Archive for the ‘ BD ’ Category

As Exposições do FIBDA-2008

Exposição no CNBDI – Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem Como se desenham os sonhos – História da Amadora em BD, numa homenagem a José Ruy,  autor com o maior número de álbuns de BD em Portugal e que doou a sua obra à cidade onde nasceu.

    Exposição na Casa Roque Gameiro   Cristina Valadas, Prémio Nacional de Ilustração Infantil da DGLB, com o conjunto de ilustrações do livro “O rapaz que sabia acordar a Primavera”, com texto de Luisa Dacosta  (Edições ASA)

 

O júri do prémio decidiu distinguir Cristina Valadas “pela composição gráfica, simultaneamente equilibrada e livre de estereótipos” e pela “leveza e subtileza da vertente pictórica” do conjunto das ilustrações daquela obra, editada em 2007 pela Asa.  Em “O rapaz que sabia acordar a Primavera”, conto de Luísa Dacosta, Cristina Valadas combina técnica mista, recorrendo a colagens, num estilo “que reforça a coesão semântica do objecto-livro”. Público, 08.05.2008 

 

Exposição na Galeria Municipal Artur Bual Zero Figura – Homenagem a José Garcês _________________________________________________________

Conversas e Autógrafos com Autores Estrangeiros 

25 e 26 de Outubro Lee Hong (China), Liberatore (Itália), Dave McKean (Inglaterra), Pat Mills (Inglaterra), Tara McPherson (EUA), Esteban Maroto (Espanha), Kevin O’Neill (EUA); 1 e 2 de Novembro Maurício de Sousa (Brasil), Ian Gibson (Inglaterra), Zoran Janjetov (Sérvia), Julio Ribera (Espanha); 8 e 9 de Novembro Fabio Civitelli (Itália), Cyril Pedrosa (França), Mathieu Sapin (França), Jean-Claude Denis (França) Carlos Portela (Espanha), Xulio Das Pastoras (Espanha)

Outros convidados Bernard Mahé (coleccionador), Claude Moliterni (co-comissário da exposição central), Nathalie Michel (especialista), Benoit Mouchart (director do Festival de BD de Angoulême), Elsa Sanchez (viúva de Hector Oesterheld), Jie Chen (directora do Shangai Waigaoqiao International Animation, Cartoon & Game Developing Center), Alessandro Esposito e Paola Damiano (direcção do Festival de BD de Nápoles) Melina Gatto (comissária do núcleo dedicado a Hector Oesterheld), Jean Pierre Dionnet (ex-director da revista Metal Hurlant)  

 

Fórum Luis de Camões –  Tecnologia e Ficção Científica:

Piso 0 (Astroporto) Técnicas gráficas e narrativas e tratamento do tema na evolução da BD

Personagens: Flash Gordon, de Alex Raymond e Valérian, de Pierre Christin e Jean Claude Mézières

Desenhadores: Esteban Maroto e Leo

Argumentistas: Hector German Oesterheld (Argentina, 1919-1977), autores: Alberto Breccia, Oswal e Solano Lopez; Alejandro Jodorowsky, autores: Juan Gimenez, Das Pastoras, Zoran Janjetou

Publicações: Métal Hurlant (revista francesa de BD de terror e ficção científica criada em 1974 pelo colectivo “Les Humanoïdes Associés”), autores: MoebiusPhilippe Druillet; 2000 AD (revista britânica de BD de ficção científica publicada desde 1977 até ao presente), autores: Pat Mills, Kevin O’Neill, Ian Gibson.   

Salammbo, acrylic by Druilletdessin de MoebiusLeo Roa comic panel by Juan Gimenez

 

Tecnologia e Ficção Científica na BD portuguesa

Jayme Cortez: Os Dois Amigos na Cidade dos Monstros Marinhos, Uma Espantosa Aventura, Os Seis Terríveis – histórias publicadas n’O MOSQUITO Fernando Bento: Adaptações de clássicos de Júlio Verne – publicadas no DIABRETE Vitor Péon: O Segredo do oceano; António Barata: Pânico no Ar – publicada no SENHOR DOUTOR José Garcês: O Império Enlutado – publicada n’O MOSQUITO Monteiro Neves: Baroon – publicado n’O MOSQUITO Nuno San Payo: O Mistério de Castel-Diablo – publicado no CAMARADA Júlio Resende e Jorge Brandeiro: Viagem à Estratosfera – publicado no PAPAGAIO Jorge Brandeiro: Uma aventura no Planeta Zúrius Fernando Relvas: Rosa-Delta-Sem-Saída – publicada no TINTIN Vitor Mesquita: Eternus 9; Trilogia com Tejo ao Fundo; Sindroma de Babel + inéditos Augusto Mota e Nelson Dias: Wanya – Escala em Orongo Zé Paulo e outros autores da Visão Luís Louro: Eden 2.0 Luís Diferr: Os Deuses de Altaír José Ruy: A Ilha do Futuro  

Prémios Nacionais de BD 2007:

