Posts Tagged ‘ World Press Photo ’

Serenata do Cisne Bravo

Em Janeiro de 2010 no Lago Hokkaido – Japão, o fotógrafo Stefano Unterthiner captou a graciosidade poética dos cisnes bravos. O trabalho que realizou para a National Geographic valeu-lhe  o 2º Prémio da World Press Photo na categoria Natureza.

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World Press Photo 2010

On june 12, 2009 the Iranian presidential elections were held, and the results were strongly contested by the population. For the first time after the Islamic Revolution, Iranians expressed all their dissent, organizing huge demonstrations against the regime. But the protest was not limited to demonstrations in public spaces. Every night at 10:00, citizens gathered on building rooftops to continue their protests, chanting “Allah u Akbar,” (Allah is great). At times, these chants would be interrupted by other, more indignant, chants of “Marg bar diktator” (Death to the dictator). During these protests, the dark Tehran nights were haunted by the ghost-like shadows and their eerie voices. Dreams, memories, emotions, and hopes roam around like ghosts on the rooftops of Tehran.

The story continues here…

WPF 2009 – It Could Happen to You

World Press Photo-2009, de 20 de Junho a 19 de Julho no Museu da Electricidade.

Um polícia entra numa casa americana para confirmar a evacuação de uma família na sequência de dívidas de hipoteca. Esta foto, tirada no  Ohio a 26 de Março, conquistou o prémio de melhor imagem do ano para a World Press Photo.

Os membros do júri destacaram a força captada pelo americano Anthony Suau para a revista Time. Parece uma foto de guerra, mas trata-se apenas de uma ordem de expulsão de uma casa.
«A guerra, no seu sentido mais clássico, chegou à casa das pessoas porque simplesmente não podem pagar as hipotecas», explicou a juiz principal MaryAnne Golon à agência Reuters, enquanto um seu colega, Akinbode Akinbiyi, acrescentou: «Em todo o mundo as pessoas começam a pensar: isto pode acontecer-nos».

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Vencedor do World Press Photo 2008 - Anthony Suau, para a Time


Manhã de 8 de Janeiro de 2008 em New Hampshire. Barack e Michelle Obama andavam em campanha, separados. Este raro momento de privacidade e introspecção captado durante a partilha do pequeno-almoço deu a Callie Shell da Aurora Photos para a revista Time o 1º lugar na categoria História de Notícias

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World Press Photo 2008: 1º lugar em História de Notícias - Callie Shell, da Aurora Photos para a Time



Mais uma história de violência africana, numa das suas formas mais primitivas: Num conflito inter-tribal no Quénia, um grupo de homens lança flechas a um grupo rival. A foto, tirada a 1 de Março, deu ao japonês Chiba Yasuyoshi o 1º lugar em Notícias singulares.

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World Press Photo 2008: 1º lugar em Notícias singulares - Chiba Yasuyoshi para a France-Press


Ainda no Quénia, agora com a violência pós-eleitoral numa das favelas de Nairobi: tirada em Janeiro, esta foto de um miudo em pânico com a chegada de um polícia de bastão em riste, deu ao argentino Walter Astrada o 1º prémio na categoria de histórias singulares.

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World Press Photo 2008: 1º lugar em Histórias Singulares - Walter Astrada para a France-Press

Uma mulher com uma criança ao colo enfrenta um cordão policial, durante um processo de desocupação de terras, na província de Manaus, Brasil. Esta foto, tirada a 10 de março, deu ao brasileiro Luiz Vasconcelos, o 1º prémio na categoria de Notícias Gerais Singulares

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World Press Photo 2008: 1º lugar em Notícias Gerais Singulares - Luiz Vasconcelos para a Zuma Press.



A 14 de Maio, Chen Quinggang (Hangzhou Daily) fez uma fotoreportagem sobre as operações de resgate, após o terramoto no Município de Beichuan, China. Esta foto, do transporte de um sobrevivente, valeu-lhe o 1º prémio na categoria de fotonotícias.

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World Press Photo 2008: 1º lugar em Fotonoticias - Chen Quinggang

O mexicano Carlos Cazalis /Corbis, andou pelas ruas de São Paulo . Com grande sentido estético, esta foto de um sem-abrigo na entrada de um edifício valeu-lhe o 1º prémio na categoria de assuntos contemporâneos – histórias. Vale a pena ver as restantes.

