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mais ou menos este o meu estado de espírito, hoje!

ainda e sempre

Garôta de Ipanema

Vinicius de Moraes / Antonio Carlos Jobim

Olha que coisa mais linda

Mais cheia de graça

É ela menina

Que vem e que passa

Num doce balanço

A caminho do mar

Moça do corpo dourado

Do sol de lpanema

O seu balançado é mais que um poema

É a coisa mais linda que eu já vi passar

Ah, por que estou tão sozinho?

Ah, por que tudo é tão triste?

Ah, a beleza que existe

A beleza que não é só minha

Que também passa sozinha

Ah, se ela soubesse

Que quando ela passa

O mundo inteirinho se enche de graça

E fica mais lindo

Por causa do amor

a melhor hora do amigo António

1. The Girl From Ipanema
2. Desafinado
3. Corcovado
4. Agua De Beber
5. O Morro Nao Tem Vez (Dindi)
6. Insensatez
7. Samba De Uma Nota So
8. Meditation
9. Chega De Saudade
10. Wave
11. The Girl From Ipanema
12. Remember
13. Un Rancho Nas Nuvens
14. Aguas De Marco
15. Inutil Paisagem
16. Passarim
17. Looks Like December

Bossa Nova Finest Hour. A primeira meia-hora vale pelo disco.
De qualquer modo, é uma boa compilação, que reune a obra entre 1963 e 1987.
Da mesma série da Verve, recomenda-se Nina Simone, Stan Getz, Quincy Jones..

fresquinho!

Mais um esboço do artista!

Vamos ouvir!

paradoxo ou paradigma?

revolução biológica – evolução social?

revolução social – evolução cultural?

revolução cultural – evolução biológica?

a ordem dos factores é arbitrária?

quinta dimensão

journal d’une jeune suicidée é um blogue de uma miúda francesa que tentou suicidar-se em Outubro passado. O que aconteceu à jovem Sadia depois de 15 de Janeiro?

Cada dia sem gozo não foi teu

Foi só durares nele. Quanto vivas

Sem que o gozes, não vives.

Não pesa que amas, bebas ou sorrias:

Basta o reflexo do sol ido na água

De um charco, se te é grato.

Feliz o a quem, por ter em coisas mínimas

Seu prazer posto, nenhum dia nega

A natural ventura!

Ricardo Reis

Cada dia sem gozo não foi teu

Foi só durares nele. Quanto vivas

Sem que o gozes, não vives.

Não pesa que amas, bebas ou sorrias:

Basta o reflexo do sol ido na água

De um charco, se te é grato.

Feliz o a quem, por ter em coisas mínimas

Seu prazer posto, nenhum dia nega

A natural ventura!

Ricardo Reis

Estudo de mulher nua, inclinada para trás

Eugène Delacroix, 1798-1863

Obra inserida na exposição «Eugène Delacroix, Dessins du Louvre».

Começou no dia 9 e estende-se até 5 de Julho, para quem tiver oportunidade.

por mero acaso

Nas habituais deambulações pela blogosfera, entrei aqui e achei a ideia curiosa!

Então, cá vai:

António Tabucchi, O Anjo Negro

Não, todos sabiam que ficavam por outro motivo, talvez porque lá fora era noite, mar ou distância e a frase de Tiago revelava um sentimento que era de todos e que nenhum tinha a coragem de tornar explícito: um mal-estar, como uma vaga indisposição; medo não; antes um misto de insegurança e ansiedade, como se sentissem fugitivos numa cidade que era a deles e tivessem saudades da sua verdadeira cidade, que era aquela mesma, mas noutro momento que não fosse aquela noite hostil, com as suas ondas maléficas que vibravam, prontas a soltar-se.

Engraçado.