No início do século XIX, a expulsão dos invasores franceses inspirou Goyapara executar esta obra.
Então perseguido por suspeição de simpatia para com o invasor, pretendeu assim afirmar a sua simpatia ao povo espanhol.
O protagonista é o povo anónimo, herói colectivo, numa demonstração romântica de ver a guerra.
A resistência dos madrilenos e suas consequências – os fuzilamentos pelos ferozes guardas egípcios que integravam o exército francês, é expressa pela forma como os que vão ser executados olham de frente a morte, uns aterrorizados e abrindo o peito às balas, outros ocultando o rosto, compondo uma galeria de horror.
Aos seus pés jazem corpos; Ao lado, outros esperam pela sua hora.
Os soldados perfilados – personagens secundarizadas pelo patriotismo, estão de costas, pois são meros executantes de ordens superiores.
A atmosfera tétrica é acentuada pela luz que invade o peito dos que vão morrer..
Estava a torcer por eles! Assim que cheguei a casa e soube que tinham ganho nos penaltis aos italianos, enviei uma mensagem ao John (na foto com os meus óculos) que me ligou logo de seguida – imagine-se – bêbado e a cantar We are The People! Never Surrender! 🙂
Não só, mas também porque nos venceram, espero que levem a melhor contra os russos na Final da Uefa!
No Arquivo Municipal de Lisboa podemos ver até 17 de Maio a Exposição de Fotografias “Varinas de Lisboa”, de Joshua Benoliel.
Cresci junto ao Mercado da Ribeira e da Lota, por detrás da Estação do Cais do Sodré; Por isso convivia de perto com os pregões das varinas, que fazem parte da história da cidade.
Na foto, tirada no Largo de São Paulo, vê-se ao fundo o Arco sobre o qual passa a Rua do Alecrim; no prédio a seguir ao que tem o toldo, funcionou a Escola Primária nº 2 onde recebi parte da instrução, até nos mudarmos para a Rua das Gaivotas.
O Portal Miúdos Seguros na Net está a programar um primeiro workshop no Porto, em princípio a 28 de Junho, que visa reflectir sobre comportamentos, contactos e conteúdos utilizados por parte dos nossos filhos através das tecnologias de informação.
Como responder quando me perguntam se gostei do Concerto? Sendo que era a primeira vez que Jean Michel Jarre tocava em Lisboa, sendo que há mais de trinta anos que ouço Oxigene, sabendo que tradicionalmente Jarre toca para multidões e que por isso é um privilégio estar num local que me é tão caro como o Coliseu de Lisboa num momento intimista como o de ontem, a resposta possível teria de ser qualquer coisa como Foi um momento mágico!
Amigos tripeiros, esqueçam lá o Guimarães-Porto e, se ainda houver bilhetes, aproveitem! Duas notas breves, para destacar que no blog de Jarre podemos ir acompanhando a digressão e que, enquanto não tenho os vídeos disponíveis para publicar – a expectativa é menor relativamente ao som, pois os vídeos serão seguramente muito bons -, temos dois cheirinhos da digressão em Espanha, Barcelona e Madrid.
Fiz estas fotos há cerca de três anos; Publico-as num momento em que a Câmara de Lisboa e a GNR celebram um protocolo de colaboração para a ligação pedonal entre o pátio B, o Largo do Carmo e os terraços do Quartel do Carmo, que acolherá o futuro Museu da GNR, com ligação às ruínas do Carmo.
A requalificação fica a cargo de Siza Vieira.
O Quartel está aberto ao público até ao próximo dia 4 de Maio
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.