Prémio Valmor de Arquitectura – Exposição

No Centro de Informação Urbana de Lisboa – situado no bonito Picoas Plaza – decorre até 2 de Março de 2007 a Exposição Retrospectiva 1902-2003 dos Prémios Valmor e Municipal de Arquitectura


Instituído por Fausto de Queiroz Guedes, segundo Visconde de Valmor e conceituado político e diplomata, o Prémio Valmor tornou-se o galardão por excelência da Arquitectura, destinado a premiar, nas palavras do fundador, a qualidade de uma obra de arquitectura “compatível com uma cidade civilizada”.

Edifício de escritórios, no cruzamento da Rua Castilho, 223-233 com a Rua D. Francisco Manuel de Melo, 2-8.

Autores do projecto – Arquitectos Manuel Salgado, Sérgio Coelho e Penha e Costa.
Valias – valorização do espaço em todas as áreas do edifício.

O prestigiado Prémio Valmor de Arquitectura– sinónimo de qualidade arquitectónica – é atribuido em partes iguais ao proprietário e ao arquitecto autor do projecto que reflicta o gosto dominante num determinado ano ou época (ver regulamento).

O Prémio Municipal de Arquitectura valoriza também obras de natureza diversa, normalmente mais modernas dos que as premiadas pelo Valmor.

Recentemente, passaram a estar incluidos trabalhos na área da Arquitectura Paisagista.

Publicado originalmente aqui.

Prémio Valmor de Arquitectura – Exposição

No Centro de Informação Urbana de Lisboa – situado no bonito Picoas Plaza – decorre até 2 de Março de 2007 a Exposição Retrospectiva 1902-2003 dos Prémios Valmor e Municipal de Arquitectura


Instituído por Fausto de Queiroz Guedes, segundo Visconde de Valmor e conceituado político e diplomata, o Prémio Valmor tornou-se o galardão por excelência da Arquitectura, destinado a premiar, nas palavras do fundador, a qualidade de uma obra de arquitectura “compatível com uma cidade civilizada”.

Edifício de escritórios, no cruzamento da Rua Castilho, 223-233 com a Rua D. Francisco Manuel de Melo, 2-8.

Autores do projecto – Arquitectos Manuel Salgado, Sérgio Coelho e Penha e Costa.
Valias – valorização do espaço em todas as áreas do edifício.

O prestigiado Prémio Valmor de Arquitectura– sinónimo de qualidade arquitectónica – é atribuido em partes iguais ao proprietário e ao arquitecto autor do projecto que reflicta o gosto dominante num determinado ano ou época (ver regulamento).

O Prémio Municipal de Arquitectura valoriza também obras de natureza diversa, normalmente mais modernas dos que as premiadas pelo Valmor.

Recentemente, passaram a estar incluidos trabalhos na área da Arquitectura Paisagista.

Publicado originalmente aqui.

Íntimas ligações implicam envolvimento afectivo


O sax alto Lee Konitz, que tive oportunidade de ouvir em Março de 2006 na Culturgest, como bem notou o Nuno do A Forma do Jazz, convidou um dos mais virtuosos pianistas da actualidade, Brad Mehldau (a cujo concerto de anteontem no CCB não tive possibilidade assistir – ao que parece – o público terá correspondido melhor que em Fevereiro de 2006, pois Mehldau é um músico extraordinário e merece as melhores plateias) e também o contrabaixo Charlie Haden (que salvo erro em 1990 no Coliseu dialogou com Mestre Carlos Paredes), juntaram-se em 1997 e 1999 para dois concertos, de que resultaram Alone Together e Another Shade of Blue.

Ouvir estes três discos é um puro exercício de comunhão espiritual. Sem exagero, pois não há música mais livre que o jazz.

Mudar de ares

O Sétima Colina mudou-se para aqui, onde está uma brevíssima explicação das razões.
Agradeço a gentileza e o incómodo de actualizar o link.

