Com três convidados de grande qualidade, a oportunidade de rever Rodrigo Leão era única!
As vozes de Scott Matthew e de Neil Hannon (The Divine Comedy) possuem um timbre de tal modo cativante que conquistam qualquer plateia; Beth Gibbons (Portishead) foi a presença mais discreta da noite, apesar das credenciais – não entendi a sua timidez em palco. O restante alinhamento foi irrepreensível, mas penso que em palcos como os dos Coliseus se perde um pouco da magia deste notável Ensemble.
A melhor música sempre evocou viagens: interiores, geográficas ou simplesmente emocionais, mas sempre com uma ideia de movimento associada, de transporte de sentimentos e imagens. É assim com Rodrigo Leão, cuja carreira pode ser entendida como uma viagem. E as viagens, claro, apresentam sempre desafios a quem as empreende, como nas odisseias clássicas. Rodrigo Leão prepara-se para enfrentar novo desafio, a convite do Museu do Oriente, onde o celebrado compositor português apresentará uma temporada especial de Os Pássaros de Pangim. Foram estes os pássaros que Rodrigo gravou em Goa e que, depois, inspiraram o título de um dos temas do álbum A Mãe, mais um marco vitorioso numa carreira que só tem conhecido sentido ascendente: liderou o top em Portugal e recolheu os mais efusivos elogios da crítica. Viagem A Goa é outro dos temas incluídos nesse álbum que também terá lugar especial neste espectáculo de evocação de outras cores, sabores e sons.
«As viagens sempre me inspiraram: os sons, as cores, a atmosfera dos diversos locais por onde fui passando sempre afectaram a minha música. E o Oriente tem esse fascínio acrescido, um mistério…», explica Rodrigo Leão. O espectáculo que o autor de A Mãevai trazer ao auditório do Museu do Oriente tem vindo a ser preparado com cuidado especial – novo contexto, nova sala. Terá imagens, que o próprio Rodrigo Leão foi recolhendo em viagens que o levaram de Goa ao Alentejo. Para este espectáculo, o Cinema Ensemble será redimensionado, adaptado ao espaço e a uma vontade mais exploratória da música que numa primeira parte terá uma abordagem mais experimental, mais acústica, com sabores do Oriente e com alguns inéditos a surgirem em palco. Na segunda parte, Rodrigo percorrerá alguns dos temas mais conhecidos do seu repertório, numa roupagem mais íntima e despida, que lançará diferente luz sobre temas bem conhecidos do seu público.
Rodrigo Leão parte, uma vez mais, de viagem. Uma viagem ao Oriente desconhecido, mas também e, sobretudo, a um lado menos visível de uma obra que tem recolhido efusivos aplausos em todo o Mundo.
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Jos d’Almeida
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.