Archive for the ‘ Concerto ’ Category

Temporada de Concertos a seis Órgãos – Basílica do Palácio Nacional de Mafra

A nova temporada de Concertos a Seis Órgãos, na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, tem início no próximo dia 5 de Maio e repete-se no primeiro domingo de cada mês, até Dezembro.
Esperemos que o impacto destes eventos sensibilize os responsáveis da Direcção-geral do Património Cultural e da Secretaria de Estado da Cultura para a necessidade urgente de iniciar as obras de recuperação dos sinos dos carrilhões.

Temporada de Concertos a seis Órgãos - Basílica do Palácio Nacional de Mafra

PROGRAMA:
GEORG FRIEDRICH HAENDEL (1685-1759)
Music for the Royal Fireworks – Ouverture (1749)
(arranjo para 6 órgãos de João Vaz)
Sérgio Silva, órgão do Evangelho
Rui Paiva, órgão da Epístola
David Paccetti Correia, órgão de São Pedro d’Alcântara
Margarida Oliveira, órgão do Sacramento
Diogo Rato Pombo, órgão da Conceição
Daniela Moreira, órgão de Santa Bárbara
ANTÓNIO CARREIRA (c.1530-c.1594)
Segundo tento a quatro em sol
Diogo Rato Pombo, órgão da Conceição
FÉLIX MÁXIMO LÓPEZ (1742-1821)
Sonata
Margarida Oliveira, órgão do Sacramento
JOHN PHILIP SOUSA (1854-1932)
Semper Fidelis (1888)
(arranjo para 2 órgãos de João Vaz)
Sérgio Silva, órgão do Evangelho
Rui Paiva, órgão da Epístola
CARLOS SEIXAS (1704-1742)
Tocata em si menor
David Paccetti Correia, órgão de São Pedro d’Alcântara
ANTONIO SOLER (1729-1783)
Sonata de Clarines
Daniela Moreira, órgão de Santa Bárbara
MARIAN MÜLLER (1724-1780)
Sonata pastorale a quattro organi per la festa di Pentecoste (1773)
David Paccetti Correia, órgão de São Pedro d’Alcântara
Margarida Oliveira, órgão do Sacramento
Diogo Rato Pombo, órgão da Conceição
Daniela Moreira, órgão de Santa Bárbara
MARCOS PORTUGAL (1762-1830)
Sonata em Ré maior
Sérgio Silva, órgão do Evangelho
JOAN CABANILLES (1644-1712)
Corrente italiana
Rui Paiva, órgão da Epístola
ANTÓNIO LEAL MOREIRA (1758-1819)
Sinfonia para a Real Basílica de Mafra (1807)
Sérgio Silva, órgão do Evangelho
Rui Paiva, órgão da Epístola
David Paccetti Correia, órgão de São Pedro d’Alcântara
Margarida Oliveira, órgão do Sacramento
Diogo Rato Pombo, órgão da Conceição
Daniela Moreira, órgão de Santa Bárbara

Hortus Deliciarum – Concerto Medieval pelo Ensemble La Reverdie

Hortus Deliciarum – Concerto Medieval
Florilégio Musical em França e Itália entre os séculos XIII e XIV
Ensemble La Reverdie
Auditório Sra. Boa Nova – 21 de Abril de 2013, 21h30

