crónica de uma morte anunciada

Enquanto via as imagens em directo, pensava nisto. As rádios vivem de directos, que dão asas à nossa imaginação; As televisões mostram-nos as imagens em bruto.

A opção de mudar de canal é minha, mas se todos os canais passam as mesmas imagens, a liberdade das televisões sobrepõe-se à vontade individual. Nestes casos, prefiro a rádio.

Olhos que não vêm, coração que não sente.

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