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isto vai começar a aquecer…

Se o Santana Lopes avançar com a candidatura, vou recensear-me e votar nele!

( e ganhar muitos amigos, já sei…)

A última vez que votei foi nas autárquicas de 1985!

Mas há muitos anos que penso que este homem não é do norte, e agora, com a simpatia que o meu amigo Alberto João demonstrou pela ideia, então não tenho dúvidas! O homem será imbatível!

«Será que, falhada a revisão constitucional, o dr. Santana Lopes toma a iniciativa de devolver a soberania ao povo português para o povo português decidir?»

Quem senão o Alberto João poderia espevitar a discussão sobre estes temas?

Está aberta a sessão…

Penitência

Eu me penitencio

Grande Leão

Pela incursão

À sinagoga

Para apoiar o Glorioso

Por ti

Por mim

Pelos outros

Pelo país

E mil motivos mais

Farei uma expiação voluntária

Através da segunda circular

Passarei pelo Covil

A celebrar o segundo lugar

Poemas Inconjuntos, Alberto Caeiro

Quando vier a Primavera,

Se eu já estiver morto,

As flores florirão da mesma maneira

E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.

A realidade não precisa de mim.

Ainda o Compromisso Portugal

Claro que é só mais uma opinião, mas o artigo Compra-me isso: Portugal vem ao encontro daquilo que penso deveria ser a atitude perante o tema, sem qualquer espécie de pretensiosismo de verdade absoluta, antes uma reflecção honesta sobre a real situação do país enquadrada no actual contexto europeu. Temos gente capaz, pró-activa e com energia para renovar a alma portuguesa e a auto-confiança que tem andado escondida atrás da obra feita. É fulcral continuar a pensar Portugal, em português, de preferência!

Poente

Nunca sei como é que se pode achar um poente triste.

Só se é por um poente não ser uma madrugada.

Mas se ele é um poente, como é que ele havia de ser uma madrugada?

Poemas Inconjuntos, Alberto Caeiro

Quando tornar a vir a Primavera

Talvez já não me encontre no mundo.

Gostava agora de poder julgar que a Primavera é gente

Para poder supor que ela choraria,

Vendo que perdera o seu único amigo.

Mas a Primavera nem sequer é uma cousa:

É uma maneira de dizer.

Nem mesmo a flores tornam, ou as folhas verdes.

Há outros dias suaves.

Nada torna, nada se repete, porque tudo é real.


Medo, Muito Medo!

Na mitologia nórdica, Odin, chefe de uma tribo asiática, estabeleceu na Escandinávia o seu reino. Para administrá-lo, celebrar os rituais religiosos e predizer o futuro, Odin teria escolhido doze sábios, reunindo-os num banquete no Valhalla, morada dos deuses. Loki, o deus do fogo, apareceu sem ser convidado e armou uma grande confusão. Como invejava a beleza radiante de Balder, deus do Sol e filho de Odin, fez com que Hodur, o deus cego, o assassinasse por engano. Daí veio a crença de que 13 pessoas reunidas para um jantar só pode mesmo acabar mal.

Esta lenda é semelhante ao episódio da Ultima Ceia de Cristo.

Segundo se sabe, participaram nessa ceia sagrada os doze apóstolos e Cristo, num total de 13 pessoas. O resto da história já sabemos: o homem foi dependurado, diz-se que numa sexta-feira. E mais. Na antiga numeração hebraica, os números eram representados por letras. A letra que indicava a quantidade treze era a mesma usada para a palavra morte.

Além da justificação judaico-cristã, existem 2 outras lendas que explicam a superstição.

Uma Lenda diz que na Escandinávia existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga numa bruxa exilada no alto de uma montanha. Para se vingar, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e mais o demo – totalizando treze – para rogar pragas sobre os humanos. Da Escandinavia a superstição espalhou-se pela Europa.

Por mim, fico-me pelo filme (o primeiro, claro!) e prefiro acreditar que o Jason não morreu!

Isto não são evidências?!

– É preciso um Estado mais leve e que não asfixie a sociedade civil, mas que também seja mais forte e independente”
– “O novo modelo económico português tem de assentar num cidadão qualificado, num Estado forte, num enquadramento transparente e em empresas competitivas”
– ” A concorrência é indispensável ao desenvolvimento económico. Mais do que aumentar o investimento, é preciso melhorar a sua qualidade.
– “A prioridade não é proteger os centros de decisão em Portugal mas conseguir centros de interesse nacional de competência que possam criar riqueza para o país”
– “Mais do que saber o que é que o Governo pode fazer, ou se está a fazer bem ou mal, esta é a altura para os empresários e gestores provarem que são empreendedores”
– “É preciso acabar com o paradigma que Espanha é uma ameaça”
A propósito de muitos comentários publicados hoje nos diversos fóruns de opinião sobre o “Compromisso para Portugal”, quando é que deixamos de confundir oportunidades com oportunismos?
Ousar pensar.

Ao meu pai, no vigésimo quinto aniversário da sua morte

Não consigo pensar em nenhuma necessidade da infância tão intensa quanto a da proteção de um pai.

Sigmund Freud

Demonstração do Teorema de Pitágoras

Pitágoras não só se satisfez com a generalização da propriedade a que chegou, como também se preocupou com a sua demonstração, ou seja, em provar que essa regra se aplicava a todos os triângulos rectângulos. Só depois de demonstrada a propriedade seria promovida a teorema. Teorema este que era uma propriedade que para ser aceite como verdadeira, necessita de ser demonstrada. Pitágoras considerou um triângulo rectângulo cujos lados mediam, numa dada unidade, a e b, e a hipotenusa, c.

Cada figura é um quadrado de lado a + b. A figura 1 foi subdividida em quatro triângulos iguais ao inicial e num quadrado de lados iguais á hipotenusa c .

A figura 2 também contêm quatro triângulos iguais ao inicial.

Pode-se concluir que se temos dois quadrados iguais e ambos contêm quatro triângulos iguais ao inicial, então o que resta num quadrado , noutro tem de ser igual. Pitágoras concluiu que: a^2 + b^2 = c^2

Por volta de 4000 a.C. os Egiptos já utilizavam o método de traçar ângulos rectos, utilizando uma corda onde eram dados 13 nós de forma a que o espaço entre eles fosse igual, isto é, a corda media 12 unidades, sendo cada unidade o espaço entre dois nós consecutivos.

Em seguida, três pessoas seguravam a corda, unindo os dois extremos e a fim de construírem um triângulo cujos lados medissem 3, 4 e 5 unidades. Tinham assim a certeza de que o ângulo b era recto. Esta igualdade verifica-se para qualquer triângulo rectângulo e sua generalização ficou conhecida pelo teorema de Pitágoras.