De Franz Xaver Richter [1 Dezembro 1709 – 12 Setembro 1789], compositor e teórico musical do barroco tardio, 1ere leçon du Mercredi Saint, composição de abertura do álbum Richter: Leçons des Ténèbres (2009), pelo Ensemble Stradivaria, fundado em 1987 por Daniel Cuiller.
O Palácio de Schönbrunn, em Viena, o cerimonial de corte da casa de Áustria durante os séculos XVII e XVIII e as criações sacras, concertantes e camerísticas de Franz Xaver Richter, docente e teórico alemão que viveu de 1709 a 1789 e de quem se assinalaram no passado dia 1 os trezentos anos do seu nascimento.
Aplicando-se a premissa quer ao Norte e ao Oeste protestantes, quer ao Centro e Sul católicos, do mundo Barroco europeu, foram, basicamente, as obras pertencentes ao universo das artes plásticas que marcaram, de forma indelével, o património intelectual e espiritual do Velho Continente. Por outro lado, e com excepção da francesa, a literatura de finais do século XVII e inícios do XVIII iria cair num esquecimento quase absoluto, apenas se encontrando vestígios da alemã no canto litúrgico e em algumas peças oriundas da tradição popular. Também na música, durante um longuíssimo período de tempo, não se prestou a devida atenção ao espólio de muitos dos criadores da época e fruto do talvez mais fecundo movimento artístico das últimas décadas, que nos tem proporcionado, ano após ano, a redescoberta de um património que oitocentos deturpou ou, simplesmente, negligenciou, pôde, pouco a pouco, começar a ser redescoberto na sua contextualização histórica. As artes continuaram, pois, a difundir-se apenas no seio da grande tradição arquitectural, à qual se sujeitaram, incluindo a escultura e a pintura, a totalidade das expressões decorativas. Tendo em conta o facto de se manterem como testemunhos vivos de culturas prestigiadas e de uma forma de viver pertencente ao passado, os monumentos mais visitados e admirados por esse mundo fora são, de um modo geral, os templos coroados por grandiosas cúpulas, as imponentes casas senhoriais e, fora das cidades, integrados num panorama adequado, os mosteiros e os castelos. Além disso, também o palácio real representa um ponto de atracção particular, devido à circunstância de, na sua história, a harmoniosa aliança entre a arquitectura e o paisagismo, ou melhor, entre a ciência e a natureza, continuar a agradar e a interessar as populações hodiernas.João Chambers
O fim do “Antigo Regime” e as guerras e reformas na Europa da Idade das Luzes assinalados através de criações de Marc-Antoine Charpentier, Franz Xaver Richter, de quem se assinala, no próximo dia 1 de Dezembro, o tricentenário do nascimento, Wolfgang Amadeus Mozart, André Campra, Francesco Provenzale e Charles Avison.
Para ouvir no Musica Aeterna de hoje.
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