Archive for the ‘ Música ’ Category

The Cinematic Orchestra – Burn Out

The Cinematic Orchestra
The Awakening Of A Woman – Burnout | Man With A Movie Camera [2003]

Entheogenic – Walk on Air

Entheogenic – Walk on Air | Album Quality Relaxation [2005]

The Cure after-party @ Fábrica Braço de Prata

@ Fábrica Braço de Prata & Santiago Alquimista

Os detalhes aqui

the-cure_boys-dont-cry.jpg

Depeche Mode – Route 66 (Beatmasters / Casualty Mix)

Depeche Mode – Route 66 (Beatmasters / Casualty Mix)
Personal Jesus (Holier Than Thou Approach) – 1989

Soft Cell – Tainted Love

Soft Cell – Tainted Love/Where Did Our Love Go [1981]

New Order – Dreams Never End

New Order – Dreams Never End | Movement [1981]

enquanto espero por novo transplante…

Afinal enganei-me. O Mazgani tocou a solo!
Mas direitinho ao coração. No meu, tocou e ficou. Uma pessoa simpática, com alma e uma voz poderosa. A Inês, a quem ele ofereceu um disco com assinatura, certamente irá falar sobre o assunto.

O que não correu bem foi a total falta de vergonha na cara dos responsáveis pelo espaço. A coisa devia ter início às 22:30 e o rapaz que tocou antes do Mazgani começou a tocar com mais de uma hora de atraso. Resultado: o Mazgani começou a tocar já depois da meia-noite.
Vão morrer lounge…

December Songs

Depois de apresentarem o projecto song for the new heart no Porto e em Braga, Shahryar Mazgani (voz e guitarra), o guitarrista Sérgio Mendes e o baterista Rui Luis (ambos dos Hands on Aproach) e ainda Victor Coimbra no baixo, vão estar em concerto hoje à noite no Lounge, ao Cais-do-Sodré.

Depois de os ter descoberto graças a um amigo que com eles tem trabalhado, um “ó paizinho, `bora lá”, convenceu-me. Ouçam, porque isto é bom…

Mais informação de Mazgani (que falta para termos o disco cá fora?!) e dos Hands on Aproach disponível no MySpace.
Enjoy IT!

Os Mensageiros do Jazz

ENCICLOPÉDIA ILUSTRADA DO JAZZ & BLUES.
Organização de Howard Mandel, com prefácio de John Scofield
Edições Afrontamento, 2006


Da escassa informação disponível em português, esta obra destaca-se naturalmente pela profundidade e riqueza das biografias de nomes maiores da história do jazz.
Vem mesmo a calhar, esta enciclopédia, nomeadamente para dinamizar o Aqui Jazz o Fado, projecto embrionário que pretende ir às origens e casamentos de duas formas de expressão musical tão diversas…
Como gostava de ter visto o Carlos Paredes ao lado do Charlie Haden no Coliseu!


As evoluções da música popular nos séculos XX e XXI foram muitas e variadas, passando-se da utilização de instrumentos rudimentares e de estruturas melódicas simples a trabalhos mais complexos e ao recurso cada vez maior a tecnologias avançadas. No entanto, é muitas vezes possível traçar as origens da música popular ocidental a partir dos seus muitos artistas e das influências das duas correntes de música afro-americana que se desenvolveram no final do século XIX: o jazz, que saía quente do caldo urbano multicultural de Nova Orleães, e o blues, vindo das paisagens rurais desoladas do Texas e do delta do Mississipi. Estas misturas de elementos da música afro-americana com o mundo cultural e social da América pós-guerra Civil foram evoluindo gradualmente a partir das suas raizes semelhantes, vindo a constituir dois géneros musicais bastante distintos e criando bases sólidas para o surgimento de outros estilos novos.



Esta Enciclopédia proporciona um olhar profundo sobre essa música poderosa e influente, com informação detalhada sobre os artistas inovadores que ajudaram a dar forma ao jazz e ao blues à medida que os estilos foram evoluindo. Organizados por décadas, todos os capítulos abrem com um texto introdutório com a informação básica essencial. As secções «Temas & Estilos» situam a música no seu contexto cultural, histórico e social e descrevem a evolução do jazz e do blues nesse período. Seguem-se as secções biográficas sobre os «Artistas de Referência» de cada década, contendo detalhes sobre faixas emblemáticas e gravações clássicas de cada um deles. Depois, em «Artistas de A-Z», apresentam-se as histórias da vida de muitos outros músicos, vocalistas, compositores, arranjadores, chefes de orquestra e produtores importantes. A secção de referências, bastante abrangente, inclui informação sobre os instrumentos do jazz e do blues, uma extensa lista de artistas, um glossário e bibliografia complementar sugerida.

Sobre a obra, recomenda-se também este artigo de Rui Branco.

Multiculturalismo

O grande violinista Yehudi Menuhin disse uma vez que Ravi Shankar o fez descobrir sons que só conhecia em sonhos.
Só os grandes homens conseguem ser assim humildes.

Dentro de algumas semanas teremos novamente a visita de Philip Glass. Não há orçamento que aguente, livra!!!