No ano de 1986 dois pares de jovens irmãs (Claudia & Livia Caffagni e Elisabeta & Ella de Mircovich) fundam o ensemble de música medieval laReverdie.
O nome, inspirado no género poético que celebra a renovação primaveril, revela a principal característica de um grupo que, ao longo dos anos, consegue surpreender e envolver o público e a crítica com a sua capacidade de interpretar de uma forma inédita os diversos estilos e repertórios do vasto património musical da época medieval e inícios da Europa renascentista. Em 1993 o cornetista Doron David Sherwin passa a integrar o grupo.
Actualmente o grupo trabalha com formações diversas que podem ir de três a catorze elementos, dependendo do repertório. Interessa-se também por trabalhar com jovens músicos que vai encontrando ao longo do desenvolvimento da sua actividade didáctica.
Os mais de vinte e cinco anos de investigação, de experiência acumulada e de intensa actividade fazem do ensemble laReverdie um grupo único na sua harmonia, entusiasmo e aclamada competência vocal e instrumental.
O ensemble laReverdie desenvolve uma intensa actividade em Itália e no estrangeiro, em países como a Suíça, Alemanha, Áustria, Inglaterra, Bélgica, Holanda, França, Espanha, Portugal, Eslovénia, Polónia e México.
Gravou concertos e programas radiofónicos e televisivos em Itália, Alemanha, Bélgica, França, Suíça, Portugal, Polónia, Espanha, Eslovénia e Holanda.
Tem editados dezoito CD’s dos quais catorze para a casa discográfica Arcana em co-produção com a WDR tendo ganho vários prémios, tais como: O Diapason d’Or do Ano (o primeiro atribuído a um grupo italiano na categoria de música antiga); Oito Diapason d’Or; treze vezes a pontuação máxima – 10 – da revista Répertoire; três vezes a pontuação máxima – 10 – da Revista Crescendo; dois ffff Télérama, o maior prémio da revista francesa Télérama; três vezes as “5 Estrelas” atribuídas pela revista Musica e um A da revista Amadeus.
O recente CD Carmina Burana – Sarcasmos Sacros (Arcana A353) foi finalista em 2010 do Midem Classical Awards na categoria de música antiga.
Da extensa discografia do ensemble laReverdie foi elaborado o CD dedicado à Idade Média editado para a colecção Clássicos da Música publicado pelo jornal italiano Corriere della Sera em 2007.
Desde de 1997 os seus elementos desenvolvem uma intensa actividade didáctica sobre o repertório medieval junto das mais prestigiadas instituições italianas e estrangeiras.
Tem colaborado em projectos especiais, com Franco Battiato, Moni Ovadia, Carlos Nuñez, Teatro del Vento, Gerard Depardieu e Mimmo Cuticchio com o qual laReverdie realizou uma digressão em 2012 com o espectáculo original com o título: Carlos Magno, Música para uma lenda: Mimmo Cuticchio e laReverdie numa viagem imaginária entre Conto e Canto.

Texto gentilmente cedido por Jorge Barbosa.

Festival Terras sem Sombra – La Reverdie

“Missa Sancti Jacobi” de Guillaume Dufay [1397 – 1474]
Pedro de Escobar

Ensemble La Reverdie
Terras sem Sombra – Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo
Igreja Matriz de Santiago Maior, Santiago do Cacém – 20 de Abril de 2013, 21h30

La Reverdie

Fundado em 1986, o ensemble adoptou o nome de um género poético que celebra o regresso da Primavera. Isto revela a principal característica de um grupo que cativa graças à variedade da sua interpretação do extenso e diversificado repertório musical da Idade Média e dos primórdios do Renascimento. Doron David Sherwin faz parte do ensemble desde 1993, como instrumentista e cantor. Presentemente, laReverdie actua em grupos de 3 a 14 músicos.
A investigação, aliada à experiência obtida no decurso da sua longa e intensa actividade, fazem dele um ensemble dotado de um virtuosismo instrumental e vocal de certo modo único.
O agrupamento tem-se apresentado regularmente em Itália, Suíça, Áustria, Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Portugal, Bélgica, Países Baixos, Polónia e Eslovénia. Gravou 18 CD, 13 dos quais para Arcana, em co-produção com WRD, tendo recebido, entre outros prémios, Diapason d’Or de l’Année (o primeiro atribuído a um agrupamento italiano na categoria de Early Music), 10 de Répertoire, 10 de Crescendo, Télérama, 5 Stars de Musica e A de Amadeus. O seu último CD, Carmina Burana – Sacri Sarcasmi, foi um dos três finalistas dos 2010 Midem Classical Awards na categoria de Early Music.
Desde 1997 que os membros de laReverdie participam em cursos de Verão, como o International Early Music Course, de Urbino. Vêm leccionando igualmente em instituições de referência, nomeadamentre a Accademia Internazionale della Musica, de Milão, o Laboratorio Internazionale di Musica Medievale (Alia Musica) ou a Staatliche Hochschule für Musik, de Trossingen. O ensemble colaborou igualmente, em diversos projectos especiais, com Franco Battiato, Moni Ovadia, Carlos Núñez, Teatro del Vento e Gérard Dupardieu. Via.

