Archive for the ‘ Lisboa ’ Category

Património Nacional – Amieira


Situada entre Nisa e Portalegre, no Norte Alentejano, a povoação de Amieira pertence ao antigo Priorado do Crato.

Cercada por montes de relativamente baixa elevação, espraia-se em direcção ao Tejo por meio de charnecas e ribeiros.

Os nomes das ruas do Adro, do Açougue, do Arrabalde e a Travessa do Forno, que liga a Rua de Santa Maria à Rua da Barca, mantêm-se desde o século XVII, possivelmente o período de maior desenvolvimento da povoação.

Autêntico cartão de visita, o castelo avista-se de imediato na descida para esta bonita povoação, que merece maior vitalização pois, além da Sociedade Recreativa e da Casa do Pão (imagem abaixo) como fontes de entretenimento para os habitantes, não existe sequer um sítio onde o visitante possa almoçar.

Rua do Castelo, que desemboca na praça fronteira ao castelo.


O Castelo de Amieira, mandado edificar em meados do séc. XIV pelo pai de D. Nuno Álvares Pereira, fazia parte da linha defensiva da margem sul do Tejo.
Durante o século XV chegou a ser utilizado como prisão.
Parcialmente destruido durante o terramoto de 1755, só durante o século passado foi alvo de significativas obras de recuperação, que ainda hoje continuam.



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Postais de Lisboa – Natal de 2005

Praça do Município

Câmara Municipal, com o Terreiro do Paço em fundo

Árvore de Natal, no Terreiro do Paço

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um sério esforço ao meu poder de síntese..

O blogger do Oceano das palavras leu no meu blog este post e resolveu compilar a informação dispersa num único post, no seu blog.

Nem sequer me vou dar ao trabalho de lhe explicar que quando se copia integralmente um texto de outro blogger, é de bom tom referir a fonte.

Apontamentos sobre o Terramoto de 1755

13 de AbrilComo é que a religião explica estas coisas?

30 de AbrilCentral Lisbon before the earthquake

12 de MaioCentral Lisbon after the earthquake

3 de JunhoSocorro às vítimas do Terramoto de 1755

24 de Junhoenterrar os mortos e cuidar dos vivos

21 de SetembroDa memória dos homens

22 de OutubroO sismo das igrejas

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O sismo das igrejas

Convento do Carmo, antes do Terramoto de 1 de Novembro de 1755

Mandado edificar por D. Nuno Álvares Pereira no século XIV, começou por ser um convento carmelita.
Na cerca, foram construidas celas minúsculas, destinadas a acolher os frades que vinham de Moura.
A cela do Santo Condestável ficou conhecida como “Casa do Século”.

Por consequência do Terramoto, vários conventos foram destruídos; O fervor religioso regista também um forte abalo, culminando na expulsão e extinção das Ordens Religiosas, ordenada por Joaquim António de Aguiar, em 1834.

De traço gótico, foi parcialmente destruído pelo Terramoto de 1755; Nunca tendo sido totalmente reconstruído, resta hoje o Claustro – de planta rectangular – e parte das ogivas da coberta.

Último post relacionado: Da memória dos homens

Da memória dos homens

Provavelmente, um dos mais terríveis desastres naturais na Europa foi o terramoto que destruiu Lisboa – uma das mais bonitas cidades do Velho Continente – no dia 1 de Novembro de 1755.
Houve três grandes terramotos: o primeiro foi o maior, às 9:40 da manhã. Seguiram-se outros dois, às 10:00 e ao meio-dia.
O choque principal durou seis a sete minutos, uma duração extraordinariamente longa.
Em cerca de seis minutos morreram 30.000 pessoas, a maioria dos edifícios públicos ruiram, bem como cerca de 12.000 habitações.
Era um dia de culto, donde grande parte das perdas humanas ocorreram nas igrejas.
Os incêndios que entretanto deflagraram um pouco por toda a zona da cidade que havia sido afectada, foram alimentados durante cerca de uma semana.

