Archive for the ‘ Uncategorized ’ Category

Once in a lifetime..


The Dust and Ion Tails of Comet Hale-Bopp

Ao longo da nossa curta passagem, por vezes surge a rara experiência de ser trespassado por moléculas de gás ionizadas – e que comportam um brilho tão intenso, que a sua luz permanece para toda a eternidade.
Viajar na poeira cósmica trazida pelos ventos solares deve ser uma viagem e tanto..!
Não deve é dar muita saúde!

The Senior Citizen
– Do you see the comet?
– Oh, my. Yes.
Pause. Now I can die.

The Little Girl
– Do you see the comet?
– Wow. Wow. WOW!
She beams.
– You see it!?
– No.

The Family Man
– It’s been 5 minutes already, can’t you find the damn thing?
– Please be patient. I should have it shortly.
– Listen, just get any old thing and we’ll tell the kids its the comet.

The Opportunist
– That fuzzy splotch? I was hoping to see something more dramatic.
– Sorry, there is no tail visible. If you want to stay later, I’ll show some objects that you may find more visually interesting.
– Nah. I have to go.

The Little Boy
– Wow. This looks like a big gun.
– It’s a telescope. In some ways it’s more powerful than a gun. Do you see the comet?
– Yeah. Can we shoot it down?

The Business Man
– How much is that telescope worth?
– I don’t know. At least ten grand.
– Yeah? How much is the comet worth?
– It’s priceless.
– No. Really. How much?

Pause.
– How much do you have?

À espera que o arrastão passe..

Era previsível?!
Depois dos episódios recentes em Carcavelos e Quarteira, a inépcia do Governo transmitiu péssimos sinais, ou talvez não..!
Pelos vistos, a fogueira tem estado sempre acesa, só que em lume brando.
De quando em vez, alguém pega no abanador e atiça mais um bocadinho a fogueira da raiva, do ódio.. enquanto os bombeiros assistem e os pirómanos espreitam nova oportunidade.

Dois exemplos de opiniões que só são possíveis em culturas subterrâneas:

Intolerância e Portugal Africano.

Algo de profundamente errado se passa.. algo que vai para além do senso comum.
É normal, a diferença. Desejável, sem dúvida.
Descontando alguns comentários patetas (sim.. patetas!), o fenómeno devia servir como tema de reflexão.
Mas não! É melhor não, pois existe perigo de contágio.
O mais adequado é não ler, sem que isso signifique enterrar a cabeça na areia. A avestruz enterra a cabeça porque não pensa.
Eu não devo ler, por mera questão de sanidade mental.

Não se deixem arrastar!

Sower with Setting Sun


Vincent Van Gogh, 1888

Design.. Yes! Intelligent.. No!


Posted by Hello Clique na imagem para ampliar

William A. Dembski afirma que o design ocorre sempre que dois critérios são satisfeitos: complexidade e especificação. Complexidade não é suficiente, é necessário uma acção subjacente, sinónimo de inteligência.

Um ecossistema ou uma estrutura biológica complexa são condições de inteligência?

Segundo o conceito de Complexidade Irredutível – Behe (1997), estas estruturas não são explicáveis pela Teoria da Evolução ( nem podem, pois trata-se de uma teoria, não de uma lei!). Para funcionar, todas as partes que constituem o todo teriam de estar presentes desde o início, logo, não se poderiam organizar segundo o processo de selecção natural.

Atribuir inteligência ao design na Natureza ( há coisa mais bonita?!) tem o significado prático de Evolução. Porquê? Porque a especificidade da selecção natural decorre da complexidade das estruturas – que evoluem de outras mais simples, em função das necessidades de sobrevivência de cada espécie.

(Eu diria que estamos em presença de design não consciente!)
Em parte, a Teoria da Evolução tem uma base no acaso – por exemplo algumas mutações, embora a selecção decorra da interacção com o meio.

O sistema imunitário não é um sistema complexo?
Se é obra do Designer Inteligente, então é imperfeito!

A discussão continua..

Uncommon Descent / Opposing Views

Intelligent Design / 15 Answers to Creationist Nonsense

Toutes les femmes sont des femmes-pièges

Contas de Mercearia..

Excertos / sublinhados do artigo de hoje no Público.
Desta Tempestade no Deserto, de que lado vem a areia que nos cega?!


O Orçamento de Estado Para 2005

António Bagão Félix

1.Como é óbvio, não podem ser olhados do mesmo modo uma estimativa de um défice orçamental e um défice já concretizado numa conta do Estado.

2.Levar até às centésimas uma estimativa do défice (6,83 por cento) é ridículo.

Tratando-se de uma previsão, só se entende como uma forma de impressionar, pela aparente infalibilidade de um inatacável rigor técnico que não deixa margem para discussão pelo comum dos mortais, e de poder justificar o serôdio “espanto” que branqueasse promessas eleitorais.

4. A injustiça subjacente à comparação de uma previsão feita quatro meses antes com um cálculo produzido cinco meses depois do ano em causa, até poderia ter conduzido a valores de défice estimado ainda maiores. Bastaria prever factos ou situações que em Setembro de 2004 só poderiam estar na mente de visionários, mas que em maio deste ano são já uma certeza.

Um exemplo: os efeitos da seca.

5. Importante é sublinhar que a passagem dos 2,9 por cento do défice do OE aprovado para os 6,83 por cento do relatório resulta, em boa parte, de alterações metodológicas, contabilísticas, de orientação política que, naturalmente, não poderiam ser relevadas pelo anterior Executivo e de previsões macroeconómicas seguramente mais acertadas em Maio de 2005, quando comparadas com as feitas no tempo de Elaboração do OE (Setembro de 2004).

