Posts Tagged ‘ Concertos ’

Jean-Michel Jarre @ last

Custou mas foi.

Graças ao Mago que me iluminou o caminho e ao Pedro que teve a amabilidade de fornecer os meios técnicos, estão agora disponíveis os vídeos do memorável Concerto no Coliseu de Lisboa de Le Magicien em

http://www.youtube.com/user/abrancoalmeida

prenda nossa

Ontem, no Auditório dos Oceanos, graças ao convite de um querido amigo, tivemos Tango Pasión.

O sexteto ontem virou octeto, os bailarinos argentinos muito bem dispostos – porque o tango tem essa coisa de aquecer o sangue – estiveram todos muito bem e gostamos muito, numa noite especial por vários motivos, sempre com pasión em pano de fundo…

Vodpod videos no longer available. from www.youtube.com posted with vodpod

“Poderoso e sofisticado, nobre e sensual, Tango PAsión é um dos melhores espectáculos de tango do mundo”

Poderoso sofisticado e virtuoso, TANGO PASIÓN é, para muitos, o espectáculo-Bíblia desta nobre dança argentina.

Em palco, 6 pares de bailarinos, acompanhados pela orquestra Sexteto Mayor, vencedora de um Gramy, criam quadros únicos em beleza e sensualidade.

Vodpod videos no longer available. from www.youtube.com posted with vodpod

Encore Jarre…

O encore de Jarre no Coliseu de Lisboa, dedicado a… nós! 😀
Via.

valeu a pena esperar por “este” 25 de abril

Como responder quando me perguntam se gostei do Concerto? Sendo que era a primeira vez que Jean Michel Jarre tocava em Lisboa, sendo que há mais de trinta anos que ouço Oxigene, sabendo que tradicionalmente Jarre toca para multidões e que por isso é um privilégio estar num local que me é tão caro como o Coliseu de Lisboa num momento intimista como o de ontem, a resposta possível teria de ser qualquer coisa como Foi um momento mágico!

Amigos tripeiros, esqueçam lá o Guimarães-Porto e, se ainda houver bilhetes, aproveitem! Duas notas breves, para destacar que no blog de Jarre podemos ir acompanhando a digressão e que, enquanto não tenho os vídeos disponíveis para publicar – a expectativa é menor relativamente ao som, pois os vídeos serão seguramente muito bons -, temos dois cheirinhos da digressão em Espanha, Barcelona e Madrid.

30 anos de Oxygene… finalmente respira-se!

A menos de 100 horas de finalmente ver Jarre em Portugal, começa a instalar-se o nervoso miudinho! 🙂
Não é um espectáculo qualquer, nem uma questão de estabelecer paralelos com outros eventos, é de outra dimensão!

Ver e ouvir ao vivo uma obra que se ouve há 30 anos, tocada com os mesmos sintetizadores analógicos que usou na altura, é como ouvir um Stradivarius tocado por um virtuoso. Pode ser que um dia consiga ouvir o Stradivarius… 😉

Já passou assim tanto tempo? Lembro-me perfeitamente do dia em que fui à RCA na Rua do Carmo comprar o álbum e correr para casa, como acontecia sempre com as novidades que me interessavam. Ainda hoje recordo o cheiro das capas e do vinil…

Sempre me impressionou a meticulosa organização dos espectáculos de Jean Michel Jarre; Brutal, imaginar um milhão de pessoas na China, em Houston, em Paris…

Tive oportunidade de o ver no concerto de Sevilha, em 1993, com o palco montado no rio. Claro que não se comparou a nenhum dos anteriores em assistência, mas a grandiosidade das produções encanta, mesmo a um não apreciador de música electrónica.

A par de Oxygene (é óbvio que irei a correr comprar a gravação comemorativa dos 30 anos, na mesma rua mas um pouco mais acima, no sítio do costume), que considero uma obra-prima, adoro tanto o Equinoxe como os famosos Concertos na China, o bizarro Zoolook como Metamorphoses. Todos os que aqui estão reproduzidos!

Como descobriu a música electrónica?