Ainda hoje podemos ver reflexos da devastação de há 250 anos, em locais como o Convento do Carmo e a Sé.

O gosto de revisitarmos a nossa história é hoje facilmente ultrapassado pelo mediatismo de acontecimentos de larga escala, mas de curta memória. É a vida.

Lisboa, 250 anos depois – I

Lisboa, cidade a que João Brandão, um dos primeiros olissipógrafos, chamava, em finais do século XVI, a “flor de todas as flores”, merece que o Prof. Carmona Rodrigues assuma a responsabilidade mais elevada pelos destinos do Município. Será essa a maneira de escapar com seriedade e eficácia ao terramoto das demagogias, neste ano em que se comemoram dois séculos e meio decorridos sobre 1755…

Vasco Graça Moura

Na crónica semanal do passado dia 13 no DN, com o título Os Trabalhos de Carmona,VGM fez-me sorrir.

Tem três adversários que não lhe darão tréguas, mas que, por isso mesmo, lhe permitirão mostrar quanto vale e porquê.
Refere a inteligência e energia de Maria José Nogueira Pinto e o mérito do seu trabalho na Misericórdia de Lisboa, mas chama a atenção para a inutilidade do voto na candidata;
Quanto a Ruben de Carvalho, destaca o mérito de organizador das Festas do Avante;
Menciona ainda o lado Ribeiro Teles do candidato Sá Fernandes.
Finaliza afirmando que Carmona tem não só as qualidades dos seus adversários, mas ainda um prestígio e credibilidade reconhecidos por toda a gente.
Ora, o que de facto me fez sorrir, foi a completa e deliberada ausência de Carrilho sua na apreciação. Porque será?


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Em matéria de Protecção Civil, a candidatura de Carmona Rodrigues propõe:

– Um Observatório para avaliação de riscos e vulnerabilidades
– Actualizar o Plano Municipal de Emergência
– Manual Municipal de Protecção Civil a distribuir por todas as famílias de Lisboa
– Melhorar a articulação e reforçar a operacionalidade entre as 3 estruturas: Polícia Municipal, Regimento de Sapadores Bombeiros e Departamento de Protecção Civil
– Núcleos para elaboração de planos de emergência – por freguesia e tipo de risco
– Acções de sensibilização, tendo em vista os comportamentos de segurança face aos diversos tipos de risco
– Plataforma de Apoio Logístico para Grandes Operações de Protecção Civil

Naturalmente que as acções não se esgotam nos Programas; Ainda assim, porque Lisboa – mais que uma Câmara, é uma capital europeia – deveria merecer alguma referência específica a medidas face a atentados terroristas.
Exemplo: promover novos comportamentos à população – residente e flutuante – com informação útil nos paineis electrónicos – que Carrilho considera desperdício de fundos..

Cheira bem, cheira a Lisboa!


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Não é o meu bairro, mas a Alfama fácil de amar tem um encanto especial na noite de Santo António..
porque tem..
sardinha assada, salada de pimentos, sangria, farturas, manjericos.. e os cheiros..
É a cidade em festa!

Socorro às vítimas do Terramoto de 1755

Duas imagens do socorro às vítimas.

Na imagem da esquerda, uma mulher é salva através do recurso a uma escada; Um grupo de cidadãos presta os primeiros socorros a outras vítimas.

Na imagem da direita, uma mulher aflita (possivelmente numa imagem alegórica) é confortada por dois cavalheiros.. com a cidade devastada em fundo.

Lisboa antes do Terramoto..

.. de 1755!

Duzentos e cinquenta anos mais tarde..

Novo Terramoto, com epicentro no Porto!
Desta vez, porém, os danos mais significativos registaram-se na zona alta da cidade, com um abalo de 4.2 na escala.. sei lá de quê!
A esta hora, continuam a sentir-se réplicas.. um pouco por toda a cidade!

Apesar de endereçar sinceros parabéns aos meus amigos (do mal o menos!), sempre digo que, apesar de esta segunda-feira ser feriado nacional, eu vou trabalhar!