6. Aliás, esta metodologia foi por mim utilizada (15 dias depois de ter tomado posse) em relação ao próprio OE de 2004 e de que, então, informei o Primeiro-Ministro e o Conselho de Ministros. Utilizando um processo semelhante ( défice previsto no OE 2004 + receitas extraordinárias previstas + descativação parcial + ajustamentos nos fundos e serviços autónomos + défice estimado para o SNS), cheguei a um valor estático do défice de 6,4 por cento.

7. Este método de avaliação do défice – que eu próprio utilizei – tem, no entanto, a debilidade técnica de adicionar parcelas de natureza bem diversa, quer do lado das alternativas de receita, quer da orientação da despesa. Em português popular, é como somar batatas com feijões. Este exercício, feito nas mesmas condições para os vários anos orçamentais anteriores, daria por certo valores desta ordem de grandeza.

8. O importante é que, tendo consciência disso, se procure executar o Orçamento, de modo a procurar atingir o valor estimado inicialmente.

9. Ora, o défice estimado pela Comissão é o valor que se corre o risco de atingir, se nada se fizer.

12. Aliás, para quem parece ter concentrado a crítica nos três meses de plena capacidade do anterior Governo (que, segundo uns tantos iluminados, quase parece responsável por 30 anos de descontrolo das contas públicas..) é necessário lembrar que o actual Executivo é o responsável por dez meses de execução orçamental deste ano. Tem, pois, possibilidade de agir bem e a tempo. Recordo ainda que nos primeiros dois meses de execução orçamental deste ano, a herança recebida foi positiva, com um crescimento da receita dos impostos muito significativo.

13. Nunca é demais relembrar como foi perdida a última grande oportunidade de consolidar as contas públicas na última década em Portugal: a queda dos juros fez diminuir o seu peso na despesa do Estado de 6,3 por cento do PIB em 1995 para 3,2 em 2001. Uma diferença de 3,1 por cento do PIB que, acrescida de uma fase favorável do ciclo económico, só por si teria possibilitado uma reforma orçamental com menores custos sociais. E o que se fez? Transferiu-se essa poupança nos juros da dívida pública para mais despesa primária – e mais Estado.(…)

18. No que se refere às cativações e dotação provisional, dar de barato a descativação de verbas é uma atitude conformista e despesista. Evidentemente que se sabe de antemão que algumas verbas terão de ser libertadas, mas dispensar os ministérios de provar a sua estrita necessidade – é meio caminho andado – não só para gastarem o valor livre de cativações, como para excederem esse valor.

19. Quanto ao défice da Segurança Social, agora melhor estimado, a quase totalidade explica-se pela menor receita das contribuições. É fácil reconhecer que é mais aproximado um valor previsto já com quatro meses de execução no próprio ano, do que quatro meses antes de entrar no ano em que se tem de fazer uma projecção de cobrança para o ano seguinte.

20. Quanto à não previsão dos encargos com as SCUT, não se tratou de lapso ou incorrecção, mas de opção política de com elas acabar. O futuro dirá quem tem razão.

21. O Relatório reconhece ainda que a previsão do lado das receitas fiscais é atingível, aspecto importantíssimo e não divulgado publicamente.

23. Em conclusão: o valor de 6,83 por cento tem de ser entendido como um respeitável exercício, mas não pode ser visto como um ponto de partida para um objectivo político audaz e inconformista. A não ser que se considere como tal realizar o milagre de, em dez meses, se passar de 6,83 por cento ( ou 6,5 já com a revalorização do PIB) para 6,2 por cento. Ou que até se superem todas as exppectativas e se chegue a uma décimas abaixo. A ilusão de óptica na política é sempre mais convincente, quanto mais escuro é o quadro que nos dão a olhar.

Folhas arrancadas às árvores..

Do Parque Eduardo VII..

Biografia de Winston Churchill, de Martin Gilbert – Bertrand

História do Ateísmo, de Georges Minois – Teorema

Mil Anos de Felicidade, de Jean Delumeau – Terramar

Enciclopédia da Fotografia Digital, de Tim Daly – Dinalivro

detector de mentiras

O meu Perfil Político.. whatever that means!

Overall: 55% Conservative, 45% Liberal
Social Issues: 50% Conservative, 50% Liberal
Personal Responsibility: 25% Conservative, 75% Liberal
Fiscal Issues: 75% Conservative, 25% Liberal
Ethics: 25% Conservative, 75% Liberal
Defense and Crime: 100% Conservative, 0% Liberal

I tawt I tawt… a new Tweety – male.. or female?!

Tradicionalmente, Tweety é menino..mas pela colecção que se pode encontrar aqui.. parece que está prestes a mudar de sexo..

A história toda.. aqui!

Elegia da Loucura


Vincent Van Gogh – Corridor in the Asylum, 1889
Museu de Arte Moderna, New York

Esta velha angústia,
Esta angústia que trago há séculos em mim,
Transbordou da vasilha,
Em lágrimas, em grandes imaginações,
Em sonhos em estilo de pesadelo sem horror,
Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.

Transbordou.
Mal sei como conduzir-me na vida
Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!
Se ao menos endoidecesse deveras!
Mas não: este estar entre,
Este quase,
Este poder ser que…
Isto.

Um internado num manicómio é, ao menos, alguém,
Eu sou um internado num manicómio sem manicómio.

Estou doido a frio,
Estou lúcido a louco,
Estou alheio a tudo e igual a todos:
Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura

Porque não são sonhos.
Estou assim…

Álvaro de Campos