Arquivo de 4 de Fevereiro, 2007

"Leituras" ao Domingo

A Exposição Vincent van Gogh and Expressionism pretende mostrar a profunda influência – tratamento da luz, brilho e côr – que o pintor holandês teve no movimento Expressionista, nomeadamente no trabalho de artistas alemães e austríacos, como Karl Schmidt-Rottluff, Emil Nolde, Ernst Ludwig Kirchner, Max Pechstein, Wassily Kandinsky, Paul Klee, Alexej von Jawlensky, Gustav Klimt, Egon Schiele e Oskar Kokoschka, criadores também representados.

O Catálogo da Exposição – da autoria do Curador Jill Lloyd, com capa de Max Pechstein – custa €24,50 na loja online do Museu (não inclui portes), 10 euros mais barato que na Fnac!

Ilustração da capa:
Young woman with red fan, 1910

Leitura de hoje: Vincent van Gogh and Expressionism, numa aula de 45 minutos dada pelo curador convidado Jill Lloyd, no Van Gogh Museum em Amsterdão.

Between 1890 and 1914 Vincent van Gogh emerged from almost total obscurity to be hailed as one of the founders of modern art. He was especially admired in Germany, where museums and collectors soon began acquiring his works. This lecture focuses on Van Gogh’s paintings in German and Austrian collections and the impact these had on artists such as Ernst Ludwig Kirchner and Oskar Kokoschka.

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Noite de emoções

Não podia ter começado melhor a noite. Acabado de subir a interminável escadaria que conduz à bancada e ainda mal recuperado o fôlego, vejo aí umas 200 pessoas coladas à televisão e pensei: o Porto não está a ganhar! Aproximo-me para ver o resultado e… golo do Estrela! Parecia que jogava a Selecção Nacional!!!

Foi com outro ânimo que subi os últimos degraus até chegar ao lugar e logo, nova emoção: a sentida homenagem a Luis Ribeiro com quem, há uns 15 anos, tive oportunidade de trocar breves palavras sobre o negócio das telecomunicações e de quem retive para sempre a imagem de excelente pessoa.


Depois, o jogo.

Na primeira parte, uma jogada perfeita e um excelente golo do adversário; pouco depois, o fantástico remate do Caneira que, se tivesse entrado, seria do nível do que marcou ao Inter de Milão. Que pena.

Carlos -con tranquilidad– Bueno, que marcou quatro golos (não fez um único golo na primeira volta!), foi o merecido ovo kinder para adoçar a boca dos adeptos que há muito tinham entrado em hipoglicémia.

Ah! Liedson, esse sádico! Deu-se ao luxo de falhar um penalti que parece não ter existido para compensar com um golo de antologia!

Depois de pensar que o clube do coração estava condenado a ficar atrás daqueles cujo nome não pronunciamos, agora… até os comemos!

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