Indiana`s back

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skul – Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal será este ano a minha prenda de aniversário.
Com produção de Steven Spielberg e o charmoso Harrison Ford  numa invejável forma aos 65 anos, esta será seguramente a última aventura de Indiana.

A “Besta”

Desenhos de Luis Royo

A Besta, criatura não iluminada.. tem necessidades básicas!

Num súbito ritual de sacrifício, o sangue do animal vai aquecendo..

ao toque sobre a pele nua da Fêmea, Ninfa Branca…

E transmuta-se em semente, que ela bebe..

consumida pelo desejo profundo de trazer..

àquele que já foi homem, a memória do prazer..

que deve ser alimentado!

Atmosferas

Entardecer em Lisboa

    Amanhecer em Lisboa

    declaração de interesses

    Gisele Bundchen

      Vou levar-te para casa – tomar conta de ti dar-te um bom banho, vestir-te um pijama e.. Fazer-te uma papinha, meter-te na caminha Ler-te uma historinha e deixar-te bem calminha Ouve bem: Preciso de alguém do meu lado Que me dê um bom dia com um sorriso bem rasgado Amor pela manhã, pela tarde e pelo fim do dia Mais um pouco quando sonho era o que eu queria Não é preciso muito, é muito simples na verdade Só quero amor bom, carinho, solidariedade Faz-me rir e eu prometo que não te faço chorar Trata bem de mim e eu bem de ti vou tratar Olá nina, quero tratar de ti Dar-te este mundo e o outro tenho tudo aqui Chega só um pouco perto de mim Acredita que nunca me senti assim Trata-me bem – eu juro que suo sangue por ti Faz a coisa certa como o Spike Lee Podes usar e abusar tipo brinquedo favorito Mas tem cuidado, por favor, não o deixes partido.. Dou-te tudo o que puder, tudo o que tiver O que não tiver tiro aos deuses para a minha mulher! Roubamos um foguete, vamos dar uma volta até à Lua Escrevo um livro pelo caminho com a alma toda nua Procriamos como coelhos e quando nos derem pelos joelhos Procriamos mais um pouco porque eu adoro fedelhos Escrevo o teu nome no meu corpo para toda a gente ver Bem piroso e lamechas, como o amor deve ser.. verdadeiro!!! Olá nina, quero tratar de ti Dar-te um mundo e o outro tenho tudo aqui Chega só um pouco perto de mim Acredita que nunca me senti assim Gostas de filmes? Podíamos fazer um bem privado… Eu escrevo, realizo e actuo do teu lado Podes ser a minha estrela, vou-te dar um bom papel Pouca palavra, muita acção, acredita que é mel Nasceste para isto, tá tudo previsto Por isso insisto e não resisto a dar-te mais um pouco disto Amor puro, fresco como a brisa do mar Tenho montes dele guardado, e tá quase a estragar Envelheço ao teu lado, eu bem gordo tu bem magra Acabamos com o stock nacional de Viagra Faz-me rir e eu prometo que não te faço chorar Trata bem de mim e eu bem de ti vou tratar Olá nina, chega (aqui)ao pé de mim Deixa-me dar-te o que tu mereces Tu és a resposta para as minhas preces Senta-te aqui vou-te cantar um som Doce como tu, como um bombom Olá, nina quero tratar de ti Dar-te um mundo e o outro tenho tudo aqui Chega só um pouco perto de mim Acredita que nunca me senti assim..

      Os Radiohead dão-nos a volta à cabeça

      Os Radiohead oferecem a possibilidade de remisturar o tema «Nude», single retirado do novíssimo In Rainbows.

      Em Radiohead Remix Site é possível fazer upload do baixo, guitarra, bateria… misturar tudo na batedeira e colocar à votação durante o mês de Abril.

      fontes: IOL e Blitz

      a côr dos anjos: azul eléctrico

      A norueguesa – mais uma! – Anja Garbarek vai construindo o seu colar de sons.

      Durante a juventude, acompanhou o saxofonista Jan Garbarek nas diversas digressões que o pai fez.

      Inspirou-se em Brian Eno e Laurie Anderson para compor o emocionante Smiling and Waving.
      A ouvir, os samples de The Diver, Spin The Context, You Know e And Then, aqui.

