Arquivo por Autor

Arcade Fire, o melhor concerto do Festival

Peço desculpa pela violação e pela má qualidade do áudio.
Circulam no YouTube alguns melhorzinhos…

A surpresa do primeiro dia foram os Stone Sour, muito consistentes ao vivo. Satriani, ao contrário do que li nesta crítica idiota, foi fantástico na interacção com o público e muito competente, como se esperava. De Metallica, gostei relativamente, pois o alinhamento não me pareceu muito feliz. Também, dificilmente em Portugal eles poderão voltar a fazer um concerto tão bom como o de 1993 em Alvalade. Apesar disso, Metallica são a melhor banda de Heavy e o resto é conversa. Não soube muito bem foi ter levado um pontapé nos tintins no meio do mosh, mas também ninguém me obrigou a meter-me naquele granel…
Desculpa lá, miúda! Pode ter sido o melhor concerto da tua ainda curta vida, mas os Arcade foram os reis do Festival, mai nada!

No segundo dia, os Magic Numbers foram entretidos, os Bloc Party (sem surpresa) puseram o pessoal aos pulos e finalmente a oportunidade de ver a melhor banda da actualidade: Os canadianos Arcade Fire são um prodígio!

Ao terceiro dia conheci Maximo Park e os ressuscitados e cheios de energia The Jesus & Mary Chain. A fechar, os LCD Soundsystem, que personificam a body music, num grande concerto!

No último dia, TV On The Radio, Scissor Sisters (bah!), Interpol (finalmente a oportunidade de ver uma banda de que tanto gosto) e, para acabar em festa, Underworld – voltem rapidamente que a rapaziada agradece.

Simplex


Como é fácil de imaginar, quando os serviços de emergência médica intervêm em acidentes e tentam contactar alguém próximo das vítimas, é difícil saberem a quem.

A solução reside em cada um de nós incluir na agenda do telemóvel o contacto da pessoa a contactar em caso de urgência.

O nome internacional é ICE (= In Case of emergency). Com este número inscreveremos a pessoa com a qual deverão contactar os bombeiros, polícias, INEM, protecção civil…
Quando houver várias opções poderemos assinalá-las como ICE1, ICE2, ICE3, etc.

Simplex


Como é fácil de imaginar, quando os serviços de emergência médica intervêm em acidentes e tentam contactar alguém próximo das vítimas, é difícil saberem a quem.

A solução reside em cada um de nós incluir na agenda do telemóvel o contacto da pessoa a contactar em caso de urgência.

O nome internacional é ICE (= In Case of emergency). Com este número inscreveremos a pessoa com a qual deverão contactar os bombeiros, polícias, INEM, protecção civil…
Quando houver várias opções poderemos assinalá-las como ICE1, ICE2, ICE3, etc.

Luz Boa – Red Line

Aqui fica o primeiro de três posts sobre o Projecto Luz-Boa 2006, originalmente publicados aqui

Descendo pela Rua da Misericórdia, recheada de belos exemplares de casas pertencentes à aristocracia pré e pós pombalina, chegamos ao Camões, ao Palácio do Marquês de Marialva que, após o terramoto, seria até ao século XIX uma zona insalubre conhecida como os Casebres do Loreto, por albergar pedintes e doentes.

Esta praça, recente de cem anos, ostenta a estátua de Camões, uma das mais bonitas e melhor concretizadas obras de estatuária em Lisboa. Mas é de tal forma desconsiderada, que construíram um parque de estacionamento por baixo, em cima das ruínas do antigo palácio do Marquês – que por sua vez já tinha sido construído sobre uma villa romana, o que se deduz pela quantidade de vestígios romanos que surgiram após as escavações para a construção do referido estacionamento.

excertos do texto publicado aqui.

Luz Boa – Red Line

Aqui fica o primeiro de três posts sobre o Projecto Luz-Boa 2006, originalmente publicados aqui

Descendo pela Rua da Misericórdia, recheada de belos exemplares de casas pertencentes à aristocracia pré e pós pombalina, chegamos ao Camões, ao Palácio do Marquês de Marialva que, após o terramoto, seria até ao século XIX uma zona insalubre conhecida como os Casebres do Loreto, por albergar pedintes e doentes.

Esta praça, recente de cem anos, ostenta a estátua de Camões, uma das mais bonitas e melhor concretizadas obras de estatuária em Lisboa. Mas é de tal forma desconsiderada, que construíram um parque de estacionamento por baixo, em cima das ruínas do antigo palácio do Marquês – que por sua vez já tinha sido construído sobre uma villa romana, o que se deduz pela quantidade de vestígios romanos que surgiram após as escavações para a construção do referido estacionamento.

excertos do texto publicado aqui.

Amor eterno

Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.

poema de Pablo Neruda
gravura de René Magritte

Lisboa em câmara lenta

Lisboa não tem grandes motivos para celebrações.
António Costa ganha a Câmara com os votos de 1/3 dos lisboetas e não tem maioria na Assembleia Municipal.
Acordos pontuais são sinónimo de negociação e cedências, o que não parece servir os interesses da Cidade.

A restauração de algum capital de confiança que esta eleição confere ao novo Presidente resulta de factores exógenos, mais do que mérito do próprio. A realidade é que, tal como Sócrates, foi eleito “por exclusão de partes”.
O reflexo da pobreza das propostas apresentadas é notório através de meras medidas de gestão corrente: pintar passadeiras de peões, alterar os tempos dos semáforos, arranjar os passeios, mão dura para o estacionamento ilegal, pagar dívidas a fornecedores, retirar ao fds o tráfego Terreiro do Paço(!)…
Ideias e projectos de fundo? Zero!

Lisboa ganhou em cidadania, com 1/3 dos votantes a apoiar os “independentes” Helena Roseta e o reabilitado Prof. Carmona, cujo score tanta confusão faz a Saldanha Sanches: estranho sentido democrático o do senhor, para quem o resultado de Carmona é mau para o país e para Lisboa!

Lisboa em câmara lenta

Lisboa não tem grandes motivos para celebrações.
António Costa ganha a Câmara com os votos de 1/3 dos lisboetas e não tem maioria na Assembleia Municipal.
Acordos pontuais são sinónimo de negociação e cedências, o que não parece servir os interesses da Cidade.

A restauração de algum capital de confiança que esta eleição confere ao novo Presidente resulta de factores exógenos, mais do que mérito do próprio. A realidade é que, tal como Sócrates, foi eleito “por exclusão de partes”.
O reflexo da pobreza das propostas apresentadas é notório através de meras medidas de gestão corrente: pintar passadeiras de peões, alterar os tempos dos semáforos, arranjar os passeios, mão dura para o estacionamento ilegal, pagar dívidas a fornecedores, retirar ao fds o tráfego Terreiro do Paço(!)…
Ideias e projectos de fundo? Zero!

Lisboa ganhou em cidadania, com 1/3 dos votantes a apoiar os “independentes” Helena Roseta e o reabilitado Prof. Carmona, cujo score tanta confusão faz a Saldanha Sanches: estranho sentido democrático o do senhor, para quem o resultado de Carmona é mau para o país e para Lisboa!

ao domingo é dia de limpeza

Algum dia tinha de ser…
E hoje parece-me um dia tão bom como outro qualquer para libertar espaço no disco rígido.

Agora, vou dedicar-me à impermeabilização do miocárdio. Até jazz…

Postais de Portugal – Algarve