Arquivo de 10 de Janeiro, 2007

Et l’aventure commence…

No Outono de 1925, Hergé começa a trabalhar no jornal Le Vingtième Siècle, interrompendo a colaboração para cumprir o serviço militar nos dois anos seguintes.

No dia 1 de Novembro de 1928 sai o primeiro número do suplemento juvenil do jornalLe Petit Vingtième coordenado por Hergé. Com argumento de um dos redactores do jornal, Hergé desenha Les Aventures de Flup, Nénesse, Poussette et Cochonet .

No dia 10 de Janeiro de 1929, inicia-se no Le Petit Vingtième (nº 11) Tintin au pays des Soviets, a primeira de inúmeras aventuras do jovem repórter.

Hergé devint assez vite très polyvalent au sein du XXème siècle, s’occupant de la mise en page, des illustrations et du lettrage. Le directeur, voulant élargir l’audience du journal, décida de créer un supplément destiné aux jeunes. Il se tourna, tout bonnement vers Hergé qui allait se fiancer avec Germaine Kieckens, sa secrétaire. Le 1er novembre 1928, le premier numéro du Petit Vingtième paraissait. La responsabilité du nouveau journal était confiée à Hergé.

Il commença par illustrer les séries paraissant dans le Petit Vingtième, mais vite lassé, il décida de lancer sa propre série. Il reprit ses planches de Totor, en changeant quelques lettres au nom du héros et en lui donnant un nouveau métier : journaliste. Il lui ajoute une houppette et un fox terrier : Milou.
Ayant lu les B.D américaines Bringin up father, Katzenjammer kids et Krazy Cat, Hergé décide de lancer une véritable bande dessinée où dessins et paroles des personnages sont liés.
Tintin apparaît donc pour la première fois le 10 janvier 1929 dans Le Petit Vingtième. Le jeune reporter va partir en voyage au pays des bolcheviques… Hergé livrait deux planches par semaine, sans imaginer les suites que la série aura assez vite.

A floresta mágica

Autor do Blog No Botânico, o Ignacio García Pereda – espanhol com coração lisboeta -, partilhou comigo (em jeito de desafio) a ideia de conseguir pequenas entrevistas a celebridades que tenham sido alunos da Faculdade de Ciências de Lisboa e que,com o seu testemunho, contribuam para a divulgação do Jardim Botânico, tão mal tratado, não só por quem sobre ele tem responsabilidades, como pelos lisboetas, que vivem de costas voltadas para este jardim absolutamente único da nossa cidade.

Vale a pena ler o contributo de Clara Pinto Correia.
Pode ser que um dia destes consiga alimentar a ideia, caro Ignacio.

Os meus filmes, em 2006 – parte II

Para completar a lista de filmes de 2006, cuja primeira série foi publicada neste post, é mais fácil dizer do que não gostei: O Sentinela, uma charopada! Lady in the Water – A Senhora da Água -de um realizador com uma obra quase imaculada – é uma fábula que não conseguiu fazer-me sentir novamente criança! Do atrevido Marie Antoinette gostei da banda sonora e da rainha adolescente, pas suffisant!

Romance e Cigarros e Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos são as melhores comédias do ano.
Gostei francamente de Tobey Jones em Infame, menos espalhafatoso que Seymour Hoffman em Capote! WTC foi uma desilusão ao lado de Vôo 93, cuja expectativa era bem menor. Uma História de Violência, O Novo Mundo, Três Enterros de um Homem, Munique, Poseidon ( muito melhor que Titanic), Miami Vice, The Departed – Entre Inimigos e Babel completam a dúzia de filmes que mais gostei de ver em 2006.

Se outra utilidade esta posta não tiver, certamente os links farão as delícias de quem gosta de cinema!
Em 2007, gostava de dedicar mais atenção ao cinema europeu já que, de um modo geral, não sou grande entusiasta do asiático.


Romance & Cigarettes – Romance & Cigarros, o primeiro filme de John Turturro como realizador.
Flight 93 – Voo 93, de Paul Greengrass
The Sentinel – O Sentinela, de Clark Johnson
World Trade Center, de Oliver Stone


Lady in the Water – A Senhora da Água, de M. Night Shyamalan
The Black Dahlia – A Dália Negra, de Brian De Palma
Little Miss Sunshine – Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos, de Jonathan Dayton e Valerie Faris
Marie Antoinette, de Sofia Coppola


The Departed – Entre Inimigos, de Martin Scorsese
007 – Casino Royale, de Martin Campbell
Infamous – Infame, de Douglas McGrath
The Queen – A Rainha, de Stephen Frears


The Holiday – O Amor Não Tira Férias, de Nancy Meyers
Déjà Vu, de Tony Scott
Babel, de Alejandro González Iñárritu

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