Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa
Quinze anos depois…
Da revelação, ao mundo, de uns rabiscos que não sabiam nadar.
De os mesmos rabiscos chegarem a ter sido datados por especialistas, como tendo no máximo 300 anos – Juro que não fui eu! Apesar de por ali ter passado em miudo, quando ia banhar-me na ribeira, estou convencido que os rabiscos já lá estavam…
Do desvario dos senhores da Unesco, que classificaram o sítio como Património da Humanidade.
De pouco ou nada se ter investido em infraestuturas na Região, de modo a potenciar o Parque.
De o Rio Sabor – que não tem culpa nenhuma, – ser quem vai pagar as favas.
O Vale do Côa vai assistir, finalmente, à inauguração do seu Museu, que divulgará um dos mais longos ciclos de arte rupestre da Europa… e o resto é paisagem. Minimalista! 🙂









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