CMAG – Ciclo de recitais de cravo, por José Carlos Araújo

Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves | Ciclo de recitais de cravo – Primavera de 2013
José Carlos Araújo, cravo
Programa (Entrada livre, sempre às 19h00)
11 Abril (5.ª feira): Música portuguesa para tecla (sécs. XVI-XVIII)
18 Abril (5.ª feira): J. S. Bach, Suites Francesas (1722-1725)
25 Abril (5.ª feira): J. S. Bach | Couperin | Forqueray: Pièces de Clavecin
2 Maio (5.ª feira): J. S. Bach, Partitas I, II, IV (Clavier Übung I, 1731)
4 Maio (Sábado): J. S. Bach, Partitas III, V, VI (Clavier Übung I, 1731)
9 Maio (5.ª feira): J. S. Bach, Suites Inglesas (ca. 1718)
16 Maio (5.ª feira): Carlos Seixas: Sonatas para cravo
Jose-Carlos-AraujoJOSÉ CARLOS ARAÚJO estudou cravo, órgão e interpretação de Música Antiga no Conservatório Nacional com Cândida Matos e Rui Paiva. Em seminários da especialidade pôde ainda beneficiar da orientação de Cremilde Rosado Fernandes, Ana Mafalda Castro, Gustav Leonhardt, Rinaldo Alessandrini, José Luis Uriol, Miklós Spányi, Ketil Haugsand, Hermann Stinders e Maurice Steger. Recebeu o Primeiro Prémio no Concurso Carlos Seixas (2004) da Escola Superior de Música de Lisboa e da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.
Apresenta-se regularmente em recitais de cravo e em numerosos órgãos históricos portugueses, com programas que procuram privilegiar sobretudo a música de autores ibéricos dos séculos XVI a XVIII. Na Academia das Ciências de Lisboa inaugurou em 2008 o restauro de dois pianos históricos da colecção instrumental do Conservatório Nacional. Colaborou com o Teatro da Cornucópia na produção de A Tempestade de William Shakespeare, sob a direcção de Luís Miguel Cintra. Gravou para a RTP e para a RDP – Antena 2. Em 2008, a RTP2 dedicou um documentário à sua actividade artística. Colaborou no projecto Cem Anos da República da artista plástica Teresa Gonçalves Lobo.
É investigador do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde estudou Filologia Clássica e obteve uma distinção em 2007 enquanto aluno com as mais elevadas classificações. Tem centrado a sua investigação na área da Literatura Latina e, desde 2008, na elaboração da primeira tradução comentada em português do Epistolário de Plínio. Foi bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia, integrou o projecto Lexikon, para a elaboração de um dicionário de grego clássico, e colabora actualmente na primeira tradução portuguesa dos Facta et Dicta Memorabilia de Valério Máximo. Colaborou em Euphrosyne – Revista de Filologia Clássica.
Inaugurou em 2012 a colecção discográfica melographia portugueza, editada pelo mpmp – movimento patrimonial pela música portuguesa, com os dois primeiros CD da gravação integral da obra para tecla de Carlos Seixas. Este projecto, utilizando instrumentos históricos e realizado pela primeira vez, inclui ainda a apresentação pública de todas as sonatas do compositor.

Imagem e textos gentilmente cedidos por Ana Mântua

Os concertos de órgão regressam a São Vicente de Fora

Os concertos ocorrerão na Igreja de São Vicente de Fora  aos sábados pelas 17h00:
13 Abril, João Vaz
11 Maio, António Esteireiro
8 Junho, Fumi Nagato & Kate Pearson
13 Julho, Sérgio Silva
O órgão da Igreja de São Vicente de Fora em Lisboa é um dos mais significativos instrumentos históricos da Europa. Construído em 1765 por João Fontanes de Maqueira, foi restaurado em 1994 por Claudio Rainolter e Christine Vetter. A tubaria (quase integralmente original) divide-se por dois teclados e sessenta meios registos.
Programa de 13 de Abril
JACQUES BOYVIN (1653-1706)
Suite du deuxième ton (excertos), Prélude, Récit de petite tierce, ou de nazard, ou de cromhorne, Dialogue de voix humaine, Diminution de cornet, Grand dialogue
MANUEL RODRIGUES COELHO (c.1555-1635)
Kirios de 1º tom (5 versos) – (Flores de música, 1620)
FRANCISCO CORREA DE ARAUXO (1584-1654)
Glosas sobre el canto llano de la Inmaculada Concepción (Facultad organica, 1626)
JOAN CABANILLES (1644-1712)
Corrente italiana
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)
Prelúdio de coral Wer nur den lieben Gott lässt walten, BWV 691, Prelúdio de coral Wer nur den lieben Gott lässt walten, BWV 690
GIUSEPPE ANTONIO PAGANELLI (1710-1783)
Aria II, Aria XXII, (XXX ariae pro organo et cembalo sub elevatione producendae, 1756)
ANÓNIMO (Portugal, séc. XVIII/XIX)
Discurso para órgão