Fiz primeiro o ensino clássico, depois passei por grupos de rock. E, através de um colega de liceu entrei num grupo mais experimental ligado à televisão francesa e que era dirigido pelo Pierre Schaeffer, que foi o inventor da música concreta. Foi ele quem me ensinou que a música não era apenas feita de notas e acordes, mas também de sons. E que a diferença entre o ruído e o som musical nasce da intervenção do músico.

Essa era, contudo, uma música essencialmente experimental. A sua, depois, seguiu outro rumo…

Dez anos antes de Oxygene trabalhava nesses domínios. Fiz vários discos falhados, música de filmes, produzi artistas… Foram trabalhos práticos, mas sabia que uma outra coisa me chamava.

Como explica a mudança?

Fiz Oxygene perante uma espécie de indiferença geral. Em casa, numa cozinha transformada em estúdio caseiro, minimalista, com equipamento antigo… E já dizia para mim que, um dia, o tinha de voltar a gravar com equipamento a sério.

Daí esta nova gravação?

Precisamente. Quando a alta definição apareceu, e sob o pretexto do 30.º aniversário, senti que tinha chegado o momento.

Em meados dos anos 70, a música electrónica não experimental que se ouvia era, sobretudo, a alemã. Sentia que aquele não era o seu caminho?

A pop é uma música de partilha. Mas, na época, a música electrónica era sobretudo laboratorial. Ouvia o que acontecia, mas sugeria- -me paradoxos. O primeiro que ouvi foi Walter Carlos, que sugeriu a muitas pessoas uma ambiguidade sobre os sintetizadores. Ou seja, viam-nos como instrumentos que procuravam imitar os sons de outros. E assim se passava ao lado das verdadeiras potencialidades do instrumento… A seguir chegam os alemães, que faziam uma espécie de apologia da máquina. Usavam a música electrónica de uma forma expressionista, mecânica. Sobretudo os Kraftwerk (o que não impede que adore o que fizeram). Mas era uma música fria, robótica, desumanizada.

Procurava, antes, uma ideia de humanidade na electrónica?

Para mim aqueles eram os instrumentos mais sensuais que conhecia. Podia com eles fazer som como quem faz culinária. E procurava fazer uma música que não vivesse da repetição de acontecimentos, que não fosse automática. Em Oxygene não há sons que se repitam, não há sequenciadores.

Como numa peça sinfónica?

Mais tarde reflecti sobre essa afinidade com a música clássica. A composição de Oxygene é simples, mas longe de ingénua. Era diferente do que se fazia na música electrónica da época. E essa talvez seja uma das razões objectivas que justificam o seu sucesso. Há ali qualquer coisa na qual as pessoas se encontraram de uma forma sensual e não apenas intelectual.

Muitos associaram esta música a ambientes de ficção científica.

De facto, mas não eu. Gosto de ficção científica. Mas a minha música não a ligo ao espaço sideral. Antes ao espaço vital, ao que nos envolve. É uma música mais da biosfera que da estratosfera. Daí o facto de, ao longo dos anos, ter feito tantos trabalhos ligados a questões ambientais, com uma mensagem ecologista sem querer dar lições como outros têm feito. O artista deve passar mensagens do ponto de vista emocional e não dogmático.

Esperava o sucesso que o álbum obteve então?

De modo algum! Aquela música foi recusada por quase todas as editoras. Estávamos em tempo do punk e do disco… Não sabiam que música era aquela, sem cantor, sem single. Era um ovni para a produção da época. A minha própria mãe perguntava-me porque dei o nome de um gás a um disco… Depois do sucesso, o que era negativo virou positivo. O facto de ser francês funcionou como exotismo.

Como nasceu a sua relação com a música ao vivo em eventos ao ar livre. Outro “exotismo”?

Esta é uma música que nem é do espaço estratosférico nem da cave (como o rock). É da biosfera, do espaço público. Além disso, vivo obcecado pelo conceito do one off, do momento que não se repete.

Porque não deu ainda concertos em Portugal?

Já esteve para acontecer três vezes. Uma no Terreiro do Paço, outra na Expo, esta em Lisboa. E houve planos para o Porto. Mas nenhum se concretizou ainda. E tenho de tocar em Lisboa um dia. A luz da cidade lembra-me a de Lyon, onde nasci.

