Ranking das Escolas – 2008

A selecção natural como paradigma
Ano após ano, a escola pública tem vindo a mostrar piores resultados que o ensino privado. Em 2008, não há uma única no top 10 do Ranking e apenas 8 constam das 30 melhores!
Explicações haverá para todas os gostos, mas duas evidências ressaltam das Reformas: a cultura do facilitismo nas escolas públicas, associada à inexperiência e rotatividade de um grande número de professores, só servem para aumentar o exército de iletrados funcionais que todos os anos entra no ensino superior.
Para que a escola pública possa competir com a privada, é essencial que os pais tenham possibilidade de escolher a que melhor qualidade de ensino garanta aos seus filhos, princípio que se aplica às escolas, que devem poder escolher os melhores professores.

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Artigo no Público (14-10-2009) sobre o Ranking de 2009

– Uma escola pública lidera embora as privadas continuem a dominar

Em 2006, havia sete escolas secundárias públicas entre as 20 melhores classificadas. Este ano há apenas uma. No básico, a primeira pública aparece na 14.ª posição.
E, ao fim de oito anos, o Óscar foi para uma escola pública. O que acontece pela primeira vez desde que os rankings das escolas do secundário começaram a ser publicados. Mas este feito não aponta para uma tendência. Pelo contrário: no ranking de 2009, elaborado, como os dos anos anteriores, com base nas médias dos oito exames nacionais das disciplinas mais concorridas, as escolas públicas têm a sua piorperformance dos últimos anos. Só uma tem lugar entre as 20 com melhores médias (há quatro anos estavam sete no lote) e essa é a primeira da lista, mas é também um caso especial.

Trata-se da Escola Secundária Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Braga, uma escola do ensino especializado, que tem alunos do 1.º ao 12.º ano. No secundário, 14 fizeram exame este ano e só à disciplina de Matemática. Média alcançada: 15,81 (numa escala de 0 a 20), mais baixa que os 16,30 alcançados em 2008 pela Academia de Música de Santa Cecília, que o ano passado ocupou o primeiro lugar. A escola de Braga é também a primeira pública na listagem das escolas do ensino básico. Surge na 14.ª posição entre os estabelecimentos de ensino com mais de 50 provas realizadas, com uma média de 3,89.

No secundário, a outra pública que se segue está em 22.º lugar e é outro caso especial, pela ascensão fulgurante: no ano passado, a secundária Padre António Morais da Fonseca, situada numa zona pobre da Murtosa, estava no batalhão do fim. A secundária Aurélia de Sousa, no Porto, ocupa a 23.ª posição no conjunto dos 600 estabelecimentos de ensino com secundário; é a 16.ª entre as escolas com mais de 50 provas realizadas, com 499 exames feitos no final do ano lectivo de 2008/2009.

No essencial, e com a curiosidade de o segundo lugar pertencer, no secundário, à escola da comunidade islâmica de Palmela, que só fez exame de Economia, confirma-se o predomínio das privadas entre as melhores classificadas. Em primeiro lugar, no básico, está o Colégio de S. José, em Coimbra, com 38 provas feitas e uma média de 4,18 (numa escala de 1 a 5). A primeira com mais de 50 provas concluídas é o Externato Apresentação de Maria, no Funchal, com média de 4,16 valores. Esta escola encontrava-se em 16.º lugar o ano passado.

No secundário são privadas nove das dez primeiras, mas entre estas não figuram alguns estabelecimentos que costumam ocupar os lugares cimeiros, como o São João de Brito, em Lisboa, ou o Ribadouro, no Porto. Apesar de terem falhado o “top 10”, os colégios São João de Brito e Valsassina são os que têm melhor média tanto a Português, como a Matemática. No básico, a Escola Inglesa de São Julião, em Cascais, obtém a melhor média de exame (4,07) nas 13 provas realizadas a Português. E o externato do Funchal está à frente em Matemática com 4,53 no somatório de 43 provas.

