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Feira do Livro 2006

A Nação inteira na janelinha


ENTRAR COM O PÉ DIREITINHO-
No relvado, o menino Luis Figo – o melhor em campo – deixa o defesa tonto com um cheirinho de Colónia e assiste de pezinho esquerdo o Pauleta que marcou, também com o pezinho esquerdo, o primeiro golinho no Mundial.
Depois disso, sofremos um bocadinho…

Imobiliário e Mercados

É possível que o inquilino da casa amarela não consiga ver na sua sala outros jogos do Mundial de 2006, além da nossa Selecção Nacional.
Mas tem vista para Monsanto e para o Tejo e eu não tenho.

método alfanumérico de combate ao analfabetismo funcional

às voltas no túmulo, professor?


Se a responsabilidade de educar moralmente a criança pertence primeiramente à família, não lhe é, no entanto, exclusiva, porque ela pertence também à escola. Há um nexo natural entre elas, uma maternidade que se confunde, porque «com efeito a escola é uma segunda mãe», uma continuadora dos laços afectivos, daí que exija ao professor as mesmas qualidades que à família, um misto de proximidade e distância, próprio da linguagem do afecto.

Ferreira Deusdado, 1858-1918
in História do Pensamento Filosófico Português

Tudo isto existe, Tudo isto é triste, Tudo isto é fado.

Povo que lavas no rio
E talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.

Fui ter à mesa redonda
Bebi em malga que me esconde
O beijo de mão em mão.
Era o vinho que me deste
A água pura, puro agreste
Mas a tua vida não.

Aromas de luz e de lama
Dormi com eles na cama
Tive a mesma condição.
Povo, povo, eu te pertenço
Deste-me alturas de incenso,
Mas a tua vida não.

Povo que lavas no rio
E talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.
Imagens captadas na SIC Notícias, sobre o lançamento do livro de Manuel Maria Carrilho
Poema Povo que lavas no rio, de Pedro Homem de Melo, eternizado por Amália Rodrigues
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Quartos Imaginários

Nikias Skapinakis propõe-nos o exercício da visitação, através de duas dezenas de obras: Penetrar nos quartos de diversas individualidades ligadas às artes e literatura – imaginados por este Mestre da pintura portuguesa contemporânea – para uma melhor compreensão da arte.

Sob a forma de convite, recomenda-se a leitura dos excertos do livro da Exposição Quartos Imaginários, na – Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva.

Pesadelo carregadito de Reais


¿Traición? No. Más bien un mal sueño. Eso, y un buen puñado de dólares, han hecho que Diego Armando Maradona se vista la camiseta de Brasil y cante el himno junto a Ronaldo y Kaká.
Pero pueden respirar tranquilos en Argentina. El Diego seguirá siendo el Diego y al final lo podéis ver dormir con la elástica albiceleste, que es lo suyo.

Este anúncio deve ter deixado os argentinos à beira de um ataque de nervos.

O mundo está cheio de PEQUENOS traidores…

Tudo de bom, rapazes… menos ganhar no próximo fim-de-semana!

Já tinha intenção de publicar um conjunto de fotos que fiz na semana passada ao Aqueduto de Vila do Conde – o segundo maior do país, depois do Aqueduto das Águas Livres;
Soube hoje que O Vilacondense acabou.
Antecipo por isso a publicação parcial, em jeito de homenagem a um dos melhores blogues portugueses.

Sobre a monumental obra do século XVIII, agora desgraçadamente retalhada, encontra-se informação aqui e aqui.

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Toda a verdade? Não, só o bocadinho que não dá jeito…

Ao excelente post do Rui Albuquerque, acrescentaria uma ideia simples sobre a relatividade do valor simbólico do 25 de Abril de 1974:

A verdade é que o Estado Novo estava velho e a sua implosão ocorreria num curto espaço de tempo.

Portugal teria assim sido poupado aos excessos de juventude da democracia que tivemos, pelo menos até 1986.

Excessos que continuamos a pagar. Com juros!