Uma paisagem assim pode aquecer a alma..

Apetece saltar a cerca e perdermo-nos..
Até encontrar uma cabana onde o sangue volte a aquecer!
Um sorriso acolhedor..
Sensação familiar!
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Apetece saltar a cerca e perdermo-nos..
Até encontrar uma cabana onde o sangue volte a aquecer!
Um sorriso acolhedor..
Sensação familiar!
Quanto tempo é que a águia
vai continuar a planar
sobre o fundo azul
sem conseguir aterrar?

Se o Santana Lopes avançar com a candidatura, vou recensear-me e votar nele!
( e ganhar muitos amigos, já sei…)
A última vez que votei foi nas autárquicas de 1985!
Mas há muitos anos que penso que este homem não é do norte, e agora, com a simpatia que o meu amigo Alberto João demonstrou pela ideia, então não tenho dúvidas! O homem será imbatível!
«Será que, falhada a revisão constitucional, o dr. Santana Lopes toma a iniciativa de devolver a soberania ao povo português para o povo português decidir?»
Quem senão o Alberto João poderia espevitar a discussão sobre estes temas?
Está aberta a sessão…
Eu me penitencio
Grande Leão
Pela incursão
À sinagoga
Para apoiar o Glorioso
Por ti
Por mim
Pelos outros
Pelo país
E mil motivos mais
Farei uma expiação voluntária
Através da segunda circular
Passarei pelo Covil
A celebrar o segundo lugar
Vou começar por colocar uma foto do Alexander Hassenstein da Alemã Bongarts Sportfoto, que teve o terceiro prémio na categoria sports action.
O “artista”, Thomas Morgenstern na World Cup Skijumping, Kuusamo – Finlândia, traz-me à memória uma aventura que tive neste mesmo local há coisa de um ano, em que por mero acaso fui com um companheiro de ocasião parar a uma negra!
Pela quantidade de trambolhões que dei durante a descida – parecia que nunca mais acabava, deu para ter uma ideia do gozo que deve ser malhar a esta velocidade! A repetir…!

Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
1ª Parte – O Brasão
IV – A Coroa
NUN’ÁLVARES PEREIRA
Que auréola te cerca?
É a espada que, volteando,
Faz que o ar alto perca
Seu azul negro e brando.
Mas que espada é que, erguida,
Faz esse halo no céu?
É Excalibur, a ungida,
Que o Rei Artur te deu.
‘Sperança consumada,
S. Portugal em ser,
Ergue a luz da tua espada
Para a estrada se ver!
V – O TIMBRE
A CABEÇA DO GRIFO – O INFANTE D. HENRIOUE
Em seu trono entre o brilho das esferas,
Com seu manto de noite e solidão,
Tem aos pés o mar novo e as mortas eras —
O único imperador que tem, deveras,
O globo mundo em sua mão.
UMA ASA DO GRIFO – D. JOÃO O SEGUNDO
Braços cruzados, fita além do mar.
Parece em promontório uma alta serra —
O limite da terra a dominar
O mar que possa haver além da terra.
Seu formidável vulto solitário
Enche de estar presente o mar e o céu.
E parece temer o mundo vário
Que ele abra os braços e lhe rasgue o véu.
A OUTRA ASA DO GRIFO – AFONSO DE ALBUQUERQUE
De pé, sobre os países conquistados
Desce os olhos cansados
De ver o mundo e a injustiça e a sorte.
Não pensa em vida ou morte,
Tão poderoso que não quer o quanto
Pode, que o querer tanto
Calcara mais do que o submisso mundo
Sob o seu passo fundo.
Três impérios do chão lhe a Sorte apanha.
Criou-os como quem desdenha.
Claro que é só mais uma opinião, mas o artigo Compra-me isso: Portugal vem ao encontro daquilo que penso deveria ser a atitude perante o tema, sem qualquer espécie de pretensiosismo de verdade absoluta, antes uma reflecção honesta sobre a real situação do país enquadrada no actual contexto europeu. Temos gente capaz, pró-activa e com energia para renovar a alma portuguesa e a auto-confiança que tem andado escondida atrás da obra feita. É fulcral continuar a pensar Portugal, em português, de preferência!
Nunca sei como é que se pode achar um poente triste.
Só se é por um poente não ser uma madrugada.
Mas se ele é um poente, como é que ele havia de ser uma madrugada?
Quando tornar a vir a Primavera
Talvez já não me encontre no mundo.
Gostava agora de poder julgar que a Primavera é gente
Para poder supor que ela choraria,
Vendo que perdera o seu único amigo.
Mas a Primavera nem sequer é uma cousa:
É uma maneira de dizer.
Nem mesmo a flores tornam, ou as folhas verdes.
Há outros dias suaves.
Nada torna, nada se repete, porque tudo é real.


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