a Arte do Trio


Mehldau possui a luminosidade de Lennie Tristano, a emoção do mestre Keith Jarrett e a sensibilidade de Bill Evans.

Versatilidade, consistência e génio, são traços característicos deste apaixonante pianista de jazz.

No CCB a 10 de Fevereiro e a 12 no Porto.
A não perder.

A parceria:
Brad Mehldau, piano
Larry Grenadier, contrabaixo
Jeff Ballard, bateria

Na página oficial, podem ouvir-se itunes da discografia completa.

Excerto da informação na página do CCB:
Com formação clássica, mas desde cedo apaixonado pelo jazz, Brad Mehldau é considerado actualmente um dos mais geniais pianistas de jazz do mundo.
Influências tão variadas como Beethoven, Bill Evans, Schumann e Keith Jarrett fizeram com que Mehldau não criasse barreiras musicais.
Exemplos disso são as participações em várias bandas sonoras e a revisão pessoal de temas dos Radiohead, Beatles, Paul Simon e Nick Drake.
O trio formou-se em meados dos anos 90, editando o disco de estreia: «Introducing Brad Mehldau», em 1995.
É em formato trio que Mehldau explora a sua paixão pelo jazz, na vertente mais pura, do que são prova os álbuns intitulados «Art of the Trio», já com diversos volumes.

Participou nas bandas sonoras dos filmes «Meia-noite do Jardim do Bem e do Mal», de Clint Eastwood, «De Olhos Bem Fechados», de Stanley Kubrick e «Million Dollar Hotel – O Hotel» de Wim Wenders.
A sua admiração por áreas mais populares da música levou-o a reinterpretar temas dos britânicos Radiohead – “Paranoid Android” e “Exit Music (For a Film)” – e Beatles – “Blackbird”.

Presidenciais – leitura recomendada


No número do primeiro trimestre deste ano, em plena campanha eleitoral para as Presidenciais, a revista Nova Cidadania aborda os Programas Eleitorais de Mário Soares, Manuel Alegre e Cavaco Silva.

Tópicos:

Cavaco Silva
As Minhas Ambições para Portugal:
É em nome deste conjunto de ambições para Portugal que, nos tempos difíceis que o País atravessa, considero necessária a minha candidatura a Presidente da República. Não nos podemos resignar: Sei que os portugueses são capazes, sei que Portugal pode vencer.
– Reforço da qualidade da nossa democracia
– Aproximação aos níveis de desenvolvimento da União Europeia e de Espanha
– Aumento da qualificação dos recursos humanos
– Melhoria da organização do território, da qualidade ambiental, do desenvolvimento cultural
– Construção de uma sociedade mais justa e solidária
– Portugal protagonista activo e credível na cena internacional
– Uma magistratura activa no respeito pelos poderes previstos na Constituição

Manuel Alegre
Contrato Presidencial – Razões da Candidatura:
Candidato-me por um Portugal que se diga no plural, uma Pátria que sois vós, uma Pátria que somos nós, um Portugal de todos. Este não é um projecto de descrença. É um projecto de reinvenção e de esperança.
– Uma sociedade de confiança
– Pátria e cidadania
– Contrato presidencial
– Cumprir e fazer cumprir a Constituição
– Qualificação e cultura de inovação
– Modernização da educação
– Uma diplomacia de paz
– Uma visão política da Europa
– Uma aliança de civilizações
– O novo papel da Forças Armadas
– Constituição e cidadania
– Magistério de proximidade e de exigência
– Com todos os portugueses e por todos os portugueses

Mário Soares
Estabilidade e Mudança:
Candidato-me com os olhos postos no futuro de Portugal. Confio no bom senso e no patriotismo dos Portugueses. Quero contribuir para acabar com as crispações e confrontações inúteis, cultivando o diálogo e os consensos possíveis e necessários para ultrapassar a crise.
– Uma visão política global
– Portugal tem de apostar no futuro
– O combate à crise
– Em defesa do sistema semipresidencial
– Portugal na Europa e no Mundo
– O futuro dos Portugueses
– Persuasão democrática
– Equilíbrio e estabilidade

A época de saldos começa hoje

Até 22 de Janeiro.

