Soft Cell – Tainted Love
Soft Cell – Tainted Love/Where Did Our Love Go [1981]
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Soft Cell – Tainted Love/Where Did Our Love Go [1981]
New Order – Dreams Never End | Movement [1981]
Afinal enganei-me. O Mazgani tocou a solo!
Mas direitinho ao coração. No meu, tocou e ficou. Uma pessoa simpática, com alma e uma voz poderosa. A Inês, a quem ele ofereceu um disco com assinatura, certamente irá falar sobre o assunto.
O que não correu bem foi a total falta de vergonha na cara dos responsáveis pelo espaço. A coisa devia ter início às 22:30 e o rapaz que tocou antes do Mazgani começou a tocar com mais de uma hora de atraso. Resultado: o Mazgani começou a tocar já depois da meia-noite.
Vão morrer lounge…
Depois de apresentarem o projecto song for the new heart no Porto e em Braga, Shahryar Mazgani (voz e guitarra), o guitarrista Sérgio Mendes e o baterista Rui Luis (ambos dos Hands on Aproach) e ainda Victor Coimbra no baixo, vão estar em concerto hoje à noite no Lounge, ao Cais-do-Sodré.
Depois de os ter descoberto graças a um amigo que com eles tem trabalhado, um “ó paizinho, `bora lá”, convenceu-me. Ouçam, porque isto é bom…
Mais informação de Mazgani (que falta para termos o disco cá fora?!) e dos Hands on Aproach disponível no MySpace.
Enjoy IT!
ENCICLOPÉDIA ILUSTRADA DO JAZZ & BLUES.
Organização de Howard Mandel, com prefácio de John Scofield
Edições Afrontamento, 2006
Da escassa informação disponível em português, esta obra destaca-se naturalmente pela profundidade e riqueza das biografias de nomes maiores da história do jazz.
Vem mesmo a calhar, esta enciclopédia, nomeadamente para dinamizar o Aqui Jazz o Fado, projecto embrionário que pretende ir às origens e casamentos de duas formas de expressão musical tão diversas…
Como gostava de ter visto o Carlos Paredes ao lado do Charlie Haden no Coliseu!
As evoluções da música popular nos séculos XX e XXI foram muitas e variadas, passando-se da utilização de instrumentos rudimentares e de estruturas melódicas simples a trabalhos mais complexos e ao recurso cada vez maior a tecnologias avançadas. No entanto, é muitas vezes possível traçar as origens da música popular ocidental a partir dos seus muitos artistas e das influências das duas correntes de música afro-americana que se desenvolveram no final do século XIX: o jazz, que saía quente do caldo urbano multicultural de Nova Orleães, e o blues, vindo das paisagens rurais desoladas do Texas e do delta do Mississipi. Estas misturas de elementos da música afro-americana com o mundo cultural e social da América pós-guerra Civil foram evoluindo gradualmente a partir das suas raizes semelhantes, vindo a constituir dois géneros musicais bastante distintos e criando bases sólidas para o surgimento de outros estilos novos.

Esta Enciclopédia proporciona um olhar profundo sobre essa música poderosa e influente, com informação detalhada sobre os artistas inovadores que ajudaram a dar forma ao jazz e ao blues à medida que os estilos foram evoluindo. Organizados por décadas, todos os capítulos abrem com um texto introdutório com a informação básica essencial. As secções «Temas & Estilos» situam a música no seu contexto cultural, histórico e social e descrevem a evolução do jazz e do blues nesse período. Seguem-se as secções biográficas sobre os «Artistas de Referência» de cada década, contendo detalhes sobre faixas emblemáticas e gravações clássicas de cada um deles. Depois, em «Artistas de A-Z», apresentam-se as histórias da vida de muitos outros músicos, vocalistas, compositores, arranjadores, chefes de orquestra e produtores importantes. A secção de referências, bastante abrangente, inclui informação sobre os instrumentos do jazz e do blues, uma extensa lista de artistas, um glossário e bibliografia complementar sugerida.
Sobre a obra, recomenda-se também este artigo de Rui Branco.
Dentro de algumas semanas teremos novamente a visita de Philip Glass. Não há orçamento que aguente, livra!!!
Quarta-feira passada, o B Flat Jazz Club fez 11 anos. De parabéns, o António Ferro, que tive o prazer de conhecer. Quando ele disse que tinha uma raridade da Amália – um disco gravado na Broadway(!), liguei de imediato ao Jorge, que desmoralizou o António, coitado; Aquilo foi gravado em Lisboa, com músicos da GNR… e direcção de um americano. Pois!
Para abrilhantar a festa, tocaram os Fado em Si bemol, um nome que encaixa perfeitamente no espírito do blog. O quinteto, que apresentou quase duas dúzias de standards e tem em preparação um disco de originais, é composto por:
Miguel Silva, guitarra portuguesa – Paulo Gonçalves, viola – Pedro Silva, contrabaixo – Paulo Coelho, percussão – Pedro Matos, voz.
A produção do grupo é de Adalberto Ribeiro, a quem prometi ajudar a trazê-los a uma visita à Capital do Império. A ber bamos…
Temos o privilégio de estar entre nós a inconfundível, a inigualável … a grande senhora do fado… como é que a senhora se chama?, – Odete – Uma grande salva de palmas, por favor!
Não aconteceu, ontem à noite, mas podia ter acontecido.
É assim, às segundas (agora também às terças) e quartas na Tasca do Chico.
Não tem nada que saber: é só descer a Rua Diário de Notícias até encontrar um magote de gente de copo na mão à porta da tasca, esperar por um intervalo e arranjar um lugarzinho na sala. Por mim, prefiro ir para o balcão, ao fundo, onde está o Chico a aviar copos e a endrominar as camones.
Ouvi ontem pela primeira vez ao vivo o Pedro Moutinho. Canta mesmo bem, o miúdo! Mais dois ou três anos de vadiagem e temos homem!

David Bowie, que hoje atinge a bonita idade de 60 anos, foi – na fase final enquanto Ziggy Stardust – dos primeiros responsáveis pela decoração das paredes do meu quarto de adolescente, ao lado dos Kiss, Alice Cooper, Led Zeppelin, Black Sabbath e The Who.
Também havia posters relacionados com outro tipo de sensibilidades; Enquanto os de Rock saíam da Bravo alemã, os outros dependiam da playmate do mês.

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