Os KTU, de Kimmo Pohjonen, Samuli Kosminen e dois ex-King Crimson, actuam esta noite na Cidadela – Cascais, no âmbito da terceira edição do CoolJazz Fest.
O virtuoso acordeonista volta a Portugal para proporcionar aos apreciadores um serão musical… diferente.
Música díficil de definir, esta, cujas sonoridades atravessam o jazz e a electrónica.
Um desafio aos sentidos.
Depois de uma débil tentativa de me integrar na paisagem catalã, eis que regresso e verifico que a lista de links – criada com esforço, dedicação, devoção, pelos vistos sem glória… foi para o éter!
O António Silva parece que também ficou surprendido pelo facto de os senhores que alojavam o Blinkar terem fechado portas, ou janelas…
Vou ver se encontro uma ferramenta alternativa que possua ordenação abc dos links.
Recebi hoje o número 4 da Revista Nova Vaga, fruto da gentileza de JCF, do Fumaças – a quem endereço votos de sucesso, extensíveis ao Conselho Editorial.
Destaco neste número a rubrica Livres Pensadores, com artigos de:
Joaquim Quelhas da Mota – Conservador Liberal
João Almeida Garrett – Os Imigrantes e Portugal
João Pedro Montes – Livre Concorrência e Regras de Mercado
Tall Ships’ Races – Estuário do TejoNão consegui fazer parte dos milhares de vistantes que tiveram oportunidade de observar de perto os grandes veleiros;
No domingo passado, a meio da manhã, tive uma visão inesperada: quando atravessava a Ponte sobre o Rio Tejo, fiquei deslumbrado com o desfile da Regata ao despedir-se de Lisboa.
Dos postais mais bonitos que vi em muitos anos.
Nas Ramblas, em Barcelona.
O homem estátua gosta de ser fotografado… desde que lhe paguem.
O casal de ar britânico, pára. A senhora aponta a objectiva e dispara: uma, duas, três.
O homem estátua avança para ela, esfrega o polegar e o indicador: “peseta!”
A senhora sorri e afasta-se.
O homem estátua não acha graça, abre a mala e começa a disparar maçãs e laranjas.
Falha por pouco.
O senhor, volta-se e avança em passo decidido (vai dar-lhe um estalo, penso), tira-lhe os óculos da cara e vai-se embora.
O homem estátua fica sem a moeda, a provável refeição de fim de tarde… e os óculos.
“Pelo menos, se lhe tivesse acertado…”
Às cinco horas da tarde.
Eram as cinco em ponto da tarde.
Um menino trouxe o lençol branco
às cinco horas da tarde.
Uma ceira de cal já preparada
às cinco horas da tarde.
Tudo o mais era morte, apenas morte
às cinco horas da tarde.
O vento levou os algodões
às cinco horas da tarde.
E o óxido semeou cristal e níquel
às cinco horas da tarde.
Já lutam a pomba e o leopardo
às cinco horas da tarde.
E uma coxa com um chifre desolado
às cinco horas da tarde.
Começaram os acordes de bordão
às cinco horas da tarde.
Os sinos de arsénico e o fumo
às cinco horas da tarde.
Pelas esquinas grupos de silêncio
às cinco horas da tarde.
E o touro sozinho coração acima!
às cinco horas da tarde.
Quando o suor de neve foi chegando
às cinco horas da tarde,
quando a praça se cobriu de iodo
às cinco horas da tarde,
a morte pôs ovos na ferida
às cinco horas da tarde.
Às cinco horas da tarde.
Às cinco horas em ponto da tarde.
Um ataúde com rodas é a cama
às cinco horas da tarde.
Ossos e flautas soam em seus ouvidos
às cinco horas da tarde.
O touro já mugia por sua fronte
às cinco horas da tarde.
Irisava-se o quarto de agonia
às cinco horas da tarde.
A gangrena já vem lá ao longe
às cinco horas da tarde.
Trompa de lírio pelas verdes virilhas
às cinco horas da tarde.
As feridas queimavam como sóis
às cinco horas da tarde,
e a multidão quebrava as janelas
às cinco horas da tarde.
Ai que terríveis cinco da tarde!
Eram as cinco em todos os relógios!
Eram as cinco em sombra da tarde!
Pintor da Coroa de Aragón, Valentí Montoliu trabalhou em Tarragona entre 1433 e 1447.
Seguidor do catalão Jaume Huguet, foi também autor do retábulo de San Abdón e San Senén de Villafranca del Cid.
Visão da Santíssima Trindade por São Francisco de Assis.
Atribuída a Valentí Montoliu (séc. XV)
Pintura sobre tábua
Catedral de Tarragona
Eucaristia – no topo dos pináculos, as uvas sob os cálices simbolizam o vinho e o trigo simboliza o pão
Nesta metáfora da negação, Pedro, ladeado por três mulheres – o número de vezes que negou o Mestre, antes que o galo cantasse – é apontado por uma delas como sendo discípulo de Jesus
No topo destes pináculos, as esferas coloridas representam cestas de frutas, com maçãs, figos, melões e cerejas
Do lado esquerdo da Fachada da Paixão, Jesus pede a Judas – cuja mão cerrada sugere esconder algo – que o atraiçoe o mais rapidamente possível
Não sei se por ser a obra mais emblemática de los Picassos des Antibes, mas é a minha favorita.
O mar, com os tons do Mediterrâneo; O bailado da mulher, homenageada; O centauro e os faunos, todos familiares; tudo desperta felicidade, alegria.
No Museu Picasso, em Barcelona.

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