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World Press Photo 2008: 1º lugar em Assuntos Contemporâneos - Histórias: Carlos Cazalis



Numa terrível luta contra o tempo para tentar salvar o maior número possível de sobreviventes, o bombeiro resgata ma criança com vida. O momento, captado pelo chinês Bo Bor em Maio na Província de Sichuan, ganhou o 2º prémio na categoria de fotonotícias.

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World Press Photo 2008: 12º lugar em Fotonoticias: Bo Bor

John Kolesidis/Reuters nos motins de Atenas, na sequência da morte de um jovem durante uma manifestação. Obteve o 2º prémio na categoria Notícias Singulares.

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World Press Photo 2008: 2º lugar em Notícias singulares - John Kolesidis

As fotos foram surripiadas ao Telegraph

WPP 2008- Grande Prémio no Vale da Morte

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“Esta imagem mostra um homem exausto. E uma nação exausta”.
Foi assim que o júri classificou esta fotografia do fotógrafo britânico Tim Hetherington, que lhe valeu o primeiro prémio World Press Photo 2008.
O trabalho, para a Vanity Fair, no Afeganistão, mostra este soldado norte-americano num bunker em Korengal.

Gary Knight, presidente do júri, diz que se trata de uma imagem de “um homem no fim da linha”. “Estamos todos ligados a esta imagem.” Foto: Tim Hetherington

fonte: Público

Esta foto foi publicada na edição de janeiro de 2008 da Vanity Fair, neste artigo:

(mais informação, aqui e aqui.)

Into the Valley of Death

A strategic passage wanted by the Taliban and al-Qaeda, Afghanistan’s Korengal Valley is among the deadliest pieces of terrain in the world for U.S. forces. One platoon is considered the tip of the American spear. Its men spend their days in a surreal combination of backbreaking labor—building outposts on rocky ridges—and deadly firefights, while they try to avoid the mistakes the Russians made. Sebastian Junger and photographer Tim Hetherington join the platoon’s painfully slow advance, as its soldiers laugh, swear, and run for cover, never knowing which of them won’t make it home.

by Sebastian Junger January 2008

The 20 men of Second Platoon move through the village single file, keeping behind trees and stone houses and going down on one knee from time to time to cover the next man down the line. The locals know what is about to happen and are staying out of sight. We are in the village of Aliabad, in Afghanistan’s Korengal Valley, and the platoon radioman has received word that Taliban gunners are watching us and are about to open fire. Signals intelligence back at the company headquarters has been listening in on the Taliban field radios. They say the Taliban are waiting for us to leave the village before they shoot.

Below us is the Korengal River and across the valley is the dark face of the Abas Ghar ridge. The Taliban essentially own the Abas Ghar. The valley is six miles long, and the Americans have pushed halfway down its length. In 2005, Taliban fighters cornered a four-man navy-seal team that had been dropped onto the Abas Ghar, and killed three of them, then shot down the Chinook helicopter that was sent in to save them. All 16 commandos on board died.

Dusk is falling and the air has a kind of buzzing tension to it, as if it carries an electrical charge. We only have to cover 500 yards to get back to the safety of the firebase, but the route is wide open to Taliban positions across the valley, and the ground has to be crossed at a run. The soldiers have taken so much fire here that they named this stretch “the Aliabad 500.” Platoon leader Matt Piosa, a blond, soft-spoken 24-year-old lieutenant from Pennsylvania, makes it to a chest-high stone wall behind the village grade school, and the rest of the squad arrives behind him, laboring under the weight of their weapons and body armor. The summer air is thick and hot, and everyone is sweating like horses. Piosa and his men were here to talk to the local elder about a planned water-pipe project for the village, and I can’t help thinking that this is an awful lot of effort for a five-minute conversation.

I’m carrying a video camera and running it continually so that I won’t have to think about turning it on when the shooting starts. It captures everything my memory doesn’t. Piosa is about to leave the cover of the stone wall and push to the next bit of cover when I hear a staccato popping sound in the distance. “Contact,” Piosa says into his radio and then, “I’m pushing up here,” but he never gets the chance. The next burst comes in even tighter and the video jerks and yaws and Piosa screams, “A tracer just went right by here!” Soldiers are popping up to empty ammo clips over the top of the wall and Piosa is shouting positions into the radio and tracers from our heavy machine guns are streaking overhead into the darkening valley and a man near me shouts for someone named Buno.

Buno doesn’t answer. That’s all I remember for a while—that and being incredibly thirsty. It seems to go on for a long, long time.
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