Palácio Nacional de Queluz

Criado pelo Infante D. Pedro, irmão do Rei D. José, a partir da casa grande da velha quinta de Queluz, o Palácio de Queluz foi palco de intensas alegrias e tristezas para três gerações de reis da dinastia de Bragança: D. Maria I e D. Pedro III, D. João VI e D. Carlota Joaquina e D. Pedro IV e D. Miguel. Projectado como destino lúdico, de veraneio, o Palácio de Queluz apresenta-se, ainda hoje, como o mais luminoso e leve dos paços reais portugueses. Seduzido pelo encanto do palácio e dos seus jardins adornados com excelente estatuária, o general Junot, ainda enquanto embaixador em Lisboa, planeava alojar ali Napoleão. São muitas as histórias que as paredes do Palácio de Queluz nos conta. Histórias como a da morte de D. Pedro, ex-Rei de Portugal e ex-Imperador do Brasil, que ali se extingue, precocemente, a poucos dias de completar 36 anos. Uma visita guiada pela directora do palácio, a historiadora Maria Inês Ferro e por Anísio Franco, conservador no Museu Nacional de Arte Antiga.

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