Estrelas de Papel

Integrada nas comemorações do Ano Internacional da Astronomia, a Exposição Estrelas de Papel: Livros de Astronomia dos Séculos XIV a XVIIIBN, até 31 de Julho – reúne as mais emblemáticas obras da história da astronomia em Portugal, manuscritas e impressas, originárias de diversos arquivos.
Mais informação, aqui.

Obras digitalizadas na BND:
Tratado da sphera com a Theorica do Sol e da Lua (1537)
Petri Nonnii Salaciensis Opera, quae complectuntur… (1566)
Petrii Nonii Salaciensis, De Crepusculis Liber Vnus… (1573)
Petri Nonii Salaciensis De Arte Atque Ratione (1573)
Institutio Astronomica, juxta Hypotheseis Tam Veterum…  (1653)
Sidereus Nuncius, Magna Longeque Admirabilia… 
 (1653)
Proposita philosophorum arabum [ Manuscrito] 1701)
Tratado sobre certas duvidas da navegação (1911)
Tratado sobre certas duvidas da navegação (1912)
Tratado sobre certas duvidas da navegação (1913)

 

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celebrações em 2009

Durante parte do mês de Abril, esteve ali ao lado a pergunta “Qual dos 4 magníficos celebrados este ano é o seu preferido?”, referente a quatro compositores incontornáveis – um verdadeiro alinhamento dos planetas!

Henry Purcell, cuja efeméride dos 350 anos do seu nascimento se comemora este ano,  Georg Frideric Handel, quando passam 250 anos da sua morte; As comemorações dos 200 anos que passam sobre a morte de Joseph Haydn e o nascimento de Felix Mendelssohn.

Os meus agradecimentos ao visitante que votou – Haydn é o seu preferido.
O meu preferido é Handel.

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Belshazzar’s Feast

A Inscrição na parede prenuncia a queda da Babilónia do Rei Belshazzar, filho de Nebuchadnezzar.
Na Bíblia, só Daniel é capaz de ler a inscrição em Aramaico. Em Belshazzar’s Feast, os caracteres hebreus da inscrição estão dispostos em colunas verticais, em vez da habitual disposição da direita para a esquerda.

Esta será a provável explicação para a incapacidade de o rei ler correctamente a que era uma  língua corrente na época. 

Rembrandt van Rijn - The Feast of Belshazzar, 1636-38. National Gallery, Londres

 

O Livro de Daniel descreve uma enorme festa, na qual o rei e os seus convidados comem e bebem de taças de ouro, parte do espólio trazido de um templo após a queda de Jerusalém em 597 AC , uma desonra para  Belshazzar e que contribuiu para a sua queda do poder.

Esta obra-prima de Rembrandt (impressionante, particularmente pelas pequenas dimensões) ilustra, simultaneamente, a fugaz natureza do poder terreno e o dramatismo do acontecimento. Quando a festa é interrompida pelo aparecimento de uma misteriosa inscrição na parede, todos se inclinam para trás, de espanto, mas Belshazzar – com tamanho sentimento de culpa aos olhos de Deus – mostra uma expressão mais carregada que a dos seus convidados.
Em antecipação a obras bíblicas posteriores, mais instrospectivas, Rembrandt dá menor importância à opulência do palácio para se focar essencialmente no rei, concentrando-se mais no aspecto das emoções que na precisão histórica.

Libertas.eu

Pode sempre votar nos suspeitos do costume mas, se não comprou o Tratado de Lisboa  e se sente mais cidadão de um estado-membro que cidadão da União, vote no candidato português da Libertas às Eleições Europeias, o deputado Pedro Quartin Graça, do MPT-Partido da Terra

Feira do Livro

Feira do Livro de Lisboa

Este ano, a Feira do Livro começa mais cedo e decorre de 30 de Abril a 17 de Maio.
Parece que vai ser mais funcional. E bonita, digo eu!
Horário: 2ª a 5ª Feira, das 12h30 às 20h30 – 6ª e véspera de feriados, das 12h30 às 23h00
Sábados, das 11h00 às 23h00 – Domingo, das 11h00 às 22h00

Com este calendário, é preciso ser muito optimista em relação à metereologia! A hora de almoço parece-me bem, desde que não haja só farturas e algodão-doce para enganar o estômago, pois o fecho às 20:30 significa jantar mais tarde. Sugiro assim a seguinte campanha: a quem comprar um livro às 13:00 e outro às 20:00, é oferecido um jantar num dos tascos do Jardim Amália. Não sou esquisito!

Quando os cidadãos “postam” a cidade

Por Rui Pedro Antunes, no Diário de Notícias.

25 de Abril – Páginas da História

Em 1974, tinha 13 anos. Lembro-me que lia os vespertinos Diário Popular e A Capital. Dois dias depois da Revolução, comprei a Edição Especial de O Século Ilustrado e retive, desde então, as palavras de alguém que estaria junto à banca dos jornais: “Guarda, que um dia vais mostrar aos teus netos”.
Embora esse dia ainda não tenha chegado, aqui fica o Documento, que está publicado na minha página do Issuu.

As reportagens fotográficas são de Eduardo Gageiro, Fernando Baião, Francisco Ferreira e  Afredo Cunha.

O Século Ilustrado - Suplemento ao Nº 1895, de 27 de Abril de 1974

 

verbo desapoquentar

“À la mode de chez nous” *

*Variação de " Joana Vasconcelos sobre Pomar"

 

Exumação

A justaposição de bocas braços e pernas faz, desta obra de Willem de Kooning, mais do que abstracta, talvez uma das mais tardias expressões do cubismo. Leituras?

 

Willem de Kooning - Excavation, 1950