Retrato de D. Isabel de Moura

Museu Nacional de Arte Antiga | 10 obras de Referência | Retrato de D. Isabel de Moura | Visita guiada no dia 27 de Janeiro.

É um dos poucos retratos portugueses da colecção de pintura do Museu Nacional de Arte Antiga de que se conhece o pintor e o retratado. Trata-se da efígie de D. Isabel de Moura, filha de D. Cristóvão de Almada, casada com Lopo Furtado de Mendonça, cujo retrato pelo mesmo autor também se conserva no Museu.
“Isolando a cabeça do seu contexto, concentrando-se assim toda a força na sua expressão”, o retrato de D. Isabel de Moura é na verdade um fragmento de uma pintura de que se conservou intacta toda a zona do rosto.

Retrato de D. Isabel de Moura, 1545 | Domingos Vieira, o Escuro (c.1600-c.1678) | Portugal, 2º quartel do século XVII (1630-1640)

Não é a obra íntegra mas sim um fragmento, este Retrato de D. Isabel de Moura que Domingos Vieira, o Escuro, pintou na 2ª metade do século XVII. Sendo bem estimável a qualidade psicológica imprimida ao rosto da senhora, muito apreciável é também o tratamento plástico do seu toucado tão característico da época. É curioso notar como neste fragmento que resultou em pequeno formato, o olhar directo, enquadrado pelo negro das sobrancelhas e do cabelo, ultrapassa a vibração das pregas ondeantes do toucado.

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