Divino Sospiro – Telemann e a música das Nações

Antecipando o concerto de dia 12 de Abril no Teatro Viriato, em parceria com com o Festival de Música da Primavera de Viseu, a Orquestra Divino Sospiro apresenta-se esta quinta-feira às 19h00 no Goethe Institut para um ensaio aberto, com repertório de Georg Philipp Telemann [1681-1767], Leonardo Leo [1694-1744] e Antonio Vivaldi [1678–1741]

Terras sem Sombra – Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo

Festival Terras sem Sombra 2013

Da Apresentação sobre a Edição 2013: Como pano de fundo, o FTSS dá a conhecer um território que sobressai pelos valores ambientais, culturais e paisagísticos e apresenta um dos melhores índices de preservação da Europa. A valorização dos recursos naturais constitui outra das suas prioridades: cada concerto é acompanhado por uma acção-piloto de voluntariado para a salvaguarda da biodiversidade com a participação, ombro a ombro, dos artistas, do público e das comunidades que o Festival percorre. Da carta magna do FTSS fazem parte os princípios da inclusão e da sustentabilidade. Os concertos e demais actividades são de acesso livre, dentro dos condicionalismos impostos pela preservação dos monumentos e sítios visitados.

Requiem de Mozart pelo Quarteto Arabesco

Integrado nos Concertos de Domingo da Fundação Calouste Gulbenkian, o Quarteto Arabesco apresenta a versão para quarteto de cordas de P. Lichtenthal (1780-1853) do Requiem de W.A. Mozart (1756-1791). Sem vozes nem palavras, só a música reduzida para apenas quatro instrumentos numa revelação intimista e depurada dos elementos musicais chave desta fantástica obra.

O concerto, de entrada livre, será no Átrio da Biblioteca de Arte do Museu Gulbenkian, Domingo dia 7 de Abril às 12h00.

Quarteto Arabesco (em instrumentos históricos)
Denys Stetsenko e Raquel Cravino, violinos
Lúcio Studer, violeta
Ana Raquel Pinheiro, violoncelo

Couperin – As Lições de Trevas para Quarta-Feira Santa

Quarta-feira, 20 de Março – 21h30 | Igreja Saint Louis des français
Leçons de ténèbres pour le Mercredi Saint de François Couperin
Voz: Alberto Pacheco et Rui Aleixo | Violoncelo barroco: Edoardo Sbaffi | Cravo: Mário Trilha
As Lições de Trevas de François Couperin [1668-1733], uma série de três peças vocais escritas para as liturgias da semana Santa de 1714 na Abadia de Longchamp,  a partir das Lamentações de Jeremias sobre a primeira destruição de Jerusalém pelos Babilónios, onde o profeta chora a destruição de Jerusalém pelos Babilónios. Na tradição católica, simbolizam a solidão de Cristo abandonado pelos seus apóstolos.
A Igreja de Igreja de São Luis dos Franceses foi fundada em 1552 sob a invocação de São Luís, rei de França, destinada a servir de local de culto à comunidade francesa residente em Lisboa. Em 1622 concluem-se as obras, e no primeiro quartel do século XVIII colocam-se os altares marmóreos de fabrico italiano, bem como a pintura de um deles segundo encomenda de Luís XV de França.
Em 1755, a Igreja, situada nas portas de Santo Antão, sofre grandes danos com o terramoto e com o incêndio subsequente. Em 1768 colocam-se os três altares marmóreos, executados pelo escultor genovês Pasquale Bocciardo (1705-1791) segundo encomenda de Luís XV de França. No século XIX o imóvel passa para a posse do Estado Francês e em 1882 é instalado o órgão realizado em Paris por Aristide Cavaillé-Coll.No andar superior, em três salas, funcionava o hospital de São Luís, da Confraria do Bem-aventurado São Luís, que socorria todos os franceses pobres e necessitados de auxílio médico. Actualmente o hospital situa-se no Bairro Alto.
Fontes: http://revelarlx.cm-lisboa.pt | http://www.ifp-lisboa.com

Graindelavoix – Time of the Dragon – Missa Caput / Johannes Ockeghem

Ensaios abertos | Museu da Água, 25 Fevereiro a 2 Março
Concerto-ensaio | Igreja Menino Deus, 1 e 2 Março às 21h00
Graindelavoix – Björn Schmelzer
Com Carla Nahadi Babelegoto, Albert Riera, Marius Peterson, Tomàs Maxé,
David Hernandez, Adrian Sirbu, Joachim Höchbauer, Jean-Christophe Brizard

Graindelavoix - Missa Caput