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Instituída em 1559 pelo Concílio Ecuménico da Igreja Católica reunido em Trento, a lista de livros e autores proibidos visava todos os documentos heréticos que, pela sua natureza, questionassem a doutrina católica. Em plena Contra-Reforma, este foi um dos instrumentos utilizados para reafirmar a autoridade espiritual da Igreja Católica, face à crescente influência das ideias de Lutero. Este Manual de Boas Práticas teve mais de quatro dezenas de actualizações ao longo de quatro séculos, até ter sido abolido em 14 de Junho de 1966, pelo Papa Paulo VI.
Mas nem só vultos como Galileu, Copérnico, Maquiavel, Espinosa, Locke, Descartes, Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Flaubert, entre tantos outros, viram obras suas banidas ou foram convidados a reflectir sobre os seus escritos; Já Michelangelo, por volta de 1515, houvera sido questionado pelo Papa Julius II, sobre se “A Última Ceia” não teria demasiados apóstolos!
Mas a coisa não ficaria por aqui…  🙂

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  1. 5 de Março, 2013

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