Rodrigo Leão – Os Pássaros de Pangim

Fundação Museu do Oriente | Auditório | Concertos | 13, 14, 19, 20, 21, 26 e 27 de Março de 2010

A melhor música sempre evocou viagens: interiores, geográficas ou simplesmente emocionais, mas sempre com uma ideia de movimento associada, de transporte de sentimentos e imagens. É assim com Rodrigo Leão, cuja carreira pode ser entendida como uma viagem. E as viagens, claro, apresentam sempre desafios a quem as empreende, como nas odisseias clássicas. Rodrigo Leão prepara-se para enfrentar novo desafio, a convite do Museu do Oriente, onde o celebrado compositor português apresentará uma temporada especial de Os Pássaros de Pangim. Foram estes os pássaros que Rodrigo gravou em Goa e que, depois, inspiraram o título de um dos temas do álbum A Mãe, mais um marco vitorioso numa carreira que só tem conhecido sentido ascendente: liderou o top em Portugal e recolheu os mais efusivos elogios da crítica. Viagem A Goa é outro dos temas incluídos nesse álbum que também terá lugar especial neste espectáculo de evocação de outras cores, sabores e sons.

«As viagens sempre me inspiraram: os sons, as cores, a atmosfera dos diversos locais por onde fui passando sempre afectaram a minha música. E o Oriente tem esse fascínio acrescido, um mistério…», explica Rodrigo Leão. O espectáculo que o autor de A Mãe vai trazer ao auditório do Museu do Oriente tem vindo a ser preparado com cuidado especial – novo contexto, nova sala. Terá imagens, que o próprio Rodrigo Leão foi recolhendo em viagens que o levaram de Goa ao Alentejo. Para este espectáculo, o Cinema Ensemble será redimensionado, adaptado ao espaço e a uma vontade mais exploratória da música que numa primeira parte terá uma abordagem mais experimental, mais acústica, com sabores do Oriente e com alguns inéditos a surgirem em palco. Na segunda parte, Rodrigo percorrerá alguns dos temas mais conhecidos do seu repertório, numa roupagem mais íntima e despida, que lançará diferente luz sobre temas bem conhecidos do seu público.

Rodrigo Leão parte, uma vez mais, de viagem. Uma viagem ao Oriente desconhecido, mas também e, sobretudo, a um lado menos visível de uma obra que tem recolhido efusivos aplausos em todo o Mundo.

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