Large Number no Music Box

Ontem à noite, a convite do Pedro Azevedo, fomos ao MusicBox assistir ao lançamento mundial do trabalho Modern Horror desses grandes malucos que são os Large Number.

Éramos poucos, mas bons! Numa das músicas, a vocalista Ann Shenton começou a cantar come closer, come closer e o pessoal começou a aproximar-se do palco, para pouco depois perceber que aquele chamamento era só o título da música 😛

Dois sintetizadores analógicos e duas guitarras são suficientes para criar este divertido electro-clash.

De frente, o músico do lado direito parece o Ian Dury, de perfil parece vagamente o David Bowie. Consegue ser mais feio que o Zé Pedro dos Xutos

a côr dos anjos: azul eléctrico

A norueguesa – mais uma! – Anja Garbarek vai construindo o seu colar de sons.

Durante a juventude, acompanhou o saxofonista Jan Garbarek nas diversas digressões que o pai fez.

Inspirou-se em Brian Eno e Laurie Anderson para compor o emocionante Smiling and Waving.
A ouvir, os samples de The Diver, Spin The Context, You Know e And Then, aqui.

No seu mais recente trabalho Briefly Shaking, Anja acrescentou-lhe mais algumas pérolas: por exemplo, Still Guarding Space e My Fellow Riders.

Estes nórdicos dão-me a volta ao miolo!

Anja Garbarek


Anja Garbarek não é apenas a filha do famoso saxofonista norueguês Jan Garbarek. Anja é uma das vozes mais excitantes da vibrante cena musical nórdica. É uma combinação de melodias instantaneamente absorvíveis pelo ouvido, uma colecção de histórias envolvidas em contrastes dramáticos e justaposições numa reinvenção sofisticada do trip-hop. Comparada a cantoras como Björk ou Beth Gibbons (vocalista dos Portishead), Anja Garbarek passeia por vários estilos e detesta ser previsível. “Gosto de pegar nas letras mais sombrias e pô-las nas melodias mais reconfortantes, ou misturar temas doces com situações macabras. Se calhar, devia ter chamado ao meu novo álbum «A Bela e o Monstro»”, diz Anja Garbarek com um ar de brincadeira. “Briefly Shaking”, o quarto álbum da cantora e compositora, é sem dúvida o mais inovador e audacioso até à data.

Guimarães dia 19 de Abril – Centro Cultural Vila Flôr, 22 horas

In Gaza

and beyond

Ana Isa Figueira

Psicologia Educacional

Histórias de Portugal e Marrocos

sobre Património, História e outras histórias

Carlos Martins

Portuguese Jazz Musician, Saxophone Player and Composer

O Cantinho Sporting

Onde a opinião é verde e branca!

TABOO of ART

'Also known as loveartnotpeople.uk, taboofart.com might just be the unintentional cure for the art world malaise: Spend twenty minutes trawling through the archives and you’ll be begging for the arcane pomposity of an Artforum Critic’s Pick' said BLACKBOOK Magazine

Michelangelo Buonarroti è tornato

Non ce la fo' più a star zitto

Lino Guerreiro

Compositor/Composer

TheCoevas official blog

Strumentisti di Parole/Musicians of words

David Etxeberria

Visual artist

Mary had a little blog

This is the bee's knees

Luz da imagem

A luz, essência da imagem e da fotografia. Analógica/digital; imagem real; imagem artística; Ensaios fotográficos.

The Libertine

A public blog that features a compilation of exceptional artists' works; serendipitously discovered by a secret admirer. The ongoing overtones of the production frequently include evocative imagery, passionate emotions, pure beauty and raw exprience (to name a few themes). Our content is composed of artistic expressions, fashion editorials, promising talents, diverse bodies, freedom for all, love forever and the eternal search for truth in the visceral .......................................................................................................................................................................................... (SUBMISSIONS TO satietypaper@gmail.com)

Instituto de História da Arte

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa

Franz E.

a tua palavra conta...

Devaneios e Poesias

Devaneios, poesias, literatura e cultura geral

ABA SYSTEMS

Advanced Business Advisor

Speakers' Corner

"I could be bounded in a nutshell, and count myself a king of infinite space" - William Shakespeare, in Hamlet

%d bloggers like this: