Archive for the ‘ Música ’ Category

Mendelssohn

Vamos então às comemorações do duocentésimo aniversário sobre o nascimento de Felix Mendelssohn (1809-1847), de quem tive oportunidade de ouvir no passado domingo uma obra de que gosto muito, a Sinfonia n.º 4 – Italiana!

Entre grandes violinistas como Anne-Sophie Mutter, David Oistrakh, Yehudi Menuhin, Itzhak Perlman, Pinchas Zukerman ou Augustin Dumay, destaco hoje a encantadora Sarah Chang, de quem aqui havia falado, com esta interpretação alegre e muito apaixonada do Violin Concerto in E minor, Op.64, num concerto da Filarmónica de Nova Iorque, dirigida pelo honorável maestro alemão Kurt Mazur

2009 – O Ano de Joseph Haydn

Para ir acompanhando a efeméride do bicentenário da morte de Haydn.

Joseph Haydn [1732-1809]
Die Schöpfung – The Creation: Die Vorstellung des Chaos – Largo.
Concentus Musicus Wien – Nikolaus Harnoncourt

Freddie Hubbard (1938-2008)

Que dizer de um trompetista que tocava como poucos, entre os quais o senhor da posta anterior?

No final dos Anos 50, Freddie Hubbard participou em vários trabalhos com os irmãos Wes e Monk Montgomery.

Freddie Hubbard & Art Blakey – Moanin’

Seguiu-se o período de ouro, The Blue Note Years 1960-1965: Tocou no grupo de Art Blakey and the Jazz Messengers (com Wayne Shorter, Curtis Fuller, Cedar Walton e Reggie Workman), nomeadamente em Caravan e Free For All; Gravou Maiden Voyage e Empyrean Isles com Herbie Hancock; Free Jazz com Ornette Coleman; Out to Lunch com Eric Dolphy,  Ascension com John Coltrane, Africa Brass com John Coltrane e Eric Dolphy e Ready for Freddie com Wayne Shorter. Tocou ainda com Bobby Hutcherson em Dialogue. Chega? 🙂

Freddie Hubbard e Joe Henderson em Maiden Voyage, de Herbie Hancock

“presente perfeito” não existe…

… Na Gramática Portuguesa!
O mais parecido que me ocorre é: esta menina não tem parado de me surpreender!

Miles Davis – 50º Aniversário de Kind of Blue

Yes – 25 anos de “Owner Of A Lonely Heart”

Já sei que vou ser acusado de herege, que para falar dos Yes só se for sobre o Relayer e Going for the One… mas tenho andado com esta música na cabeça… e nervoso miudinho, também, enquanto não tenho o disco de volta! DEMORA MUITO?! 🙂

Beethoven por Rubinstein

Ludwig van Beethoven nasceu neste dia, em 1770; Ainda esta semana, a 20, passam 26 anos sobre a morte de Artur Rubinstein, um dos grandes pianistas do século passado.
Não sendo Rubinstein um dos maiores executantes de Beethoven, servem as datas de pretexto para ver e ouvir o primeiro movimento do Concerto para piano No. 3 e homenagear ambos.

Metallica: The Day That Never Comes

http://www.metallica.com/
http://www.missionmetallica.com/
http://www.metalremains.com/

Born to push you around
Better just stay down
You pull away
He hits the flesh
You hit the ground

Mouth so full of lies
Tend to black your eyes
Just keep them closed
Keep praying
Just keep waiting

Waiting for the one
The day that never comes
When you stand up and feel the warmth
But the sunshine never comes, no

No, the sunshine never comes

Push you cross that line
Just stay down this time
Hide in yourself,
Crawl in yourself,
You’ll have your time

God I’ll make them pay
Take it back one day
I’ll end this day
I’ll splatter color on this gray

Waiting for the one,
The day that never comes
When you stand up and feel the warmth
But the sunshine never comes

Love is a four-letter word
And never spoken here

Love is a four-letter word
Here in this prison

I suffer this no longer,
I’ll put an end to this I swear
This I swear

The sun will shine
This I swear
This I swear

THIS I SWEAR!!!

🙂

luz interior

A luz da manhã, que descobre o orvalho e a maré que sobe…

Não a vejo como uma luz que mais ninguém vê, nem vejo esta luz como mais ninguém vê

Simplesmente, esta visão, pertence-me.

 

Vejo-a na voz de Beth Gibbons… 🙂 

Emerson, Lake & Palmer – Fanfare For the Common Man

Inspirado numa das mais famosas fanfarras de Copland, este Fanfare For the Common Man dos ELP entra directamente para as músicas que me acompanharão para sempre. Conheci os Emerson Lake & Palmer precisamente com a Trilogia Works, em 1977; Só depois tive contacto com os trabalhos anteriores, TarkusBrain Salad Surgery. Nessa altura, ouvia-se Led Zepelin, Deep Purple, Pink Floyd… the great ones 🙂

Outras músicas que imortalizaram a banda: o divertidíssimo Welcome Back My Friends to The Show That Never Ends, Lucky Man, a famosa interpretação Pictures at an Exhibition de Mussorgsky  e uma que gosto particularmente, From the Beginning.

Ponham os amplificadores a fritar para ouvir Keith Emerson no Moog e no Hammond… puta que pariu!

Tord Gustavsen Trio

Têm recebido os maiores elogios, estes rapazes que vêm juntar-se à notável galeria de jazzmen noruegueses da ECM, como Jan Garbarek, Karin Krog e Terje Rypdal. A descobrir.

Antes de ter uma carreira em nome próprio, Tord Gustavsen já era uma importante figura na cena jazz escandinava. Tord integrou projectos com alguns dos melhores intérpretes noruegueses como Silje Nergaard, Siri Gjære, Kristin Asbjørnsen e Maria Roggen. A história do jazz ganha dimensão com criatividade de Tord Gustavsen e a sua música acaba por, inevitalmente, atravessar fronteira.
Jarle Vespestad é um dos músicos mais requisitados da Escandinavia. A sua vasta experiência inclui a partipação em diversos projectos como os célebres Farmers Market, Supersilent e Silje Nergaard Band. Para além de uma técnica feroz, Jarle Vespestad tem um sentido único de minimalismo que se destaca no seio do trio de Tord Gustavsen.

 

Harald Johnsen é um músico multifacetado que estabelece uma ponte entre diferentes gerações do jazz norueguês, sentindo-se à vontade tanto em be-bop criativo e cool jazz como projectos vanguadistas. Já actuou com Bjørn Johansen, Sigurd Køhn, Christian Reim, Jan Erik Kongshaug e em digressão com Silje Nergaard Band. No trio de Tord Gustavsen, a música de Harald Johnsen destaca-se pelas origens sólidas, inventivas e surpreendentes.

Tord Gustavsen Trio