Tintoretto profanado

Na passagem do quatrocentésimo décimo sétimo aniversário da morte do artista veneziano Jacopo Tintoretto (1518-1594), voltei ao Prado para pedir emprestado este conjunto de seis obras do fundo do Museu, que, num rigoroso exclusivo, tenho o grato prazer de partilhar com os amigos. Vale a pena clicar nas imagens, de alta definição. Desfrutem! 🙂

Los seis lienzos forman un grupo unidos por el mismo esquema cromático, una acentuación general del dibujo en superficie y un ritmo de formas curvas que enlaza un cuadro con otro. Las escenas debían de ser vistas en conjunto, a cierta altura y dispuestas en lienzos concebidos como planos inclinados y convergentes hacia un cuadro central.
Es evidente que el conjunto estaba destinado a un ambiente profano. Los temas bíblicos han perdido su carga dramática, apenas son un pretexto para mostrar trajes exóticos, ceremonial cortesano y carnes desnudas. Destacan José y la mujer de Putifar y Judith y Holofernes como lo mejor del ciclo, sobre todo los desnudos de bello modelado de la mujer de Putifar y Holofernes.
No hay nada parecido a estos cuadros en la producción restante de Tintoretto y, por lo tanto, es difícil datarlos con certeza. La repetición regular de pequeñas pinceladas caligráficas, en las borlas de los vestidos y tocados, las hojas de la vegetación, formas ensortijadas de los rizos y tocados femeninos, crean un ritmo decorativo global que no se repetirá en ninguna de sus obras.


Tintoretto – Ester ante Asuero

Susana y los viejos

Moisés salvado de las aguas

Judit y Holofernes

La reina de Saba ante Salomón

José y la mujer de Putifar

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