Melhor Álbum Português/Argumento e Desenho – Tratado de Umbografia, de Luís Henriques e JC Fernandes Melhor Álbum Estrangeiro – Alguns meses em Amélie, de Jean-Claude Denis Melhor Álbum de Tiras Humorísticas – Há vida em Markl 2: Opus, de Nuno Markl Melhor Álbum Português em Língua Estrangeira – Merci Patron, de Rui Lacas Clássicos da 9ª arte – A trágica comédia ou cómica tragédia de Mr. Punch, de Neil Gaiman e Dave McKean Melhor Fanzine – Venham + 5, colectivo da Bedeteca de Beja   

 

Piso -1 (nave Cósmica) Colectiva de BD de Ficção Científica da China /Autores: Yu Lu e Hong Lee – Liberatore: RankXerox vs Lucy – Star Wars, em parceria com o Star Wars Clube de Portugal – Retrospectiva de Tara McPherson, em parceria com a editora KingPin of Comics – Cyril Pedrosa, em parceria com o Institut Franco-Portugais – Blake & Mortimer / Autores: Yves Sente e André Juillard – 60 Anos de TEXHomenagem a João Abel Manta    

 

Ligações úteis:

Centralcomics

Sítio Oficial do 19º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (FIBDA)

Aguarela de Pratt (I)

A actual República do Haiti, descoberta por Colombo, ocupa a parte ocidental da ilha.

Em 1884, a parte oriental tornou-se independente, passando a chamar-se República Dominicana.

Para Hugo Pratt, a lha do Haiti chama-se Grande Antilha.

Colonizada pela Espanha, é cedida à França em 1697, através do tratado de Ryswick.

Torna-se então a colónia mais próspera e uma das mais ricas do mundo, bem como o maior mercado de tráfico de escravos.

Enquanto dura a Revolução Francesa, os escravos africanos, que tinham substituído a população indígena, dizimada pelos espanhóis, revoltam-se.

Toussaint L`Ouverture, escravo até aos quarenta e cinco anos, lidera o único caso de revolta de escravos com êxito em toda a História.

Em 1793 é abolida a escravatura.

Dessalines, em 1804, lidera a revolução haitiana e derrota o mais poderoso exército colonial da época, enviado por Napoleão.

O Haiti torna-se o primeiro Estado independente na América Latina.

La Ballade…

Como a asa branca do albatroz
sobre o sopro monótono do Pacífico…
O mar levou-a…
Odeio-te, Oceano!

BLAKE E MORTIMER – OS SARCÓFAGOS DO 6º CONTINENTE

Já não era sem tempo!!

Alguém sabe se a Meribérica vai voltar a editar as Selecções de BD?!

Já dísponivel em todo país, é o novo tomo da colecção Blake e Mortimer já sem Edgar P. Jacobs mas com uma dupla de autores capaz de fazer juz às antigas histórias do criador da série. Esta é mais uma edição de Meribérica/Liber.

Se do ponto de vista da ficção científica apresenta uma invenção diabólica digna de Jacobs, do ponto de vista da ficção política, “Os Sarcófagos do 6º Continente” de Yves Sente e André Juillard, tece minuciosamente a rede de uma intriga centrada no actualíssimo tema do terrorismo internacional, enquanto enquadra a já emblemática dupla de heróis da BD num passado que lhes fornece uma dimensão psicológica que faltava ainda explorar.

BLAKE E MORTIMER – OS SARCÓFAGOS DO 6º CONTINENTE

Bruxelas, 1958. A cidade prepara-se para receber os visitante da Exposição Universal. Os representantes dos países expositores trabalham afincadamente na apresentação dos seus feitos científicos, tecnológicos e sócio-culturais.

Seleccionado para dirigir o pavilhão “British Industry”, Philip Mortimer e a sua equipa encarregam-se de estabelecer uma ligação permanente com a base científica de Halley, na Antárctida, que permitirá aos visitantes sentir em directo de Bruxelas o pulsar do 6º Continente.

Optimista e entusiasmado com o trabaho, Mortimer desconhece ainda que um grupo terrorista de origem indiana planeia usar essa mesma ligação para pôr em prática os efeitos de uma potente arma que ameaça destabilizar a célebre Exposição.

Liderada pelo misterioso imperador indiano Açoka, que se diz ter ressuscitado cerca de 2000 anos após a morte, esta organização pretende alarmar o mundo, voltando os olhos da opinião pública para os problemas dos países colonizados, começando pela Índia.

É precisamente na Índia, vinte e cinco anos mais cedo, que no início deste álbum encontramos os jovens Francis e Philip, que se conhecem pela primeira vez quando Mortimer acode ao futuro amigo que se havia visto envolvido numa discussão local.

Pouco mais tarde, Mortimer vê-se obrigado a antecipar o seu regresso a Inglaterra devido ao seu envolvimento com uma bela jovem indiana, misteriosamente desaparecida e cuja morte lhe é imputada.

Neste primeiro tomo de Os Sarcófagos do 6º Continente, Mortimer, incomodado por pesadelos relacionados com a terrível acusação que pesa sobre ele desde a juventude e Blake, seguindo uma investigação do MI5, enfrentam a vingança de Açoka e tentam impedir os efeitos da sua arma secreta sobre a Exposição Universal de Bruxelas, que está prestes a começar.

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