enterrar os mortos e cuidar dos vivos


O povo, convencido que enfrentava o Dia do Juízo – instruído por alguns sacerdotes que defendiam que esta tragédia fôra um castigo de Deus – cultivava a piedade, caminhava pelas ruas empunhando cruxifixos e cuidava os moribundos que se amontoavam um pouco por toda a parte… e que pediam misericórdia.


Os trabalhos relativos à identificação dos proprietários das agora ruínas foi muito complicado, pois poucas pessoas detinham registos de propriedade.
O Marquês de Pombal, Ministro do Rei D. José, depois da firmeza demonstrada ao não hesitar enforcar os responsáveis pelas múltiplas pilhagens que se sucederam naquele caos, tratou de se rodear de homens como Manuel da Maia e Carlos Mardel – responsável, entre outras grandes obras, pelo esboço do Terreiro do Paço.


Iniciava-se a construção da Baixa Moderna, de ruas largas e dotadas de redes de esgotos.

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