Entre Deus e o Homem há uma diferença dos diabos

E a maior de todas, é que Ele não dorme!

O homem sim, precisa descansar…
E isso faz toda a diferença!

Em dia de reis

A Epifania que transformou as nossas vidas faz 14 anos.

Plagiar* não é copiar a direito**

Façam o que eu digo, não façam o que eu faço.

* Plagiarism
** Copyright

prenda minha

Recebi uma prenda inesperada este Natal:
O livro Duarte Mendonça: 30 anos de Jazz em Portugal.

Por ter sido editado recentemente, não conhecia;
A maior e agradável surpresa, no entanto, é verificar que não fazia ideia que tantos jazzmen tivessem passado por Portugal nas últimas três décadas.

O livro, da autoria de João Moreira dos Santos, constitui uma justa homenagem ao produtor Duarte Mendonça.

Recheado de muitas fotografias inéditas, este álbum de memórias é uma belíssima viagem pela história dos festivais de jazz em Portugal.

Obrigado ao JMS , pela paixão que lhe dedicou.
Um abraço à Maria João e ao Paulo Alexandre, que mo ofereceram.

Os meus filmes, em 2005

Ocean’s Twelve, de Steven Soderbergh

Saraband, de Ingmar Bergman

Closer – Perto Demais, de Mike Nichols

The Aviator – O Aviador, de Martin Scorsese

Vera Drake, de Mike Leigh

The Merchant of Venice – O Mercador de Veneza, de Michael Radford

Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos, de Clint Eastwood

Mar Adentro, de Alejandro Amenábar

Sideways
, de Alexander Payne

House of Flying Daggers – O Segredo dos Punhais Voadores
, de Zhang Yimou

The Ring Two – O Aviso 2, de Hideo Nakata

The Assassination of Richard Nixon – O Assassínio de Richard Nixon, de Niels Mueller

Birth – O Mistério, de Jonathan Glazer

The Interpreter – A Intérprete, de Sydney Pollack

Downfall – A Queda: Hitler e o Fim do Terceiro Reich, de Oliver Hirschbiegel

Star Wars: Episode III, Revenge of the Sith – A Vingança dos Sith, de George Lucas

Sophie Scholl: The Final Days – Os Últimos Dias de Sophie Scholl, de Marc Rothemund

Sin City – A Cidade do Pecado, de Frank Miller/Robert Rodriguez/Quentin Tarantino

Batman Begins – Batman: O Início, de Christopher Nolan

Crash – Colisão, de Paul Haggis

War of the Worlds – Guerra dos Mundos, de Steven Spielberg

Charlie and the Chocolate Factory – Charlie e a Fábrica de Chocolate
, de Tim Burton

Cinderella Man – Cinderella Man, de Ron Howard

She Hate Me – Ela Odeia-me
, de Spike Lee

Doom – Doom: Sobrevivência
, de Andrzej Bartkowiak

Elizabethtown – Elizabethtown, de Cameron Crowe

Oliver Twist – Oliver Twist, de Roman Polanski

King Kong – King Kong, de Peter Jackson

Le Petit Prince – Antoine de Saint-Exupery

Chapitre XXI

C’est alors qu’apparut le renard.
– Bonjour, dit le renard.
– Bonjour, répondit poliment le petit prince, qui se tourna mais ne vit rien.
– Je suis là, dit la voix, sous le pommier.
– Qui es-tu? dit le petit prince. Tu es bien joli…
– Je suis un renard, dit le renard.
– Viens jouer avec moi, lui proposa le petit prince. Je suis tellement triste…
– Je ne puis pas jouer avec toi, dit le renard. Je ne suis pas apprivoisé…
– Ah! Pardon, fit le petit prince.

