Makan, de Driss El Maloumi

Concerto no Grande Auditório da Culturgest | 13 de Março, 21h30
Oud, Driss El Maloumi | Percussão, Saïd El Maloumi e Lahoucine Baquir

Driss El Maloumi, nascido em 1970 em Agadir, Marrocos, licenciou-se em literatura árabe, estudou filosofia da música, seguiu uma muito sólida formação musical clássica árabe e ocidental, recebendo vários prémios. Trabalhou intensivamente com Jordi Savall e o Ensemble Hesperion XXI e com Monserrat Figueras, colaborou em muitos álbuns de música antiga, tradicional ou clássica, e de jazz. […] O disco, que está na base do concerto desta noite, Makan (Viagem), foi entusiasticamente recebido pela crítica. Com razão, porque é de uma beleza que nos deixa felizes.

Citando alguns dos comentários feitos na imprensa da especialidade, “El Maloumi é daqueles músicos miraculosos que é indispensável ouvir, porque nos tornam melhores.” (Les Inrockuptibles). “Enraizado na tradição harmónica e ornamental do Oriente, o mestre de Agadir sintetiza as cores berberes, árabes ou andaluzas, cultivando as tonalidades que fazem a diferença (…). Saboreia-se a variedade e a modernidade dos modos de tocar. Assim como a subtileza de uma música que se revela menos na demonstração do virtuosismo, do que na elegância do som, a volubilidade do swing.” (Telerama). “Não há nenhuma necessidade de se ser iniciado na música clássica árabe para apreciar estes preciosos momentos de serenidade e de delicadeza.” (Mondomix). Via Culturgest.

Ainda o artigo “Driss El Maloumi leva a magia do Oud à Culturgest” de Nuno Pacheco, PUBLICO.

Genesis em Cascais, 1975

Quarenta anos passados e ainda me penitencio por ter falhado o encontro geracional que marcaria a história dos concertos em Portugal, mas um rapaz que ainda não tem barba pensa noutras coisas. Retenho apenas o prémio de consolação, que foi ver Peter Gabriel cinco anos depois.

Pandit Bhajan Sopori no Museu do Oriente

Concerto no Museu do Oriente | 4 de Março, 21h30
Pandit Bhajan Sopori, Santoor clássico | Acompanhado por: Durjoy Bhowmik – tabla (percussão)
Rishi Shankar Upadhyay – pakhawaj (percussão) | Veethika Tikoo – sur-santoor

[…] Panditji was born in Srinagar (Kashmir) into a family of musicians of the fabled 300 year old ‘Sufiana Gharana’ of Kashmir, the exclusive traditional Santoor family of the country. Panditji, the Legendary Santoor Maestro and Music Composer, has been the pioneer in establishing the Santoor at global platforms as a complete solo instrument. The quiet and unassuming maestro has come long way since he created history by being the first person to play the Indian Classical music on the Santoor in concerts way back in the early 1950’s. In his six decades of dedicated work he has explored various dimensions of the Santoor, carrying out many path-breaking innovations and introduced the ‘Sopori Baaj’, the systematic style of playing the classical Santoor.
Panditji combines a profound knowledge of music and musicology and has carried out immense research on Naad and Naad Yoga (sound therapy). He has composed music for films, commercials, documentaries, serials, operas, chorals, etc. He is the only classical musician of the country to have composed music for more than 5000 songs in different languages. […] Via.

O Combate dos Chefes

“Estamos no ano 2015 depois de Cristo. Toda a Cidade Invicta foi ocupada pelos Viscondes de Alvalade… Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis tripeiros ainda resiste ao invasor. E a vida não é nada fácil para as guarnições de legionários Olisiponenses nos campos fortificados de Antas, Boavista, Ribeira e Aleixo…”

«Jazz a Dois» – Swing do bom

O João Moreira Santos sugere para o «Jazz a Dois» de hoje uma [imperdível, digo eu] viagem de regresso aos anos 50 para ouvir concertos das orquestras de Lionel Hampton – Apollo Hall Concert 1954 e Benny Goodman  – Benny in Brussels Vol.1 (1958).

Charles Le Brun, o pintor da Corte

Charles Le Brun pode ser descrito como a figura que melhor simboliza a política artística de Luís XIV.
Nascido em Paris a 24 de Fevereiro de 1619, com apenas 11 anos de idade tornou-se protégé do Chanceler Séguier [1588 – 1672], que o ajudou a entrar para o estúdio de Simon Vouet [1590-1649] e posteriormente financiou a sua viagem a Roma, onde teve oportunidade de conhecer Nicolas Poussin [1594-1665].

