Calçada Portuguesa
Símbolo da Epal na Entrada da Mãe D`Água das AmoreirasArquivo por Autor
Símbolo da Epal na Entrada da Mãe D`Água das AmoreirasIncluído na Rede de Fontanários Lisboetas do século XVIII, o Chafariz do Rato, de autoria atribuída a Carlos Mardel – o mesmo do Aqueduto das Águas Livres e do Projecto Inicial da Mãe d´Água das Amoreiras -, foi construído em pedra lioz.
Com a balaustrada ladeada pelos muros que sustentam o jardim da antiga Quinta dos Duques de Palmela, agora Procuradoria Geral da República, o Chafariz do Rato une as ruas do Salitre e da Escola Politécnica.
O edifício da PGR, construído dois séculos depois, é visível na foto do Arquivo Municipal da CML
Fui votar porque confio no que será o primeiro Presidente do segundo Centenário, Filipe Soares Franco.
Certo que a equipa que vai liderar contribuirá, realística e ambiciosamente, com as medidas necessárias para que o Sporting Clube de Portugal tenha o futuro que os sócios e adeptos merecem e desejam:
Um clube eclético, de modalidades auto-suficientes e capazes de gerar novos campeões, na ginástica, no futsal, na natação e no atletismo.
Cada vez maior, com mais sócios, porque a grandeza do Sporting é a sua extraordinária massa associativa.
Mais forte, mantendo talentos como João Moutinho e Nani.
Um Sporting cliente habitual da Champions.
Post editado às 02:10 de sábado: Filipe Soares Franco obteve cerca de 75% dos votos

Canaletto – Saint Mark’s Square, 1740-1750
Esta obra de Canaletto (1697-1768) pertence ao período mais luminoso do pintor vedutista (de vista, paisagem, perspectiva), que se iniciou como cenógrafo.
Por esse facto, as figuras surgem salpicadas, como se de uma peça de teatro se tratasse, com a finalidade de dar vida à fachada palaciana.
É a celebração da própria história de Veneza que aqui vemos, numa grandiosa coreografia.
O nº 22 da Rua do Arco de São Mamede é um belo exemplo de recuperação de edifícios. Um exemplo que necessita urgentemente de ser seguido, particularmente nesta zona.
Em breve publicarei as fotos do estado lastimável em que se encontra uma casa – que o Cidadania Lx ontem lembrou – na mesma rua, logo a seguir ao chafariz aqui referido.
fachada
varanda
janelaJá tinha intenção de publicar um conjunto de fotos que fiz na semana passada ao Aqueduto de Vila do Conde – o segundo maior do país, depois do Aqueduto das Águas Livres;
Soube hoje que O Vilacondense acabou.
Antecipo por isso a publicação parcial, em jeito de homenagem a um dos melhores blogues portugueses.
Sobre a monumental obra do século XVIII, agora desgraçadamente retalhada, encontra-se informação aqui e aqui.
clique nas imagens para ampliar
Armando Luís Coelho da Silva (1942-2006)
Barbaramente agredido no passado dia 20 por um funcionário de origem senegalesa, o Presidente da Junta de Freguesia da Pena não resistiu a duas intervenções cirúrgicas e faleceu ontem.
Uma outra funcionária está ainda em coma profundo.
O Presidente da Câmara de Lisboa decretou dois dias de luto municipal.
A única medida aceitável será o Consulado do Senegal colocar o homem num avião e enviá-lo de volta para o país de origem, onde deve cumprir pena.
Está fora de questão que sejam os contribuintes portugueses a dar cama, mesa e roupa lavada a este sujeito nos próximos quinhentos anos.
Ao excelente post do Rui Albuquerque, acrescentaria uma ideia simples sobre a relatividade do valor simbólico do 25 de Abril de 1974:
A verdade é que o Estado Novo estava velho e a sua implosão ocorreria num curto espaço de tempo.
Portugal teria assim sido poupado aos excessos de juventude da democracia que tivemos, pelo menos até 1986.
Excessos que continuamos a pagar. Com juros!
Vénus lança um olhar de súplica a Adónis para que fique consigo.
Nua, segura-lhe o braço, enquanto o pequeno cupido lhe segura a perna.
Adónis, uma verdadeira encarnação de uma estátua grega, revela-se insensível ao apelo amoroso, o que lhe será fatal pois será morto por um javali.
Porém, deste encontro trágico, o que prevalece é o amor.
É bonito.
Do livro décimo das Metamorfoses de Ovídio, The Story of Venus and Adonis.

A Fraqueza Fundamental do Homem
A fraqueza fundamental do homem não é nada que ele não possa vencer, desde que não possa aproveitar com a vitória.
A juventude vence tudo: a impostura, a astúcia mais dissimulada, mas não há ninguém que possa deter no voo a vitória, torná-la viva, porque então a juventude deixou de existir.
A velhice não ousa tocar na vitória e a nova juventude, atormentada pelo novo ataque que se desencadeia imediatamente, deseja a sua própria vitória.
É assim que o Diabo sem cessar vencido, nunca é aniquilado.
Desenho (1907-1098) e pensamento de Franz Kafka

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