Mais après réflexion, il ajouta :
– Qu’est-ce que “apprivoiser”?
– Tu n’es pas d’ici, dit le renard, que cherches-tu?
– Je cherche les hommes, dit le petit prince. Qu’est-ce que signifie “apprivoiser”?
– Les hommes, dit le renard, ils ont des fusils et ils chassent. C’est bien gênant! Il élèvent aussi despoules. C’est leur seul intérêt. Tu cherches des poules?
– Non, dit le petit prince. Je cherche des amis. Qu’est-ce que signifie “apprivoiser”?
– C’est une chose trop oubliée, dit le renard. Ca signifie “Créer des liens…”
– Créer des liens?
– Bien sûr,dit le renard. Tu n’es encore pour moi qu’un petit garçon tout semblable à cent mille petits garçons. Et je n’ai pas besoin de toi. Et tu n’a pas besoin de moi non plus. Je ne suis pour toi qu’un renard semblable à cent mille renards. Mais, si tu m’apprivoises, nous aurons besoin l’un de l’autre. Tu seras pour moi unique au monde. Je serai pour toi unique au monde…
– Je commence à comprendre, dit le petit prince. Il y a une fleur… je crois qu’elle m’aapprivoisé…

– C’est possible, dit le renard. On voit sur la Terre toutes sortes de choses…
– Oh! ce n’est pas sur la Terre, dit le petit prince. Le renard parut très intrigué :
– Sur une autre planète ?
– Oui.
– Il y a des chasseurs sur cette planète-là ?
– Non.
– Ca, c’est intéressant! Et des poules ?
– Non.
– Rien n’est parfait, soupira le renard.

Mais le renard revint à son idée :
– Ma vie est monotone. Je chasse les poules, les hommes me chassent. Toutes les poules se ressemblent, et tous les hommes se ressemblent. Je m’ennuie donc un peu. Mais si tu m’apprivoises, ma vie sera comme ensoleillée. Je connaîtrai un bruit de pas qui sera différent de tous les autres. Les autres pas me font rentrer sous terre. Le tien m’appelera hors du terrier, comme une musique. Et puis regarde! Tu vois, là-bas, les champs de blé? Je ne mange pas de pain. Le blé pour moi est inutile. Les champs de blé ne me rappellent rien. Et ça, c’est triste! Mais tu a des cheveux couleur d’or. Alors ce sera merveilleux quand tu m’aura apprivoisé! Le blé, qui est doré, me fera souvenir de toi. Et j’aimerai le bruit du vent dans le blé…

Le renard se tut et regarda longtemps le petit prince :
– S’il te plaît… apprivoise-moi! dit-il.
– Je veux bien, répondit le petit prince, mais je n’ai pas beaucoup de temps. J’ai des amis à découvrir et beaucoup de choses à connaître.
– On ne connaît que les choses que l’on apprivoise, dit le renard. Les hommes n’ont plus le temps de rien connaître. Il achètent des choses toutes faites chez les marchands. Mais comme il n’existe point de marchands d’amis, les hommes n’ont plus d’amis. Si tu veux un ami, apprivoise-moi!
– Que faut-il faire? dit le petit prince.
– Il faut être très patient, répondit le renard. Tu t’assoiras d’abord un peu loin de moi, comme ça, dans l’herbe. Je te regarderai du coin de l’oeil et tu ne diras rien. Le langage est source de malentendus. Mais, chaque jour, tu pourras t’asseoir un peu plus près…

Le lendemain revint le petit prince.
– Il eût mieux valu revenir à la même heure, dit le renard. Si tu viens, par exemple, à quatre heures de l’après-midi, dès trois heures je commencerai d’être heureux. Plus l’heure avancera, plus je me sentirai heureux. À quatre heures, déjà, je m’agiterai et m’inquiéterai; je découvrira le prix du bonheur! Mais si tu viens n’importe quand, je ne saurai jamais à quelle heure m’habiller le coeur… il faut des rites.
– Qu’est-ce qu’un rite? dit le petit prince.
– C’est quelque chose trop oublié, dit le renard. C’est ce qui fait qu’un jour est différent des autres jours, une heure, des autres heures. Il y a un rite, par exemple, chez mes chasseurs. Ils dansent le jeudi avec les filles du village. Alors le jeudi est jour merveilleux! Je vais me promener jusqu’à la vigne. Si les chasseurs dansaient n’importe quand, les jours se ressembleraient tous, etje n’aurait point de vacances.

