Archive for the ‘ Cinema ’ Category

The truth is out there

Os magníficos Denzel Washington e Meryl Streep dão corpo a um dos grandes filmes do cinema deste início de século – O Candidato da Verdade!

Deserto do Kuwait, 1991.

O Major Bennett Marco (Denzel Washington) viu o seu pelotão ser alvo de uma emboscada;

Foram salvos pelo Sargento Raymond Shaw (Liev Schreiber) , cujo acto heróico lhe conferiu a Medalha de Honra.

Dez anos volvidos, as suas memórias do deserto perseguem-no de forma aterradora.

Começa a interrogar-se se aquela sequência de acontecimentos teria de facto ocorrido assim, e se, em última análise, Shaw seria mesmo o herói!

Inicia então um processo de desconstrução, ainda mais sombrio que os seus fantasmas, que o conduz à sinistra mãe de Shaw, a incestuosa senadora Eleanor Shaw (Meryl Streep)!

O Major, veterano da Guerra do Golfo, consegue lutar contra a sua memória e começa a perceber que teria sido vítima – ele e todo o pelotão, de uma lavagem ao cérebro e que lhes teriam implantado chips, de modo a que fossem submetidos à vontade da sinistra Manchurian Global, uma poderosa organização que estava determinada a fabricar um presidente dos EUA.

A Senadora quer realizar um sonho.. interrompido pelo defunto marido, e tudo fará…

A Bem da Nação!

A paranóia e o terror político, presentes na actual cena política americana, conduzem-nos à questão da liberdade individual, garantida pelo poder da democracia, mas posta em cheque pelo poder económico.

Um excelente filme, de uma actualidade tal.. que nos faz pensar!

Uma certa ideia de cinema.. do melhor!

Quando o professor Walker leva a sua filha cega Ivy ao barracão para lhe explicar aquilo por que ela terá de passar quando atravessar o bosque e tentar chegar à cidade em busca de medicamentos para Lucius, diz-lhe:

“Tenta não gritar!”

Ela pergunta o que é que está lá dentro, e ele só consegue dizer:

– ” Não consigo explicar por palavras!”



É como consigo descrever The Village de M. Night Shyamalan.



Posted by Hello

Bryce Dallas Howard …. Ivy Walker

Joaquin Phoenix …. Lucius Hunt

Adrien Brody …. Noah Percy

William Hurt …. Edward Walker

Sigourney Weaver …. Alice Hunt

Brendan Gleeson …. August Nicholson

Cherry Jones …. Mrs. Clack

Celia Weston …. Vivian Percy

Um dos melhores filmes do ano!

In the Fall



Michael Mann – Collateral

Tom Cruise, Jamie Foxx

Um ex-motorista de táxi vê-se refém de um membro de um gang, e vai tentar salvar-se a si .. e ao seu raptor!





Tony Scott – Man on Fire

Denzel Washington, Dakota Fanning, Christopher Walken, Mickey Rourke

Acção: Um ex-marine pretende vingar-se dos raptores da família que era suposto proteger.





Shainee Gabel – A Love Song for Bobby Long

John Travolta, Scarlett Johansson

Um ex-professor, alcoólico, vê-se envolvido com a filha de uma antiga relação!



Mike Leigh – Vera Drake

Imelda Staunton, Phil Davis, Daniel Mays, Alex Kelly, Adrian Scarborough

Inglaterra, anos 50: Vera Drake , empregada de limpeza em casas burguesas, faz abortos, não às Senhoras, mas às raparigas que precisam..

O filme do ano em Portugal? Não sei, mas sinto que é um dos grandes filmes do ano!

E vem de um grande realizador de cinema!

Quizz

Gosto muito de cinema!

E a Maria também! Por isso, para ela, que teve a ideia, e também para os amigos cinéfilos, aqui fica o desafio.


Who am I?

Escolhi Blade Runner quando decidi comprar o primeiro dvd.

Obra Prima da Ficção Científica, Blade Runner – 1982, é um dos meus filmes favoritos.

É um filme de culto, enigmático, inspirado em Metropolis (1927) de Fritz Lang.

Ridley Scott é um dos meus realizadores favoritos:

Black Hawk Down / Hannibal / Gladiator /1492: Conquest of Paradise / Thelma & Louise / Alien

Harrisson Ford é um dos meus actores favoritos:

What Lies Beneath / Air Force One / Sabrina / Clear and Present Danger / The Fugitive

Patriot Games / Regarding Henry / Presumed Innocent / Frantic / Witness / Star Wars

Raiders of the Lost Ark /Apocalypse Now / American Graffiti / Zabriskie Point.

Vangelis, o autor da banda sonora, é um dos meus compositores favoritos.

O detective Rick Deckard (Harrison Ford)de moral duvidosa e caçador de replicantes ilegais, apaixona-se pela femme-fatale Rachel(Sean Young), pertencente à última classe de robôts, virtualmente idênticos aos seres humanos.

Los Angeles, 2019. A Terra está em decadência física e psicológica.

