendelssohn (1809-1847), de quem tive oportunidade de ouvir no passado domingo uma obra de que gosto muito, a Sinfonia n.º 4 – Italiana!

Entre grandes violinistas como Anne-Sophie Mutter, David Oistrakh, Yehudi Menuhin, Itzhak Perlman, Pinchas Zukerman ou Augustin Dumay, destaco hoje a encantadora Sarah Chang, de quem aqui havia falado, com esta interpretação alegre e muito apaixonada do Violin Concerto in E minor, Op.64, num concerto da Filarmónica de Nova Iorque, dirigida pelo honorável maestro alemão Kurt Mazur

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