Ainsi le petit prince apprivoisa le renard. Et quand l’heure du départ fut proche :
– Ah! dit le renard… je preurerai.
– C’est ta faute, dit le petit prince, je ne te souhaitais point de mal, mais tu as voulu que jet’apprivoise…
– Bien sûr, dit le renard.
– Mais tu vas pleurer! Dit le petit prince.
– Bien sûr, dit le renard.
– Alors tu n’y gagnes rien!
– J’y gagne, dit le renard, à cause de la couleur du blé.

Puis il ajouta :
– Va revoir les roses. Tu comprendras que la tienne est unique au monde. Tu reviendras me direadieu, et je te ferai cadeau d’un secret.

Le petit prince s’en fut revoir les roses.
– Vous n’êtes pas du tout semblables à ma rose, vous n’êtes rien encore, leur dit-il. Personne ne vous a apprivoisé et vous n’avez apprivoisé personne. Vous êtes comme était mon renard. Ce n’était qu’un renard semblable à cent mille autres. Mais j’en ai fait mon ami, et il est maintenant unique au monde.

Et les roses étaient gênées.
– Vous êtes belles mais vous êtes vides, leur dit-il encore. On ne peut pas mourir pour vous. Biensûr, ma rose à moi, un passant ordinaire croirait qu’elle vous ressemble. Mais à elle seule elle est plus importante que vous toutes, puisque c’est elle que j’ai arrosée. Puisque c’est elle que j’ai abritée par le paravent. Puisque c’est elle dont j’ai tué les chenilles (sauf les deux ou trois pour les papillons). Puisque c’est elle que j’ai écoutée se plaindre, ou se vanter, ou même quelque fois setaire. Puisque c’est ma rose.

Et il revint vers le renard :
– Adieu, dit-il…
– Adieu, dit le renard. Voici mon secret. Il est très simple : on ne voit bien qu’avec le coeur. L’essentiel est invisible pour les yeux.
– L’essentiel est invisible pour les yeux, répéta le petit prince, afin de se souvenir.
– C’est le temps que tu a perdu pour ta rose qui fait ta rose si importante.
– C’est le temps que j’ai perdu pour ma rose… fit le petit prince, afin de se souvenir.
– Les hommes on oublié cette vérité, dit le renard. Mais tu ne dois pas l’oublier. Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé. Tu es responsable de ta rose…
– Je suis responsable de ma rose… répéta le petit prince, afin de se souvenir.

Inside Dakar

Na verdade, é mais Dakar inside Lisboa mas, seja como fôr, já tive a minha estreia.
Ouvir de perto o roncar dos motores destes TT na estrada, mesmo não sendo de terra..
Não importa..
Sentir a atmosfera duma prova destas, é uma emoção!

O acompanhamento começou em Monsanto, num dos inúmeros viadutos – ao longo da ligação até à primeira classificativa – que se encheram de milhares de pessoas para ver a caravana do Dakar.
À passagem de cada máquina – em especial as dos portugueses -, o pessoal levantava as bandeiras nacionais, aplaudia, ao que os concorrentes ocorrespondiam, acenando ou mostrando os cachecóis.

As fotos foram tiradas em andamento, o que me valeu um olhar nº 3 de um dos co-pilotos, durante o acompanhamento na A2..

Saída da Marginal e entrada na CREL

CREL, pouco antes da entrada na A5

Monsanto, a caminho da Ponte 25 de Abril

Na Ponte 25 de Abril

A2, na zona de Almada

A2, na zona de Palmela

A2, na zona de Setúbal

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