      No seu mais recente trabalho Briefly Shaking, Anja acrescentou-lhe mais algumas pérolas: por exemplo, Still Guarding Space e My Fellow Riders.

      Estes nórdicos dão-me a volta ao miolo!

      Anja Garbarek


      Anja Garbarek não é apenas a filha do famoso saxofonista norueguês Jan Garbarek. Anja é uma das vozes mais excitantes da vibrante cena musical nórdica. É uma combinação de melodias instantaneamente absorvíveis pelo ouvido, uma colecção de histórias envolvidas em contrastes dramáticos e justaposições numa reinvenção sofisticada do trip-hop. Comparada a cantoras como Björk ou Beth Gibbons (vocalista dos Portishead), Anja Garbarek passeia por vários estilos e detesta ser previsível. “Gosto de pegar nas letras mais sombrias e pô-las nas melodias mais reconfortantes, ou misturar temas doces com situações macabras. Se calhar, devia ter chamado ao meu novo álbum «A Bela e o Monstro»”, diz Anja Garbarek com um ar de brincadeira. “Briefly Shaking”, o quarto álbum da cantora e compositora, é sem dúvida o mais inovador e audacioso até à data.

      Guimarães dia 19 de Abril – Centro Cultural Vila Flôr, 22 horas

      Les Trocks


      Imaginar um dia ver uns tipos com pelos no peito, vestidos de cisnes e a fazerem pas-de-deux, sentado ao lado de uma mulher lindíssima, ex-bailarina da CNB e, melhor que tudo, minha amiga?

      Pois! Mas fui ao Tivoli com a querida Kim ver Les Ballets Trockadero de Monte Carlo.

      Uma maravilha. Mesmo quem não seja espectador habitual de bailado clássico vai gostar, pois os bailarinos são todos tecnicamente muito bons, o que não acontece numa Companhia Clássica. Têm apontamentos geniais, como a brincadeira com a coreaografia de Balanchine, os gags são hilariantes e, mais surpreendente, esquecemo-nos que são homens! Há um calmeirão que dança com uma graciosidade e uma leveza invulgares.
      Todos os bailarinos homens deviam ver este espectáculo; ganhariam alguma elasticidade e melhorariam aquelas pernas hipermusculadas e o bailado ganhava com isso.
      Imperdível.

      À margem: anteontem a sala estaria talvez a dois terços, o que foi pena. Curiosa, a plateia, com pouca gente nova, muito público idoso proveniente do bailado clássico e muitos casais alternativos.
      Esta discriminação positiva reflete a nossa sociedade, que entende este tipo de espectáculo como sendo coisa de maricas, o que acaba por justificar também a presença de tantos casais alegres 🙂

      Aprés Les Trocks

      Uma maravilha. Mesmo quem não seja espectador habitual de bailado clássico vai gostar, pois os bailarinos são todos tecnicamente muito bons, o que não acontece numa Companhia Clássica. Têm apontamentos geniais, como a brincadeira com a coreaografia de Balanchine, os gags são hilariantes e, mais surpreendente, esquecemo-nos que são homens! Há um calmeirão que dança com uma graciosidade e uma leveza invulgares.
      Todos os bailarinos homens deviam ver este espectáculo; ganhariam alguma elasticidade e melhorariam aquelas pernas hipermusculadas e o bailado ganhava com isso.
      Imperdível.

      À margem: anteontem a sala estaria talvez a dois terços, o que foi pena. Curiosa, a plateia, com pouca gente nova, muito público idoso proveniente do bailado clássico e muitos casais alternativos.
      Esta discriminação positiva reflete a nossa sociedade, que entende este tipo de espectáculo como sendo coisa de maricas, o que acaba por justificar também a presença de tantos casais alegres 🙂

      Wouldn’t it be a lovely headline?

      Rufus Wainwright – Oh What a World

      Les Trocks

      Imaginar um dia ver uns tipos com pelos no peito, vestidos de cisnes e a fazerem pas-de-deux, sentado ao lado de uma mulher lindíssima, ex-bailarina da CNB e, melhor que tudo, minha amiga? Naaa.

      Pois! Mas hoje vou ao Tivoli com a querida Kim ver Les Ballets Trockadero de Monte Carlo.

       

      A diversão parece assegurada pois os rapazes, embora façam rir, levam-se muito a sério.

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