Veículos futuristas viajam pelo céu poluído, onde o sol já não brilha.

Deckard é encarregue de procurar quatro replicantes de primeira geração, decididos a encontrar o seu criador, dr.Tyrell(Joseph Turkel), e forçá-lo a prolongar as suas curtas vidas.

O apelo para a imortalidade por parte dos andróides coloca a questão

“Man has made his match – Now it`s his problem”.

No imenso escritório do Dr. Eldon Tyrell com uma gigantessca janela, um mocho branco replicante sobrevôa a sala. Deckard encontra pela primeira vez Rachel:



Rachael: Do you like our owl?

Deckard: It’s artificial?

Rachael: Of course it is.

Deckard: Must be expensive.

Rachael: Very.

Para utilizar o seu aparelho detector de replicantes, pretende fazer-lhe o teste de Voigt-Kampff, semelhante a um detector de mentiras, que mede respostas emocionais.

O dispositivo focaliza o interior da íris e mede as flutuações involuntárias:

Deckard: You’re reading a magazine. You come across a full-page nude photo of a girl.

Rachael: Is this testing whether I’m a replicant or a lesbian, Mr. Deckard?

Deckard: Just answer the questions, please. You show it to your husband. He likes it so much he hangs it on your bedroom wall.

Rachael: I wouldn’t let him.

Deckard: ‘Orange body, green legs’…Why not?

Rachael: I should be enough for him.

Sebastien e Roy

I MAKE friends. They’re toys. My friends are toys. I make them. It’s a hobby.



Deckard: Now you kiss me.

Rachael: I can’t rely on…

Deckard: Say ‘kiss me.’

Rachael: ‘Kiss me.’

Deckard: ‘I want you.’

Rachael: ‘I want you.’

Deckard: Again.

Rachael: ‘I want you.’ Put your hands on me.



I’ve seen things you people wouldn’t believe.

Attack ships on fire off the shoulder of Orion.

I watched C-beams glitter in the dark near the Tanhauser gate.

All those moments will be lost in time like tears in rain.

Time to die.

Ghost in the Shell 2: Innocence

Life and death come and go like
marionettes dancing on a table.
Once their strings are cut,
they easily crumble.

Why are humans so obsessed
with recreating themselves?

Let one walk alone,
committing no sin,
with few wishes,
like an elephant in the forest.

Realizado por Mamoru Oshii, numa adaptação da manga Ghost in the Shell, de Masamune Shirow

Cinema em 1974 – a minha escolha

Chinatown

Realizador: Roman Polanski

Actores: Jack Nicholson, Faye Dunaway, John Huston

Frankenstein Júnior

Realizador: Mel Brooks

Actores: Gene Wilder, Marty Feldman, Peter Boyle

O Padrinho II

Realizador: Francis Ford Coppola

Actores: Al Pacino, Robert Duvall, Diane Keaton, Robert De Niro

Cinema Immortal, de Henki Bilal



Início do século XXIII.

Algures num dos três níveis de acesso da Cidade de Nova Iorque, há uma mulher com cabelo azul que chora lágrimas azuis.

O nome dela é Jill Bioskop. Ela ainda não sabe, mas Horus, o deus cabeça de falcão do Antigo Egipto, viajou por metade do universo para a conhecer.

Horus foi condenado à morte pelos seus semelhantes . Tem somente sete dias para encontrar Jill no labirinto da cidade e tentar seduzi-la.

Mas, para isso, precisa assumir a forma humana. Será Alcide Nicopol, um prisioneiro político que foi criogenisado trinta anos antes porque sabia demasiado sobre o Apartheid em Nova Iorque.

Entretanto, a pirâmide dos deuses voa sobre Manhattan, aliens fazem planos secretos no topo de um arranha-céus e um assassino em série não-humano passeia nas ruas do Nível 1.

Acontecimento:

Henki Bilal imortalizado em cinema!

Projectado ontem no Festival Internacional do Cinema Fantástico de Bruxelas.

Conta com a presença da menina Linda Hardy, Miss França em 1992(!)

O mais certo é ter de aguardar pela edição em dvd, porque em cinema…!

"You are my friends, and the greatest love a person can have for his friends is to give his life for them"



24-02-2004

REUTERS/Chip East

Um protestante exibe um abaixo assinado por aproximadamente três dúzias de judeus reunidos em frente a um cinema em Times Square

Isto a propósito da estreia de ontem do filme de Mel Gibson “A Paixão de Cristo”, que eles não viram.

Estes tipos nem sequer conhecem a sua própria história, quanto mais aspirarem a ser iluminados (pelo que já li sobre o filme), por uma obra – talvez a maior de Gibson!

Felizmente que em Portugal não teremos o filme dobrado e poderemos assistir ao ressuscitar do “Arameu” ( acho que é assim que se diz)!

Fica a mensagem do realizador:

“My ultimate hope is that this story’s message of tremendous courage and sacrifice might inspire tolerance, love and forgiveness. We’re definitely in need of those things in today’s world.”

Sem dúvida!