Diferenças esbatem-se

Para lá das médias, que determinam os lugares nestas listas, outra das várias formas de avaliar aperformance das escolas é a de tentar perceber quais serão as mais exigentes, o que se pode fazer, por exemplo, olhando para a diferença entre a nota média interna (que resulta das classificações obtidas ao longo do ano) e a obtida no exame. A comparação de resultados entre 2006 e 2009 mostra que a diferença entre as duas classificações tem vindo a esbater-se no secundário, mas que se agravou no básico, por comparação ao primeiro ano em que se realizaram exames do 9.º ano, em 2007.

No secundário, de 3,55 pontos em 2006 passou para 1,42 em 2009. Mas em Física e Química e em Biologia e Geologia, precisamente as disciplinas com piores resultados em exames, as notas das escolas ultrapassaram as dos exames em 4,31 e 3,84 pontos, respectivamente.

Das 600 escolas do secundário, apenas em 22 a diferença é igual ou menor a um ponto (a favor da nota interna) e, destas, 11 são públicas. Também são públicas as únicas duas em que a nota média interna é mais baixa do que a obtida nos exames. Aconteceu no Conservatório de Braga e na escola da Murtosa.

No básico, de uma diferença em média de 2,68 pontos em 2007 passou-se para 2,98. No conjunto das duas disciplinas escrutinadas pelos exames do 9.º ano, são 1075 as escolas onde a nota destas provas fica abaixo da classificação interna do aluno. A média nacional desceu de 3,08 para 2,98 às duas disciplinas, ao passo que a média de frequência subiu de 3,18 para 3,23 valores. Os professores de Matemática do 9.º ano foram mais rigorosos na atribuição de notas ou, então, prepararam os alunos para responder bem ao exame nacional, pois em 397 escolas os estudantes obtiveram melhores resultados no exame do que na classificação final de frequência. Já em Português, só em 143 escolas é que a média da prova nacional superou a nota interna do aluno.

A grande maioria das escolas voltou a arrecadar nota positiva: cerca de 85 por cento (509) das escolas secundárias têm uma média de 9,5 valores ou mais numa escala de 0 a 20 valores. Um pouco menos do que os 87 por cento de 2008, mas muito à frente dos 66 por cento de 2007. No básico, resultados inferiores a 2,5 valores encontram-se em apenas 95 dos 1292 estabelecimentos de ensino. Em 2007, eram mais de mil as que estavam no negativo.

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Mais de 82% das escolas chegam à nota positiva

PEDRO SOUSA TAVARES e JOÃO PEDRO OLIVEIRA, Diário de Notícias

Das 609 escolas consideradas na listagem do DN, com base nas médias de exame às 20 disciplinas com mais inscritos, 502 (82,4%) chegaram pelo menos aos 9,5 valores. Uma subida assinalável face aos 66% de positivas do ano passado, impulsionada pela Matemática. Desta vez, a melhor do ano foi a Academia de Sta. Cecília

A Academia de Santa Cecília destronou o Mira-Rio do 1.º lugar

É um resultado histórico, que não deixará de alimentar alguma discussão. De acordo com o ranking elaborado pelo DN, com base nas notas obtidas pelos alunos nos 20 exames nacionais do secundário mais participados, 82,4% das escolas – 502 em 609 – chegaram à positiva (9,5 valores). Uma subida pouco menos do que meteórica face aos resultados bem mais modestos dos ano passado, que registou uma taxa de positivas de 66%. A nível individual, o destaque vai para a Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, que destrona o ColégioMira-Rio, relegado para o segundo lugar.

Atendendo aos já conhecidos resultados dos exames, que servem de base a estes rankings, não se pode falar em surpresas absolutas. Afinal, na 1.ª fase de exames deste ano, a Matemática tinha chegado aos 12,5 valores de média, baixando a taxa de reprovações dos 14% de 2007 para 7%; na Biologia e Geologia, a média também cresceu 1,4 valores, para 10,5; e mesmo na Física e Química A, a pior disciplina, com 22% de chumbos na 1.ª fase, houve progressos a assinalar.

Se dúvidas restarem, basta verificar a percentagem de escolas que este ano chega à positiva a Matemática B – uns inimagináveis 94% para se perceber que alguma coisa mudou radicalmente este ano.