Até já!

alargar horizontes

Durante um ano, foram publicados cerca de setenta postas no antigo Sétima Colina. É pouco.
E poucas se idendificam com o espírito que esteve subjacente à criação do blog, daí o relativo desinteresse que se instalou naquele espaço.
Porque continuo com vontade de alimentar o conhecimento sobre a cidade onde nasci, vou tentar fazer melhor neste espaço que no anterior.
Ainda assim, serão aqui republicados os posts que melhor se enquadram no que pretendo seja um espaço de partilha sobre esta Lisboa que eu amo.

alargar horizontes

Durante um ano, foram publicados cerca de setenta postas no antigo Sétima Colina. É pouco.
E poucas se idendificam com o espírito que esteve subjacente à criação do blog, daí o relativo desinteresse que se instalou naquele espaço.
Porque continuo com vontade de alimentar o conhecimento sobre a cidade onde nasci, vou tentar fazer melhor neste espaço que no anterior.
Ainda assim, serão aqui republicados os posts que melhor se enquadram no que pretendo seja um espaço de partilha sobre esta Lisboa que eu amo.

Nomeações para os Óscares

Este ano, aqui o laureado António decidiu não publicar fotos das candidatas a melhor actriz principal; Só se fosse a Raimunda, mas com um nome destes… o melhor é despachar isto e entregar a coroa a Sua majestade, que merece ser rainha por uma noite!

Relativamente à escolha para actor principal, a tarefa está facilitada, pois nesta sala não se penduram posters de gajos; E como não vi nenhum dos filmes pelos quais os senhores estão nomeados, não tenho candidato. Talvez seja o ano de sorte deste rapaz que, já em The Departed – Entre Inimigos mostrou estar muito crescido como actor.

Mark Wahlberg, nomeado precisamente por The Departed – Entre Inimigos para melhor actor secundário (que aconteceu ao génio?), não deve ofuscar o excelente Alan Arkin em Little Miss Sunshine – Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos – uma agradabilíssima surpresa nas nomeações para melhor filme, esta genial comédia!

Com uma concorrência destas, seria pedir demais ver a menina Olive receber o prémio para melhor actriz secundária! Por isso, para não haver reclamações, o boneco deve ir para a Amélia!
Um boneco que também fica (muito) bem entregue é o de melhor filme a The Departed. E não é por ser um filme grande…
O Apocalypto não foi nomeado para melhor filme em língua estrangeira? Estranho.

And the Oscar for Best Director goes to… ….!

Nominalmente



Este cais onde nominalmente a corda foi deslocada

fazia-me pensar que eu dissera a uma das vozes
que era uma junção. Mas vi partir à mesma distância
quilha, proa e centro. Começou o afastamento.
Aperfeiçoo as imagens que distinguem os lugares.
Água dispersiva, equidistância do sol, ambivalência
das margens. Cruel grito tradicional da gaivota,
no ponto onde adeja e pesca. Cada sentimento
acumula demasiadas referências para uma respiração.

Fiama Hasse Pais Brandão (1938-2007)

Condição humana, de Oskar Kokoschka

Este checo de nome engraçado esteve presente na Exposição de Amadeo de Souza-Cardoso – Diálogo de Vanguardas com um conjunto de litografias do período 1906-1908.

“El arte de la representación humana propio de Kokoschca cobra una posición excepcional y destacada dentro de la pintura europea del siglo XX. Retratos como el del distinguido matrimonio compuesto por Victoire y Joseph de Montesquiou-Fezensac o el del aristócrata italiano Conte Verona, enfermo de tisis, que pintó en el sanatorio de tuberculosos Mont Blanc en Leysin a comienzos de 1910, durante su primer viaje a Suiza en compañía de Adolf Loos, evidencian de manera estremecedora la forma despiadada en que Kokoschka, bajo la influencia de la pintura de Edvard Munch y Vincent van Gogh, espolea más allá de la máscara del decoro su indagación de la conditio humana, alentada por la empatía y la piedad. La compostura aparente, mantenida únicamente con esfuerzo o incluso perdida por completo, no llega a distraer nuestra atención del desvalimiento, desamparo y soledad que nos salen al encuentro desde estos rostros.

Y sin embargo, qué diferente el aura cautivadora que irradia el retrato de Bessie Bruce, entonces compañera de Adolf Loos, cuya enfermedad pulmonar motivó el viaje al lago Lemán que emprendieron con ella Loos y Kokoschka. (…) Los retratos de Adolf Loos y Herwarth Walden, que se llevó a Kokoschka a Berlín en 1910 para que colaborara desde el primer momento en la redacción de la revista Der Sturm, fundada por él como portavoz de la vanguardia artística europea, son iconos de la amistad, desde los que habla un profundo agradecimiento. Este profundo agradecimiento late también tras la delicada ternura con que ha captado y reproducido los rasgos de Lotte Franzos.” (Johann Winkler)

Postais de Sintra – Graffiti