Charles Le Brun - Chancellor Séguier at the Entry of Louis XIV into Paris in 1660
Charles Le Brun – Chancellor Séguier at the Entry of Louis XIV into Paris in 1660 | 1655-61 – Musée du Louvre (origem da imagem)

O Chanceler, magnificamente vestido e sentado num cavalo branco, sumptuosamente ornamentado, está rodeado por pagens que conduzem o animal num passo adequado e fazem sombra ao mestre com guarda-sóis, símbolo da dignidade do posto de Séguier.

Le Brun foi uma figura artística de grande relevo durante a segunda metade do século XVII. Pintor da Corte desde 1639, supervisionou grande parte dos projectos reais e foi director da Académie royale de peinture et de sculpture desde 1663.
Morreu na sua cidade natal, a 22 de Fevereiro de 1690.

Yuri Daniel Quartet na Culturgest

Concerto no Grande Auditório da Culturgest | 19 de Fevereiro, 21h30
Yuri Daniel Quartet: Baixo e direcção artística, Yuri Daniel
Piano, Filipe Raposo | Bateria, Vicky Marques | Trompete, Johannes Krieger
ritual-danceYuri Daniel é um dos mais reconhecidos contrabaixistas da nova geração do jazz, integrando várias bandas de prestígio, de entre as quais se destaca a de Jan Garbarek (Jan Garbarek Group), uma das maiores referências do saxofone mundial. Ritual Dance é o título do mais recente CD do Yuri Daniel Quartet, integrando composições originais de Yuri Daniel, Filipe Raposo e Johannes Krieger.
Fortemente inspirado no livro Império à Deriva – A Corte Portuguesa no Rio de Janeiro 1808-1821 de Patrick Wilcken, este novo trabalho discográfico percorre, de forma calma e serena mas simultaneamente inquieta e irrequieta, os deslumbrantes e luxuriantes caminhos da profusão rítmica brasileira e dos vestígios da herança lusitana na miscigenação cultural em “Terras de Vera Cruz”.
Em 1807, sob a ameaça das invasões napoleónicas, o príncipe regente D. João Maria de Bragança (futuro Rei D. João VI) vê-se obrigado a aceitar partir para o Brasil com a Família Real e a Corte, numa arriscada viagem transatlântica, sob a escolta dos britânicos, fazendo com que o Governo Português passasse a operar a partir daquela que era, então, a maior colónia portuguesa, que deixa de o ser para assumir o inusitado papel de “nova metrópole”. Este foi um período em que o Brasil e particularmente o Rio de Janeiro foram palco de uma grande evolução cultural, passando a ser o epicentro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
Os títulos das faixas de Ritual Dance ilustram, de forma crua e explícita, todo este ambiente de efervescência cultural: Maracatu (música folclórica pernambucana afro-brasileira), Ebony Wood (madeira africana que é utilizada, entre outros, para as teclas do piano), 7 de setembro (data da independência do Brasil), entre outras. Via.
CAÑETE's TABOOFART.ORG

A HUFFINGTON POST FEATURED BLOGGER

Michelangelo Buonarroti è tornato

Non ce la fo' più a star zitto

Lino Guerreiro

Compositor/Composer

TheCoevas official blog

Strumentisti di Parole/Musicians of words

David Etxeberria

Visual artist

Mary had a little blog

This is the bee's knees

Luz, essência da imagem

Site sobre fotografia e de fotografia

The Libertine

Editorial, Fashion, Beauty, Body, Skin, Freedom, Femininity, Love, Bohemia, Liberty and the eternal search for truth in the visceral, within the fantasmal; keep swimming, mermaids ... it's intoxicating here ;) ................................................................................................................................................................................................................. (SUBMISSIONS TO satietypaper@gmail.com)

Isabel Correia

Photography and Music

Instituto de História da Arte

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa

Franz E.

a tua palavra conta...

Devaneios e Poesias

Devaneios, poesias, literatura e cultura geral

ABA SYSTEMS

Advanced Business Advisor

Speakers' Corner

"I could be bounded in a nutshell, and count myself a king of infinite space" - William Shakespeare, in Hamlet

Observador

"I could be bounded in a nutshell, and count myself a king of infinite space" - William Shakespeare, in Hamlet

sound + vision

"I could be bounded in a nutshell, and count myself a king of infinite space" - William Shakespeare, in Hamlet

O Corvo

"I could be bounded in a nutshell, and count myself a king of infinite space" - William Shakespeare, in Hamlet

Mentes Brilhantes

Um blog para mentes inquietas e curiosas

De Cultura

Nove séculos de Cultura em Portugal

MASCARA DE CERA

Diz-me quem te admira e dir-te-ei quem és

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 2.768 outros seguidores

%d bloggers like this: