A Revolução Romântica: A Beleza separada da Verdade

Assim como o Renascimento negou o bonum na obra de arte, o Romantismo negou o verum. Porque se o Belo é o bem claramente conhecido, não havendo bem, nada há para ser conhecido.

O Renascimento separou a arte da moral, respeitando as leis da estética e exaltando a relação entre beleza e a razão. Ora, se o decálogo não devia ser respeitado na obra de arte, por que se deveriam respeitar as leis estéticas, muito menos importantes do que os dez mandamentos?

“Anjo da dor, que não se pode consolar,
ele tinha no céu duas asas estendidas.
De seu corpo escorria o eflúvio das luxurias,
e raros desejos insatisfeitos sempre”.

In “Alain Mercier, Les Sources Ésotériques et Occultes de la Poésie Symboliste”

Theophilus vende a alma ao Diabo

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