il Buono, il brutto, il cattivo

Sinopse do Filme Boavista-0, Sporting-4

Pedro Barbosa, O Bom – Uma noite mágica para o Capitão, aos olhos de todos menos do Jaime Pacheco, que não gosta de futebol.. quer dizer: não gosta de ver jogar bem!
Sá Pinto, O Mau – Consegue provavelmente um record mundial ao falhar 4 (sim, quatro) golos de baliza aberta num só jogo!
Só podia ficar irritado consigo próprio, em lugar de arranjar sarilhos no final da partida do Bessa.
Liedson, O Vilão – Começa a ficar gasta a frase “Liedson Resolve”..
Mas o que é que a gente há-de fazer?!
Este rapaz franzino e levezinho de botas cor-de-laranja(!) devia adoptar o cognome de O Cumpridor.
Liedson, O Cumpridor.
Soa bem!
E sabe melhor!

Paixão pela música eterna

JOHANN SEBASTIAN BACHSacred Choral Works

Choir – The Monteverdi Choir
Orchestra – The English Baroque Soloists
Conductor – John Eliot Gardiner

Bach: Christmas Oratorio BWV 248
Soprano – Ruth Holton
Contralto – Anne Sofie von Otter
Tenor – Anthony Rolfe Johnson
Bass – Olaf Bär
Soprano – Nancy Argenta
Tenor – Blochwitz, Hans Peter
Soprano – Katie Pringle

Bach: St. Matthew Passion BWV 244
Soprano – Barbara Bonney
Contralto – Anne Sofie von Otter
Tenor Chance, Michael
Baritone – Andreas Schmidt
Bass – Cornelius Hauptmann
Soprano – Ann Monoyios
Tenor – Anthony Rolfe Johnson
Tenor – Howard Crook
Baritone – Olaf Bär

Bach: St. John Passion BWV 245
Soprano – Nancy Argenta
Contralto – Ruth Holton
Tenor – Anthony Rolfe Johnson
Countertenor – Michael Chance
Bass – Stephen Varcoe
Bass – Cornelius Hauptmann

Bach: Mass in B minor BWV 232
Soprano – Nancy Argenta
Tenor – Wynford Evans
Bass – Morgan Lloyd
Soprano – Jane Fairfield
Soprano – Jean Knibbs
Contralto – Patrick Collin
Contralto – Ashley Stafford
Tenor – Andrew Murgatroyd
Bass – Stephen Varcoe
Soprano – Mary Nichols
Tenor – Howard Milner

CD – DDD 469 769-2
9 Compact Discs
ARCHIV Produktion
Collectors Edition

Track List: CD 1CD 2CD 3CD 4CD 5CD 6CD 7CD 8CD 9

Em Busca da Luz


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O Conhecimento de hoje permite-nos afirmar que a Luz tem origens longínquas – milhões de anos-luz, afirmam os cientistas.

Sabemos também que a sua radiação tem origem num Tempo Astronómico que o homem não consegue medir. Questionamos o Efeito Doppler? Muitos de nós não!

Mas questionamo-nos sobre a sua Origem, construindo diversos modelos cosmológicos.
Os cientistas adoptam limites temporais do Universo para descrever a realidade.

Porém, existem outras realidades que vão para além dos limites temporais e que são ditadas pela vontade, pelo desejo íntimo de cada ser humano, em busca da sua própria Luz.
Atribuir-lhe um significado, sentir o seu calor.

É isso que por estes dias muitos milhões de crentes buscam. Sem limites!

Leitura recomendada (post editado)

Marionetas com vida própria

America – The Land of Opportunities!
Mas nem sempre é assim. Quando os sonhos se diluem na realidade por vezes cruel, muitas vezes cruel, as verdades adquiridas transformam-se numa coisa desprovidada de sentido crítico.
A frustação dá lugar à revolta, e esta ao sentimento insane de vingança.
Contra nada. Contra tudo.

Estamos em 1974. O Presidente Nixon personifica o ideal americano.
Será nele que Samuel Bicke tentará descarregar a sua frustração, depois de um casamento falhado, de uma carreira profissional na qual se não revê.. e por fim, o colapso!

A densidade da personagem possibilita mais uma vez a Sean Penn a oportunidade de um desempenho notável, quase asfixiante.



Slavery never really ended in this country.
They just gave it another name. Employee.


Posted by Hello
Certainty is the disease of kings.

The Assassination of Richard Nixon, de Niels Mueller
Sean Penn – Samuel Bicke
Naomi Watts – Marie Bicke
Don Cheadle – Bonny Simmons

declaração de interesses

Autenticidade precisa-se!


Aquilino, de Artur Bual

O Mestre Artur Bual será homenageado na terceira edição da Feira de Arte Contemporânea do Estoril, que decorrerá entre 14 e 18 de Abril no Centro de Congressos. A não perder!

Ainda pior que a convicção do não, é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase!
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase amou ainda ama .
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “bom dia”, quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor.
Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio-termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para os erros há perdão, para os fracassos a oportunidade, para os amores impossíveis tentativa.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Não deixes que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfia do destino e acredita em ti.
Gasta mais horas a realizar do que a sonhar… A fazer que planear… A viver do que a esperar…
Porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Luís Fernando Veríssimo

O poeta pede a seu amor que lhe escreva

Amor de minhas entranhas, morte viva,
em vão espero tua palavra escrita
e penso, com a flor que se murcha,
que se vivo sem mim quero perder-te.

O ar é imortal. A pedra inerte
nem conhece a sombra nem a evita.
Coração interior não necessita
o mel gelado que a lua verte.

Porém eu te sofri. Rasguei-me as veias,
tigre e pomba, sobre tua cintura
em duelo de mordiscos e açucenas.

Enche, pois, de palavras minha loucura
ou deixa-me viver em minha serena
noite da alma para sempre escura.

Federico Garcia Lorca

A Festa do Jazz no S. Luiz

A 3ª Festa do Jazz no Teatro de S. Luiz – ao Chiado, realiza-se no próximo fim-de-semana.
Não tive oportunidade de ir nos anos anteriores, vamos a ver se este ano dá para ir!
É sempre interessante conhecer o jazz que se faz em Portugal.

Nos dias 2 e 3 de Abril haverá espectáculos – entre a sala principal, a sala estúdio Mário Viegas, o Jardim do Inverno e o Café dos Teatros, reúnem-se alguns dos nomes mais da cena jazz, como Maria João e Mário Laginha, o Quinteto de Pedro Moreira e Carlos Barreto.

Iluminura medieval


Ecce Homo

ver Praga e renascer

O Relógio Astronómico de Orloj pertence à categoria dos locais obrigatórios numa visita a Praga.

É absolutamente fascinante a complexidade do mecanismo desta obra, datada do primeiro quarto do século XV.

Está situado bem no coração desta magnífica cidade, em Old Town Square.

Vale a pena entrar aqui, onde podemos encontrar a história desta obra prima, bem como uma pequena lenda que diz que o relógio demorou sete anos a ser construído, após o que o Czar mandou cegar o clockmaster, de modo a evitar que fosse construído outro igual!

Na esfera estão representados fenómenos astronómicos como os movimentos solar e lunar e o movimento aparente das estrelas!
O nascer e o pôr do sol são indicados pelos fundos vermelho e azul;
Na parte esquerda, o romper do dia (AVRORA) com uma orla ascendente (ORTVS) e na parte direita o crepúsculo (CREPVSCVLVM), com uma orla descendente (OCCASVS).


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Por baixo do relógio situa-se o calendário, construído no início do século XIX!