Mas esses dados não explicam tudo. Afinal, em 2007 também se tinha registado uma melhoria considerável das médias globais, e a percentagem de escolas em terreno positivo acabou por ficar nos 66%, abaixo dos 70% do ano anterior.

O que parece ter mudado é que, enquanto há um ano o crescimento se ficou a dever essencialmente aos progressos de escolas que já se moviam em terreno positivo, desta vez a tendência é mesmo generalizada. Se tais progressos se ficaram a dever ao “facilitismo” das provas, como defenderam algumas associações de professores e partidos da oposição, ou se, como disse o Ministério da Educação, o segredo esteve no “trabalho” realizado, são dúvidas que uma listagem elaborada essencialmente com base num indicador – os exames – não pode ter a pretensão de dissipar.

No entanto, há alguns elementos inquestionáveis. Como o facto de a taxa de sucesso das 487 escolas públicas analisadas (81%) não se afastar muito dos desempenhos globais, ou de haver públicas no top 10 da Matemática.

Não há milagres

É claro que há tendências que não mudam e até se acentuam. Na lista das 10 melhores, dominada pela Academia de Santa Cecília, não há uma única pública. A Secundária Infanta D. Maria, que no ano passado fechava o top 10, continua a ser a melhor estatal, mas desta vez não vai além do 19.º lugar na tabela geral.

Continuam a ser bastante mais as escolas que baixam as médias internas nos exames – 27-, do que aquelas que as sobem – 5-, e os piores continuam a ser os mesmos, com a Escola de Pampilhosa da Serra no fim da tabela.

94% de positivas a Matemática superam resultados do Português


As notas a Português baixaram bastante e a escola mais bem classificada não foi além do 15
Noventa e quatro por cento das escolas públicas e privadas portuguesas tiveram média positiva na primeira fase do exame nacional de Matemática B do 12º ano, o que representa um aumento de positivas de quase 30% em relação aos resultados do ano passado.

O crescimento é ainda mais surpreendente por em 2006 as notas positivas a matemática já terem subido quatro vezes em relação ao ano anterior. Este ano, das 604 escolas analisadas, 571 tiveram médias iguais ou superiores a nove e meio, numa escala que vai de zero a 20 valores.

Já em relação ao tipo de instituição, há uma ligeira alteração em relação aos resultados do ano passado. Em 2006, das dez melhores escolas em matemática, apenas três eram públicas, número que desce para duas este ano.

A tabela é liderada pelo Colégio Valsassina, de Lisboa, com 18,1 valores, ao passo que a melhor pública, a Secundária João Silva Correia, de Aveiro, surge logo no quarto lugar do ranking, com 17,8. O Valsassina representa um caso interessante de relativa oscilação. Em 2006, a escola liderava a tabela, posição que abandonou em 2007, ao descer para o terceiro lugar.

A média nacional alcançada nas mais de 30 mil provas realizadas na primeira fase por alunos internos fixou-se nos 14 valores. No ano anterior tinha chegado pela primeira vez à positiva.

Em termos geográficos, continua a notar-se a importância de Lisboa. Seis das dez escolas que tiveram melhores resultados nos exames de matemática são da capital, o mesmo número do ano passado. No extremo oposto, nenhuma das dez escolas com piores resultados na disciplina são de Lisboa.

A pior instituição do sistema educativo português é a Escola Portuguesa da Guiné Bissau, com 4,7 valores de média, sendo de destacar a existência de duas escolas de Portalegre. Sete das dez escolas com pior classificação são públicas.

Em 2006, os colégios privados eram os únicos a figurar na lista das dez melhores escolas com melhores resultados a Matemática, enquanto da tabela das dez piores constavam apenas escolas públicas.

O comportamento dos finalistas do secundário a Português B foi completamente, contrariamente ao que tem acontecido e anos anteriores. Basta salientar que, enquanto as escolas com melhores resultados a matemática tem médias superiores a 17, a melhor posicionada a Português fica-se pelo 15. Uma media de 15,2 valores vale à Academia de Música Santa Cecília, em Lisboa, o primeiro lugar na nota de exame obtida a Português. É um estabelecimento privado, tal como as restantes seis que se lhe seguem.

As escolas secundárias 2/3 Fernão Magalhães, em Vila Real, e a de Esmoriz, são as públicas melhor colocados na aprendizagem da língua portuguesa com uma média de 13,4 e 13.3, respectivamente.

No lado oposto da tabela das classificações de exame daquela disciplina encontramos uma maioria de públicas, são 109 em 131 que obtiveram uma nota média de exame inferior a 9,5 valores. Em termos geográficos de Portugal Continental e Ilhas, as seis das sete escolas públicas que estão na tabela das dez piores médias escolares estão localizadas nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.

Em contrapartida, metade dos dez estabelecimentos com melhores classificações estão em Lisboa. Acrescente-se que há duas escolas privadas no ranking últimos, sendo de salientar que são unidades que tem sobretudo alunos externos.

O exame de português foi realizado em 606 escolas e uma larga maioria, 78,4% teve nota positiva. Entre as 21,6% que têm uma classificação inferior a 9,5 valores, estão sobretudo estabelecimentos públicos.

A taxa de reprovação no exame de Português da 1.ª fase foi este ano superior à das provas de Matemática A e B, invertendo-se a tendência desta ser a disciplina com uma maior grau de dificuldade para os alunos.

No exame de Português do 12º deste ano, a média ficou abaixo dos dez valores pela primeira vez nos últimos três anos, situando-se nos 9,7 valores face aos 10,8 de 2007. Dos 60.281 alunos que fizeram a prova de Português “chumbaram” 8% (mais 5 % do que em 2007 e 2006). C.N. e P.V.M.

Infanta D. Maria não voltará a subir ao pódio

Escola de Coimbra repetiu a proeza de ser a melhor pública do País, mas o clima é de desalento

Esta será a última vez que a Escola Infanta D. Maria, em Coimbra, entrará para o rankingcomo a melhor escola pública do País. Quem o garante é Rosário Gama, a presidente do Conselho Executivo deste estabelecimento, que se congratula com a distinção ontem conhecida, mas deixa um alerta para o futuro. O segredo do sucesso, diz, é a estabilidade do corpo docente. Ou melhor, era, pois a reforma em massa dos professores mais antigos da casa deita por terra a aspiração a uma nova distinção.

Ontem à noite, Rosário Gama, a responsável deste antigo liceu feminino, recebia com agrado as palavras de felicitação. Mais uma vez, e à semelhança de anos anteriores, a Infanta D. Maria voltava a subir ao topo da lista dos melhores estabelecimentos públicos de ensino. Mas o tempo não é de festa, assegura, pois, se nas salas de aulas o ambiente continua a ser propício à aprendizagem, nos corredores o desalento abateu-se sobre os docentes.

“A escola está a mudar. Tenho pena, mas está. Isto porque a escola tinha um bom corpo docente, estável, mas agora é um desconsolo. Há muita gente a pedir a reforma, e a ir embora”, disse ao DN esta professora. Ela própria, prossegue, baterá este ano com a porta ao fim de vinte anos de serviço à casa, mesmo significando isso uma penalização de 9% na reforma.

O problema, prossegue, não se prende com a reforma normal a que recorrem muitos professores com mais anos de casa, mas com a entrada e saída de professores contratados, que entram num ano e saem no outro. “Não é que sejam menos competentes. Mas são, concerteza, menos experientes. E esta relação que se criava com os alunos ao longo dos anos, deixa de existir”, lamenta.

Rosário Gama não poupa críticas ao novo sistema de avaliação de desempenho e diz que esta “pressão” está a sobrecarregar os professores com tarefas burocráticas em vez de os libertar para o ensino.

Nesta escola, a disponibilidade dos professores para ajudar não se confina às salas de aula, acrescenta a responsável. Pois aqui há sempre tempo para esclarecer dúvidas e dar alguma explicação de última hora a um aluno. “Temos muitas aulas de apoio a que os alunos podem recorrer.”

Na base dos bons resultados, explica a presidente do conselho executivo, está também a maneira como a escola gere os horários dos alunos, onde “não há furos nem horas mortas”. Além disso, a fama da escola já é conhecida, o que faz com que seja também procurada pelos melhores estudantes da região. Aliás, o reverso da medalha do sucesso, é mesmo gerir a procura quando se tem uma oferta escassa. Ainda este ano ficaram de fora 140 alunos do 10 º ano, que não conseguiram um lugar aqui. – R.C.

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Não há escolas públicas entre as dez melhores

O ensino público desapareceu do lote das melhores escolas do Ensino Secundário. A melhor escola pública é a Infanta Dona Maria, em Coimbra, e aparece apenas na 14ª posição do Ranking das Escolas SIC. A lista continua a ser liderada pelo colégio privado S. João de Brito, de Lisboa.
Respeitado desde 2001, o ranking da SIC inclui as 12 disciplinas com mais exames realizados. E para entrar no ranking, as escolas têm de realizar pelo menos 100 exames no conjunto dessas 12 principais disciplinas que vão efectivamente contar para o futuro dos alunos do Ensino Secundário.

Em 2008, a estranha subida das médias a Matemática inflacionou os resultados gerais, mas no primeiro lugar continua o Colégio S. João de Brito, com uma média superior a 15 valores.

Na segunda posição aparecem os Salesianos do Estoril, seguidos pelo Colégio de Nossa Senhora do Rosário no Porto.

Privado domina ranking

As escolas públicas foram “varridas” do mapa, no ano das grandes reformas da ministra da Educação. O ensino privado domina os lugares cimeiros do ranking. Entre as 30 melhores, apenas oito escolas são públicas (eram 13 em 2007). E até a Secundária Infanta D. Maria, de Coimbra, caiu do 5º para o 14º lugar.

As dez primeiras do Ranking das Escolas SIC 2008:

  1. Colégio São João de Brito (Média Exame: 15,05)
  2. Escola Técnica e Liceal Salesiana Santo António (Estoril) (14,82)
  3. Colégio Nossa Senhora do Rosário (14,49)
  4. Colégio Moderno (14,38)
  5. Colégio de Santa Doroteia (14,12)
  6. Colégio Oficinas de São José (14,10)
  7. Colégio Valsassina (14,07)
  8. Colégio Rainha Santa Isabel (13,96)
  9. Colégio Luso-Francês (13,95 )
  10. Grande Colégio Universal (13,75)

Matemática com boas notas

A Matemática, as médias nacionais dispararam para valores impensáveis há um ano. O Colégio Valsassina consegue o primeiro lugar com uns incríveis 18,44 valores:

  1. Colégio Valsassina, Lisboa (Média exames: 18,44)
  2. Colégio Mira Rio, Lisboa (17,97)
  3. Escola Secundária/3 João Silva Correia, Aveiro (17,81)

Quanto à disciplina de Português A, as melhores notas foram conquistadas em escolas de Lisboa:

  1. Academia de Música de Santa Cecília, Lisboa (15,19)
  2. Colégio Académico, Lisboa (14,64)
  3. Escola Selecta Prof. Doutor Amadeu Andrés, Lisboa (14,24)

Ficha Técnica
O ranking da SIC considera apenas os exames mais representativos (às 12 disciplinas com mais exames realizados por alunos internos, em todo o país, na 1ª e na 2ª fase de exames do Ensino Secundário – que incluem exames finais realizados no 12º ano e agora também no 11º ano); este ano foram consideradas as 12 disciplinas com mais de 2.000 exames realizados por alunos internos e as escolas onde, somadas as 12 disciplinas mais relevantes, foram realizados pelo menos 100 exames (com este critério – que segue há sete anos – a SIC procura evitar que os rankings sejam condicionados por resultados obtidos por um escasso número de alunos).
Na análise das notas a Matemática e Português A, apenas foram consideradas as escolas com pelo menos 10 exames realizados.
  1. perante estes resultados, é uma pena que tenha que se pagar para haver ensino de qualidade, quando isso deveria de ser a base de todo o ensino.Estes resultados só colocam o ensino público na “sub-cave”, enquanto o ensino privado fica no topo do “arranha-céus”.

  2. isto e uma merda este pais

  3. tens toda a razao

  4. paula carvalho tens toda a razao

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